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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O centro do sistema de saúde deve estar sempre no doente, o que nem sempre acontece

Numa ULS, o caso de Beja, o circuito do doente neste sistema deveria estar completamente assimilado e funcionar eficazmente de modo a colocar mesmo o doente no centro do sistema, daí resultando uma resposta o mais eficiente possível na utilização dos recursos disponíveis, garantindo a necessária e indispensável resposta às necessidades do doente. Para atingir esse desígnio, no Baixo Alentejo, foi criada a ULSBA - o doente está no centro deste sub sistema - deve ter acesso a cuidados de saúde integrados, onde os circuitos e os procedimentos devem estar primorosamente estudados e estabelecidos, cada uma das partes desse todo deve desempenhar o seu papel em beneficio do doente.
Sabemos que nem sempre acontece e que o desígnio para que foi criada a unidade local não foi ainda atingido, conforme análise de factos e pareceres/alguns estudos, com prejuízo para o doente. A discussão que neste blog esta a decorrer, para onde vai este ou aquele equipamento, quem faz isto ou aquilo, vem dar razão ao que acabei de referir. Em suma, o doente no centro do sistema, tem o direito a cuidados de saúde integrados, prestados no tempo, com os prestadores certos nos locais certos. Isso nem sempre acontece, porque o sistema tem falhas, às vezes grandes.
Há que melhorá-lo com organização e gestão adequados.

Mariana Raposo-AH 21.12.2018 20:35, aqui, onde pode ler o comentário na íntegra.

4 comentários

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    Anónimo 23.12.2018 00:02

    Mais uma vez se observa que no momento em que a situação do hospital se agrava vem aqui alguém distrair a atenção dos leitores para assuntos menos gravosos.
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    Anónimo 23.12.2018 19:03

    A situação agravada do hospital não está no caminho de um necessário e possível retrocesso
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 23.12.2018 22:17

    E em relação a isto, que tem tudo a ver com o que se passa na ULSBA, o que é que o Anónimo das 19:03 e as suas visões optimistas têm a dizer?
    Que a situação agravada da ... dívida pública ...não está no caminho de um necessário e possível retrocesso.
    A ver vamos. Agora apenas há uma certeza, a conjuntura internacional dos próximos tempos não augura nada de bom.

    "Dívida pública ameaça pensões.
    Cerca de 72% das verbas do Fundo de Estabilização estão aplicadas em dívida pública."

    Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/exclusivos/detalhe/20181222_2251_divida-publica-ameaca-pensoes?ref=DET_noticiasSeccao_maisVistas
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