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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“não foi realizada a única coisa que realmente conta, a criação de emprego, de preferência qualificado”

Zé LG, 03.09.20

“Da análise de LG no alvitre anterior destaca-se uma questão que ainda não vi respondida.
O que aconteceu a Beja que tudo fez para ter sucesso e não conseguiu vingar?
Primeiro não podemos perder a imagem global e essa diz-nos que Beja não é caso único, há excepções, mas Beja sofreu o mesmo que muitas outras cidades interiores, embora possam haver diferentes motivos.
Na minha opinião há um motivo principal, que apesar de tudo o que foi feito, tal como LG esmiúça, não foi realizada a única coisa que realmente conta, a criação de emprego, de preferência qualificado.
De tudo o que foi feito grande parte não é produtiva e os empregos criados são no estado.
Por muito que não nos agrade vivemos num mundo capitalista e essa sempre foi palavra "não grata" na nossa cidade.
Uma capital de distrito como Beja tinha de ter uma universidade forte com estreita ligação ao tecido empresarial e ter politicas muito competitivas de fixação de empresas.
Infelizmente no mundo em que vivemos é isso que atrai pessoas e com elas vem a sobrevivência das cidades e vilas.”

Zé 31.08.2020, aqui.

7 comentários

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    Anónimo 03.09.2020

    Então os doentes, deficientes, idosos e crianças não seriam alimentados...
    Mas não foi por isso que Trotsky levou com um martelo na cabeça...
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    Anónimo 03.09.2020

    Você nem compreende que defende um Estado antisocial baseado na escravatura, na corrupção, na coerção e a cima de tudo ditatorial (mas claro tudo com boas intenções).
    Para certas pessoas caridade é apontar-lhes uma arma à cabeça e roubá-los, para muitos poucos nesta cidade é algo voluntário.

    Os comunistas não comiam criancinhas, será por causa disso a sua preocupação, ou será o facto que você não acredita em liberdade nem que a caridade é algo voluntário e não algo compulsório.

    Trotsky levou com a picareta pois não tinha a sede de poder sanguinária necessária à causa comunista, esses que mataram milhões à fome, ainda hoje andam preocupados com matar a fome a muitos outros seres humanos, tudo bons kamaradas.
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    Anónimo 03.09.2020

    Não brinque com a história dos "comunistas comerem as criançinhas", pois ao fim de muitos anos consegui compreender a razão dessa frase. E é bem dolorosa.
    Parece ter a ver com a implementação forçada da reforma agrária stalinista na Ucrânia e no leste da Polónia. E uma vez que os agricultores, proprietários das terras, não abdicavam delas, retiravam-lhe tudo o que produziam.
    Obrigando-os a para sobreviver a alimentarem-se da carne dos seus filhos mais pequenos que entretanto faleciam.
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    Anónimo 03.09.2020

    Não brinco com a fome dos outros, apenas evidencio a hipocrisia das hostes e seus súbitos socialistas sempre muito preocupadas com as boas intenções mas nunca fazem caso dos resultados dessas suas aparentes boas intenções ...
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    Anónimo 04.09.2020

    São de facto coisas diferentes. Quanto às fomes na Ucrânia e Polónia do pós guerra stalinista e não só, deve ser o motivo porque os partidos de extrema direita têm tão grandes votações nessa região da Europa.
    O comunismo deixou marcas que ultrapassam gerações.
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    Anónimo 04.09.2020

    Agora, concordo nas críticas ao poder socialista da cidade, e é um serviço público que LG presta ao trazer o assunto para aqui.
    Pois estão mais preocupados em abrir concursos para pôr os seus boys, alguns deles já nossos conhecidos/as e na pior acessão do termo. Do fazer o que quer que seja em prol do desenvolvimento da cidade e da região. A não ser floreados como a praia dos pesticidas ou umas obras de fachada.
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