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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“não parece que haja vontade política alguma para alterar o que quer que seja”

O problema do estado deprimente do hospital e da saúde do distrito, é complexo, vem bem de trás e não parece que haja vontade política alguma para alterar o que quer que seja.
A começar pelos autarcas da região, que lhe viram as costa e assobiam para o lado a dizer que esse é um assunto do poder central e que não lhes diz respeito.

Anónimo 13.04.2019 11:43, aqui.

3 comentários

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    Munhoz Frade 14.04.2019 23:25

    Para que os hospitais públicos pudessem ser geridos com métodos empresariais, teria sido imprescindível dar-lhes autonomia para construírem os seus projetos de desenvolvimento.
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    Anónimo 15.04.2019 12:49

    Há reflexões a fazer:
    -Todos os hospitais e unidades locais foram empresarializados sob idêntica regulamentação e estatutos.Como tal idêntica autonomia.
    -Todos estas empresas,centos hospitalares e unidades locais,com idêntica forma de financiamento,suportaram idênticas regras,antes, durante e depois do célebre período da Tróika.
    -Nem todas estas empresas se encontram em idêntico patamar de resultados financeiros,motivação e investimento.Digamos,que em linguagem vulgar,umas empresas estão melhor ou pior do que outras.
    -A ULSBA está desde há muito,e o hospital de Beja em particular,nos piores lugares, com imagem pública de degradação,desinvestimento aos vários níveis e outros aspectos por aqui vêm sendo referidos.Superiormente não é bem tratado,como se diz por aí.

    Será mesmo porque porque se deu a empresarializacao dos hospitais?Porque não teve autonomia para construir um projecto de desenvolvimento e pô-lo em prática?
    Até há vinda da dita TroiKa parece que foi dada autonomia aos hospitais, suficiente para comprarem sem concursos e admitirem pessoal sem autorização superior.Quais os resultados daí advenientes,no nosso caso concreto?
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