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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Não podemos levar o tempo todo a descurar aquilo que são as infraestruturas de cada local”, afirma Santiago Macias

Zé LG, 25.11.21

SM.png«A descentralização implica capacidade operativa, não é afogar as câmaras em matérias cada vez mais burocráticas, com o presidente a desempenhar uma função que não chega ao ponto de ser decorativa, mas que tem uma capacidade de atuação cada vez mais diminuída. ... entre as despesas anuais, que eram substanciais, e os compromissos que tinham de ser assumidos, a margem para inovar ou para fazer qualquer coisa de mais ousado era curta. E há uma coisa que temos de pensar de forma muito firme, que é a infraestruturação. ... Não podemos levar o tempo todo a descurar aquilo que são as infraestruturas de cada local - e não pode ser só maquiagem, é preciso ir ao fundo. Nem sempre o que é visível é o mais importante. Tivemos como marco a reabilitação urbana, pegar em edifícios abandonados ou sem função definida e dar-lhes uma nova vida. Polvilhar as localidade de novos equipamentos sem ter decidido o que fazer com os antigos tem um interesse muito relativo, porque estamos a multiplicar despesa e custos futuros. Isto vai ser um problema.»

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