Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
24
Dez 17

Há muito que entre nós, comunidade Bejense, propugno uma cultura de transparência, diálogo e envolvimento cívicos, entre responsáveis pela gestão e a população. Já em agosto de 2003, num extenso artigo publicado no Diário do Alentejo, afirmava:
“Manter informados os utentes e dialogar com os seus representantes, eis uma das legítimas expectativas que os cidadãos contribuintes têm sobre a atividade dos gestores hospitalares.”
“A defesa do interesse público exige não só rigor na administração de recursos. Exige também a transparência dessa gestão perante a comunidade.”
Daí para cá muito se legislou, sendo hoje possível aceder online a muita informação pertinente. No entanto, esses dados poucas vezes chegam aos cidadãos.
Mas é outra razão que implica a necessidade de informar os utentes em “tempo real”: a de que estes possam dar força para a resolução de dificuldades com que se debatem os responsáveis nomeados no dia-a-dia. É nesse objetivo, de Unidade, que convergem as ações de intervenção pessoal, entre as quais as que um blogue como este possibilita.

Munhoz Frade a 23 de Dezembro de 2017 às 10:00, AQUI.

publicado por Zé LG às 10:00
O Dr.Munhoz Frade tem toda razão,mas também sabe que uma gestão responsável, transparente e participada dos dinheiros públicos, em saúde, tem que ser profissionalizada e competente.Só assim é reconhecida superiormente, nao lhe bastando ter o partido do poder a seu lado.Este pressuposto ainda é mais visível e acentuado quando não há dinheiro para jogar para cima dos problemas sendo que essa é sempre a reivindicação,usando o partido,de quem chega ao poder:mais dinheiro para obras, para pagar as dívidas do antecessor,que é sempre pior, e depois mãos ao desastre por falta de saberes e ou inacção por conveniência de um poucos grupelhos .
E ultimamente não há dinheiro e essa benesse findou, o que salienta muito mais o reconhecimento da incompetência.
E a situação chegou a este estadio porque a saúde do BA tem estado entregue , há muito, ao caciquismo local bejense,com um ou outro apoio isolado a nível superior que determinam os boys ou girls do partido que servem no momento os interesses individuais e os da estagnação e sempre com a conivência na escolha de não melindrar os antecessores.O PS e oPSD têm a saude do BA que têm querido e escolhido.Disso não se podem queixar.Só os seus são escolhidos pela concelhia do PS sem que Ministro e federação não metam lá o “bedelho”. Já o PDS arranja uns oportunistas do momento, num jogo de interesses individuais, em que a Distrital manda ,usa e comanda.Pagam-se favores a “amigos “e entre o centrao de interesses.
Ora a continuação deste cenário governo após governo, está à vista.Querem agora ter um hospital com qualidades? Um hospital que emparelhe com outros que cresceram e estão entre os melhores?
Nem pensar! Acabou e a culpa é exclusiva do PS e do PSD locais .Os políticos bejenses assim edificaram a saúde em Beja.Foi uma curva construída pelas mãos de boys como Gaspar e seus homólogos no PS.

Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 13:08
Em Beja, prefere-se seguir os bandidos, não os que tenham razão.
Anónimo a 24 de Dezembro de 2017 às 14:00
Este Ministro da Saúde deve ir andando em 2018.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 17:50
Esse também é inefável.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 17:59
O Conselho de Administração da ULSBA nem sequer à transparência interna se sente obrigado. Não cumpre a lei no que respeita aos Diretores de Serviço, que deviam ser nomeados depois de abertos concursos.
Anónimo a 25 de Dezembro de 2017 às 23:20
A própria nomeação deste CA foi uma palhaçada.
Anónimo a 26 de Dezembro de 2017 às 00:12
Um golpe de teatro.
Anónimo a 26 de Dezembro de 2017 às 00:16
Os que puxaram os cordelinhos esconderam-se atrás das cortinas...
Anónimo a 26 de Dezembro de 2017 às 13:28
Fizeram o Dr. Frade de palhaço.
Anónimo a 26 de Dezembro de 2017 às 22:22
Ele também se pôs a jeito. De modo que, só se pode queixar de si próprio.
Anónimo a 26 de Dezembro de 2017 às 22:53
Acontece aos generosos...
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 02:33
Acontece aos palermas que nao conhecem a mediocridade e interesses do ser partido em Beja.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 05:04
O “Beja Merece” faz o mesmo.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 09:14
Esse ainda é pior.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 10:15
Consta que nesse movimento o Dr. foi ofendido pela inefável Ana Pires.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 11:59
Ofendido ? Contem Lá!O que se passou que não se soube de nada?
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 15:07
Dizem que foi no Facebook.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 17:03
Ah, nao circulou.Nao deve ter sido importante.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 17:25
Uma ofensa feita numa rede social é pública.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 17:33
É feia, isso é.Diga onde se pode ler,ou ponha aqui.Essa Dra, não deve ter dado essa importância assunto. O melhor émanifestar esse ressentimento.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 17:44
Logo inefável a AMP!
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 17:46
"Logo inefável a AMP!" eheheheheh esteve bem, vexa. Feliz 2018.
Ana Matos Pires a 27 de Dezembro de 2017 às 23:20
"ofendido" por mim quem? Além de cobarde, que se esconde atrás do anonimato para fazer acusações que não objetiva, é um(a) aldrabão(ona) de merda.
Ana Matos Pires a 27 de Dezembro de 2017 às 23:22
Quem leu, leu...
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 01:24
... no dia 20 de novembro, na página do dito.
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 01:55
Refere-se a quê, à alegada "ofensa"? Tanta coisa fica esclarecida quando uma discussão pública entre duas pessoas e o exercício de cidadania e do direito de opinião é considerado "ofensa". Que 2018 traga mais largueza de espírito é o que desejo.
Ana Matos Pires a 28 de Dezembro de 2017 às 10:20
Quando a língua é leve, as palavras não têm peso.
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 10:49
Obrigada, não conhecia a expressão. Agrada-me, essa coisa da língua leve.

