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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Não queremos RSI, mas trabalho” gritaram ciganos à chegada do candidato à PR, André Ventura, a Serpa

Zé LG, 11.01.21

imgLoader2.jpgNo primeiro dia oficial de campanha presidencial, a chegada do candidato André Ventura - o deputado único do Chega, partido da extrema-direita, que chegou a sugerir um confinamento específico dos ciganos durante a pandemia de covid-19 -, a um comício em Serpa, foi marcada por insultos ao candidato e protestos por parte de populares, a maioria de etnia cigana.  Cerca de 50 pessoas empunharam cartazes, gritaram palavras de ordem para expressar o seu desacordo com as ideias defendidas por Ventura: “Alentejo, terra da Liberdade”, “Facho!” ou “Zeca, obrigaram-me a vir para a rua”.

"Vão trabalhar, trabalhar!”, gritou André Ventura, em direção aos manifestantes, ladeado por seguranças. “Beja foi [o distrito] escolhido para ser o início da caminhada presidencial pela razão que temos insistido: há um país em que metade trabalha para outros não fazerem nada”, afirmou, lamentando “privilégios e regalias injustificados nos últimos 45 anos”. Classificou ainda a sua corrida ao Palácio de Belém como “a maior ameaça" ao sistema. “Não são ‘Grândolas’ cantadas lá fora por subsidiodependentes que nos vão fazer parar esta marcha.”

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