Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
26
Jan 18

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Questionado sobre o estado atual do Serviço Nacional de Saúde, Correia de Campos é direto: regista avanços, mas admite que “nem tudo está bem”. O primeiro ponto é que “dizer-se que falta dinheiro para a saúde não é verdade”, afirma, referindo que o dinheiro chega “no final do ano para tapar as dívidas”. Ou seja, não se pode falar em falta de recursos, mas sim numa gestão que diz ser “profundamente errada”.

“Os médicos e os enfermeiros foram muito mal tratados” durante a crise, diz, defendendo que os profissionais passem a ser pagos “decentemente” pelo desempenho e não estritamente por um salário fixo. Correia de Campos admite que não teve “tempo” de fazer a reforma dos hospitais quando foi ministro, mas refere que também enfrentou obstáculos nas Finanças. “A culpa é da cultura da administração financeira do Estado: quer contas certas e não aceita um pagamento pelo desempenho que dá conta incerta”, assinala

 

São muitas as questões pertinentes aqui focadas por Correia de Campos. Será que dá para fazer aqui um debate sério sobre elas?. Fica o desafio.

publicado por Zé LG às 19:05
Correia de Campos é um inimigo do SNS.
Anónimo a 26 de Janeiro de 2018 às 21:06
Está a perfilar-se para uma remodelação governamental?
Anónimo a 26 de Janeiro de 2018 às 23:25
Ficávamos ainda pior...
Anónimo a 27 de Janeiro de 2018 às 00:28
Talvez não falte "dinheiro para a Saúde" mas falta, seguramente, dinheiro para o SNS e faltam muitos recursos no, e ao, SNS. Dito isto, falta também uma melhoria e uma reestruturação profunda no modelo de gestão, nomeadamente uma valorização e aumento dos incentivos à qualidade de desempenho dos serviços - que não passa só nem sobretudo pela avaliação dos números imediatos da produtividade. Por exemplo, mais do que apenas contabilizar o número de cirurgias à próstata num período de tempo é necessário perceber quantas dessas cirurgias resultam, ou não, em casos de incontinência ou disfunção eréctil. Com este exemplo quero referir que a avaliação da qualidade e da eficácia não se pode ficar só pelo ato (numérico) imediato.
Ana Matos Pires a 27 de Janeiro de 2018 às 00:43
Correia de Campos é um defensor da gestão privada nos hospitais públicos. Defende a gestão do Hospital de Braga que tão criticada tem sido, esquece o sorvedouro de dinheiro que têm sido as PPP, s e até defende mais. Em suma faz parte do sector do PS dos negócios , e dos interesses privados.
João Ruão a 27 de Janeiro de 2018 às 11:26
Exatamente!
Anónimo a 27 de Janeiro de 2018 às 15:04
Caso interesse: Princípios e Orientações para a Revisão da Lei de Bases da Saúde http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PORLBS2018
Ana Matos Pires a 27 de Janeiro de 2018 às 22:35
A ver, com emoção, nostálgia e sentido crítico. Questões, algumas, que se mantêm bastante atuais. https://www.rtp.pt/play/p4366/e-um-dia-vieram-os-medicos
Ana Matos Pires a 28 de Janeiro de 2018 às 12:26
Um destes dias veremos o CA da ULSBA esboroar-se.
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 09:19
A creatura de Adalberto do Carmo?
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 09:23
Kkkkk
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 09:25
Para que isso acontecesse era preciso que fizessem alguma coisa .Se não se dá por eles e nada fazem é coisa que não vai acontecer.Nem bolem,como se podem esboroar?
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 10:13
Não é por isso.
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 11:33
Não alvitre se não sabe.
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 12:14
Adivinha-se...
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 12:40
Então partilhe a adivinha.
Anónimo a 29 de Janeiro de 2018 às 19:32
Bora discutir com seriedade uma vez que seja, uminha?!
Dra., já houve aqui muita discussão séria sobre a saúde.
Anónimo a 30 de Janeiro de 2018 às 08:48
Tentativas de discussão séria houve imensas, honra seja feita, que infelizmente descambam por picardias menores (e algumas indecentes e graves). Fico sempre triste e com pena, caramba.
Que se peneire o trigo do joio.
Anónimo a 30 de Janeiro de 2018 às 11:13
A questão é que na maioria das vezes fica o joio ganha ao trigo.
Ana Matos Pires a 30 de Janeiro de 2018 às 12:14
*fica o joio e ganha ao trigo
Ana Matos Pires a 30 de Janeiro de 2018 às 12:29
Se preferem o joio, que fiquem com o que é da vossa vontade.
Anónimo a 30 de Janeiro de 2018 às 16:56
Hum? não deve estar a responder-me, de certeza.
Ana Matos Pires a 30 de Janeiro de 2018 às 17:04
Não se pode obrigar as pessoas a preferir o que não querem.
Anónimo a 30 de Janeiro de 2018 às 17:40
Quem sabe, sabe!
Anónimo a 30 de Janeiro de 2018 às 08:02
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