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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O centro do sistema de saúde deve estar sempre no doente, o que nem sempre acontece

Numa ULS, o caso de Beja, o circuito do doente neste sistema deveria estar completamente assimilado e funcionar eficazmente de modo a colocar mesmo o doente no centro do sistema, daí resultando uma resposta o mais eficiente possível na utilização dos recursos disponíveis, garantindo a necessária e indispensável resposta às necessidades do doente. Para atingir esse desígnio, no Baixo Alentejo, foi criada a ULSBA - o doente está no centro deste sub sistema - deve ter acesso a cuidados de saúde integrados, onde os circuitos e os procedimentos devem estar primorosamente estudados e estabelecidos, cada uma das partes desse todo deve desempenhar o seu papel em beneficio do doente.
Sabemos que nem sempre acontece e que o desígnio para que foi criada a unidade local não foi ainda atingido, conforme análise de factos e pareceres/alguns estudos, com prejuízo para o doente. A discussão que neste blog esta a decorrer, para onde vai este ou aquele equipamento, quem faz isto ou aquilo, vem dar razão ao que acabei de referir. Em suma, o doente no centro do sistema, tem o direito a cuidados de saúde integrados, prestados no tempo, com os prestadores certos nos locais certos. Isso nem sempre acontece, porque o sistema tem falhas, às vezes grandes.
Há que melhorá-lo com organização e gestão adequados.

Mariana Raposo-AH 21.12.2018 20:35, aqui, onde pode ler o comentário na íntegra.

8 comentários

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    Anónimo 22.12.2018 23:56

    Quem estiver em risco de morrer precisa de ir a um hospital, e não de empalear num centro de saúde. Os centros de saúde existem essencialmente para fazer a promoção da saúde e a profilaxia de algumas doenças. Mesmo as doenças crônicas mais frequentes em algum momento sofrem agudizações que têm de ser tratadas em hospitais. Agora sou eu que digo: estou certo ou estou errado?
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    Anónimo 23.12.2018 11:26

    Completamente errado.
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    Anónimo 23.12.2018 11:29

    Este post das 11:26 ficou aqui deslocado.
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    Anónimo 23.12.2018 11:34

    Não. Este post das 11:26 não ficou aqui deslocado.
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    Anónimo 23.12.2018 11:35

    Demonstrado o disparatismo...
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    Anónimo 23.12.2018 11:47

    LG: Censurar comentários no meio de uma discussão, quando um dos "adversários" comete um dislate e fica numa situação de alguma fragilidade, não vale.
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    Anónimo 23.12.2018 13:05

    Nao poderia deixar de acompanhar a discussão em torno de um post retirado e titulado pelo LG de um comentário meu, em sede de um outro post.Se o LG o fez,na administração do blog, foi porque achou oportuno e ou apreciou o seu conteúdo.Por qualquer desses motivos,o meu muito obrigado por ter contribuído para uma discussão que considero muito útil, desde que contribua para a tal indispensável literacia em saude e por conseguinte para uma melhor prestação de cuidados de saúde pela ULSBA, porque o doente,que pode ser qualquer um de nós, bem precisa.O doente,sempre o doente,sempre referi e referirei deste modo porque é intrínseco ao meu profissionalismo.
    Acompanhando então a discussão resultante do post entendi reler o que escrevi,bem como todos os comentários sequenciais.Achei pois oportuno,porque quero,como bem diz a Dra.Ana Matos Pires,vir novamente à cena,para afirmar que não retiro uma palavra ao que escrevi,nem corrijo um tempo de verbo porque está tecnicamente correcto,não se tratando de uma opinião “pretensiosa”.O doente está no centro deste sub-sistema chamado ULSBA, como está no centro do SNS.Se quiser,posso até dizer que está é uma verdade de la Palisse que os profissionais de administração hospitalar nem sequer questionam.Como se discutia no post ,onde inseri o comentário, que o centro do sistema estava nos cuidados de saúde primários ou outros referiam o hospital,achei meu dever profissional esclarecer aquilo que não é hoje dúvida, como tal não é em nosso entender discutível.E utilizo a palavra nosso,intencionalmente,porque entre nós, os profissionais de administração hospitalar,discutimos sim o que é preciso fazer/actuar em gestão e administração dos recursos das nossas unidades de saúde ou hospitais, para que seja cumprido o desígnio do SNS, colocando sempre o doente no centro deste sistema.Sim , o sistema falha, e osistema é o todo,inclui profissionais e materiais,e nós queremos que isso não aconteça, ou pelo menos aconteça um menor número de vezes possível.Esse é um trabalho multidisciplinar de uma equipa de gestão, onde os administradores profissionais têm um importante papel a desempenhar,tentando colmatar/evitar as falhas do sistema, no caso da organização ULSBA.O LG deu-lhe aquele título, com as mudanças que um anónimo aqui referiu, o que até parece contraditório,mas eu entendi a interpretação que fez o LG.Ele tão somente percebeu bem o sentido do texto e quis dizer que o doente ,sendo o centro do sistema, na prática não o é,ou seja nem sempre acontece.E eu agora acrescento, a essa verdade de la Palisse, que essas falhas do sistema ocorrem por vários motivos de ordem pessoal,profissional,técnica,política...o que é de lamentar,porque os interesses do doente estão acima de quaisquer outros.
    Se for oportuno,e ainda se justificar,
    e se me apetecer,voltarei um dia a escrever aqui um post complementar ao que escrevi,debruçando-me sobre a organização e gestão do subsistema , que em meu entender, poderá colmatar grandes falhas do sistema público,melhorando a centralidade do doente e por conseguinte a eficiência e a qualidade dos cuidados.



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