Deixo outra para a troca, "ondas vão e ondas vêm, umas trazem peixe e outras principalmente".

Bom 2018.
Ana Matos Pires a 28 de Dezembro de 2017 às 10:56
Já não negou.
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 20:22
Ou é burro(a) ou faz-se, já não nego o quê? Qual é a parte de «alegada» e de «"ofensa"» (esta última aspada) que vexa não entende? Tire o cavalinho da chuva, não mudo de opinião sem razão.
Ana Matos Pires a 28 de Dezembro de 2017 às 20:32
Não entendo que chamar burro a alguém apenas seja liberdade de opinião.
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 20:58
Opiniães. A verdade é que contra factos não há argumentos, mas mesmo assim fui simpática, coloquei a coisa no domínio da possibilidade.
Ana Matos Pires a 28 de Dezembro de 2017 às 21:05
"Simpática" ao ponto de ajuizar da lhaneza e probidade de alguém...
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 21:29
É mesmo traço, não é estado.
Ana Matos Pires a 28 de Dezembro de 2017 às 22:42
Viva o Beja Merece.Sei que vai longe.
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 19:37
Já vai chegando a Marrocos...
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 20:45
Comboio até Lisboa com linha eléctrica , o que merecemos.
Forno restaurado,ficou bonito e é útil ao turismo.
Aeroporto com utilidade,cluster bem definido.
Comércio tradicional a dar lucro e a agradar a turistas.
Auto estrada bem pertinho de Beja,acesso rápido a Lisboa,mas um pouco carote para a bolsa de muitos Baixo Alentejanos.
Ruínas de Pisoes e outros traços históricos da cidade em condições de recebermos os turistas, acompanhados de guias formadas localmente.
Aldeias quase desertas, com velhotes a fomentarem a economia social dos lares sem vagas,caros aos familiares, e a encherem as urgências do hospital de Beja.
Hospital de Beja em franca regeneração:Urgencia a tempo e horas, doentes bem tratados, salas amplas e cuidados humanizados...unidade de paliativos no sexto piso,médicos especialistas de urologia,obstetrícia,cardiologia,
para as necessidades, sem buracos nas escalas e prontos para atenderem os AVC e os ataques cardíacos diariamente.
O Serviço de imagiologia bem equipado ajuda a este novo quadro.As políticas demográficas serao o cerne deste rejuvenescimento que Beja Merece mais e mais.







Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 21:20
O Movimento contratará o Harry Potter?
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 21:48
Harry Potter? Para quê?Os que cá estão chegam e sobram.A Beja não falta massa crítica pensante e activa!
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 21:54
Com varinhas de condão?
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 22:08
E magia é isso mesmo magia!
Anónimo a 27 de Dezembro de 2017 às 22:14
A sensação com que se fica, é que se fala e escreve muito, mas diz-se muito pouco sobre o assunto.
Não há ideias e muito menos soluções para a saúde na região.

O único problema é que os interesses privados que tão visíveis são nas grandes cidades, como até por exemplo em Évora. Não têm Interesse algum aqui em Beja.

Daí que não reste mais nenhuma solução às classes médias da região. Tal como vão às compras aos centros comerciais das grandes cidades, também que aí terão ir por motivos de saúde.
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 14:56
Tocou na ferida. Os utentes têm a postura de consumidores, não de acionistas do sistema público. Assim, quem tem ideias é apoucado. Muito blá-blá para disfarçar a inconsistência.
Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 15:16

Vamos às consultas a Lisboa.Ate vamos ao hospital da Luz e da Cuf quando não somos tratados em Beja porque não sabem ou não querem e nos mandam para casa que está tudo bem.
Mas o pior é se nos dá uma dessas coisinhas má e precisamos de cuidados emergentes.Com muita sorte podemos escapar.
Mas aqueles que não vão a Lisboa como quem vai às compras, também não têm alternativa e lá vão sendo tratados como se vê.






Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 21:04
Faz hoje notícia no jornal Observador que os dois cardiologistas do hospital de Beja,um casal marido e mulher, que cuidam de um Serviço inteiro com internamento com mais de uma dúzia de camas,tiraram três dias de ferias, previamente marcadas , e o Hospital tem os doentes entregues a médicos do Serviço de Medicina.
Mas porque faz está matéria notícia hoje num jornal de direita?
É no mínimo estranho porque há longos anos que este casal trata dos doentes de cardiologia do Distrito e os resultados são bem conhecidos.E se estes médicos saírem do hospital, até porque têm sido muito maltratados pelas sucessivas e últimas administrações evidenciando bem esse desejo de os “por na alheta”, quem terá que tratar os doentes com patologias desta especialidade? Somente os médicos de Medicina Interna.
E quando os dois urologistas que o Hospital possui, um deles se reformar e não for substituído porque não o será,quem tratara os doentes desta patologia? Os médicos internistas, obviamente.Ou os doentes irão para Evora ou Lisboa, depois de assistidos pelos médicos da Medicina Interna.
Poderia aqui continuar com outros exemplos, que irao soar dentro de breves anos ,como tem sido dito e redito por alguns e aqui neste blog,mas já está tudo dito. A tal unidade de cuidados continuados espreita Só não vê quem nao quer e ou não sabe.Melhor quem não lhe convém.E a quem não convém?
Aos políticos bejenses do PS e do PSD,aqueles que têm escolhido administrações acomodadas e interessadas exclusivamente nos seus lugares de poder, os ditos”tachinhos” dos boys de vistas curtas , que têm espezinhado o profissionalismo da gestão hospitalar, entregue há mais de uma década aos gestores de ocasião.
O Hospital de Beja tem vindo a decrescer sem visão estratégica,servindo interesses individuais e da pequena “politiquice”local.
E a realpolitik?

Anónimo a 28 de Dezembro de 2017 às 21:52
Estou convicto de que a criação no Hospital de Beja de Centros de Responsabilidade Integrados - entre os quais o de Cardiologia - permitiria melhores condições de contratualização, de atração de mais especialistas, de aumentos da produção e qualidade. Defendo essa perspectiva desde o mandato em que exerci funções de Diretor Clínico (1996-2000). A legislação atual contempla essa possibilidade. Seria um caminho de desenvolvimento, contrariando o processo de definhamento em curso nos últimos anos. Mas não temos sinais visíveis de que o Conselho de Administração da ULSBA pretenda implementá-los.
Munhoz Frade a 28 de Dezembro de 2017 às 23:09
Tal como a Dra AMP, também eu acompanho a estratégia que este CA está a seguir. Para além das medidas reativas que lhes ocupou muito tempo, uma das que desde logo determinou foi a criação de um CRI para o S. de Cardiologia (estranho coincidir agora com a ideia brilhante de Dr. Frade). Foram feitas reuniões preparatórias com os médicos do serviço, em Abril e Maio, e todo o processo de desenvolvimento do mesmo foi entregue de imediato à ilustre Dra. Mariana. Em inicio de Setembro a dita senhora foi notificada pelo diretor clínico para apresentar uma proposta célere ao CA. Passados 8 MESES segundo informação que obtive em sede própria não há qualquer registo escrito de trabalho efetuado pela dita.
Assim, Sr. Dr. Frade, ao dizer que "não temos sinais visíveis de que o Conselho de Administração da ULSBA pretenda implementá-los", basta contatar os médicos cardiologistas que lhe contarão toda esta história na primeira pessoa.
Anónimo a 4 de Janeiro de 2018 às 10:01
Muito bem, então parece haver alguns sinais. Que a implementação siga.
Munhoz Frade a 4 de Janeiro de 2018 às 11:10
Exatamente a informação que me foi dada quando questionei.
Três sessões em janeiro, a que lamento não poder ir, por motivos de saúde... Espero que alguém que vá transmita depois o que ouviu.
Munhoz Frade a 5 de Janeiro de 2018 às 18:02
Vou tentar ir a Sta Maria.
As melhoras,mas descanse que será uma sessão pública.
Anónimo a 5 de Janeiro de 2018 às 18:10
Obrigado. Estou curioso por ver a diversidade de interpretações...
MF a 5 de Janeiro de 2018 às 18:23
Parabéns pelo seu Blog!
Dezembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
27
Passaram por cá
Contador de visitas

Desde 15.01.2011
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
25 de ABRIL sempre! Excelente dia da Liberdade, Zé...
O governo de Adalberto e Centeno sacrificam o SNS ...
No hospital a palavra de ordem é não há no armazém...
Difícil é entender porque é que certos intelectuai...
Esse é o lema na ULSBA
O bom funcionário vive feliz e saudável, quando to...
às 11H00?
safa, aqui aprende-se pouco, ou mesmo nada!
A loucura anual, para depois ano após ano ficar tu...
Cada um lê aquilo quer e vossemecê não tem nada a ...
E o anonimo(a) das 11:24 leu, senão, leia, é capaz...
Que triste pasmaceira!
Estes não se preocupam com coisa alguma e não se ...
Passaram cinco anos. Mudou governo e administração...
Saudável era a dieta daquele ministro obeso. Os ca...
blogs SAPO