Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
07
Mai 17

Pela pertinência e com a devida vénia, transcrevo aqui um post do Blogue Mais Beja:

Boletim municipal de Abril 2017 - Trabalho realizado ou eleitoralismo?

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Este mês, os bejenses, receberam em suas casas o boletim municipal, "BEJA INFORMAÇÃO", onde a câmara divulga os seus projetos, eventos ou obras. Lendo as suas 28 páginas, fico na dúvida se é um boletim informativo sobre o que foi realizado ou um boletim eleitoralista, promovendo o programa para o mandato 2017-2021 do actual executivo.

Nele, é possível ver vários anúncios de arruamentos, edifícios e requalificações um pouco por toda a cidade. Mas quais encontram-se realmente concluídos ou prestes a concluir visto que o atual mandato termina daqui 5 meses? Para entender melhor, irei dividir a propaganda, perdão, a informação contida no boletim em 2 grupos: "obras concluídas ou prestes a concluir" e "obras não iniciadas".

 

 

OBRAS CONCLUÍDAS OU PRESTES A CONCLUIR:

- Parque vista alegre

- Parque urbano no Bairro social II

- Reabilitação dos edifícios do Bairro social II

- Parque infantil e campo de jogos no Bairro da Força Aérea

- Arranjos exteriores no Parque industrial

- Centro UNESCO

- Centro de Arqueologia de Beja e Fórum Histórico de Beja


OBRAS NÃO INICIADAS:

- Rua da Lavoura (apesar de anunciado o início das obras, no local não é possível ver qualquer máquina ou material de obras)

- Logradouro do Clube Bejense

- Nova zona industrial norte

- Mudança do piso da Praça da República para calçada portuguesa

- Nova pista de atletismo no Complexo Fernando Mamede

- 3º campo de futebol sintético

- Requalificação dos campos sintéticos (1 e 2) e relvado

- Centro de Apoio ao Desenvolvimento Local

- Casa criativa

- Novo pavilhão desportivo no Bairro do Pelame

- Reabilitação da Casa da cultura

- Passagem superior, ligando a Rua da Lavoura ao Bairro São Miguel

- Museu da Banda desenhada

- Requalificação da rua José Joaquim Fernandes, no Penedo Gordo

- Requalificação da Rua D. Afonso III (entrada da cidade, para quem vem de Serpa)


Nas freguesias rurais, excluindo as obras desenvolvidas pela EMAS, com a substituição dos ramais de água, repavimentação de passeios e colocação de alcatrão na estrada, pouco ou nada há a assinalar de relevante.

Em síntese, existem 7 obras concluída ou prestes a concluir, contra 15 obras que não foram iniciadas. Como é fácil de constatar, a diferença é enorme, revelando um boletim de propaganda eleitoral. Não é de espantar, infelizmente, porque esta é a maneira de fazer política em Portugal, prometendo mais do que construindo, algo comum na politiquice em ano de eleições, promovendo aquilo que não fizeram, com imagens geradas em computador, em folhetins, cartazes e publicações nas redes sociais.

Não basta já desta forma de fazer política, cheia de ilusões e promessas não cumpridas?

 

publicado por Zé LG às 17:37
Obras da Emas nas Alcaçarias. O cartaz diz que começavam em Março e a revista da Emas posta no correio diz que estão a decorrer. Mentira. Hoje é dia 7 de Maio e ainda não começaram.
tanta propaganda já cheira mal.
Anónimo a 7 de Maio de 2017 às 20:55
A obra da Camara parece a de uma empresa de construção civil.Obras e mais obras...requalificação ,alcatrão,logradouros,ruas...
Anónimo a 7 de Maio de 2017 às 21:28
Eh pá e malta do Hospital não comenta? E os tachistas do PS não comentam? E o Espinho? Poças... esforça-se um homem para levantar celeuma e dar na cabeça dos comunas e afinal só dois míseros comentariozitos.!!!..assim não dá. Pra mim é tinto.
Pra mim é tinto a 7 de Maio de 2017 às 22:41
E um novo esfalto na Rua Dr. António Belard da Fonseca e no Parque junto à Segurança Social que dá para esta rua, é uma autêntica vergonha como se encontra esta rua.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 00:13
Vai ficar tudo na mesma?

http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2432154.html
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 08:41
BEJA MERECE MAIS
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 09:13
Há quatro anos:

"CÂMARA PREOCUPADA COM EXTINÇÃO DE CAMAS NO HOSPITAL DE BEJA


A Câmara Municipal de Beja reuniu ontem com a administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA).
Jorge Pulido Valente afirmou à Rádio Pax que continua em cima da mesa a proposta de encerramento de 24 camas no Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja. O presidente da Câmara de Beja referiu que o assunto está “ainda em discussão”. Cabe à Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo a última palavra.
Para o autarca esta proposta de encerramento tem que estar inserida numa “estratégia que inclua a oferta de serviços e respostas às necessidades” das populações. Ainda que possa existir uma “racionalização e uma melhor organização e aproveitamento das capacidades dos serviços do hospital”, na opinião de Pulido Valente não pode haver uma “redução das respostas” às necessidades das populações.
Para além desta matéria, as duas entidades discutiram o problema da falta de médicos e medidas para fixação de profissionais na cidade. Segundo o presidente da Câmara de Beja, essas medidas passam pela habitação, incentivos financeiros, emprego para o cônjuge, programa de acolhimento, entre outros.
O autarca considera que a ULSBA deveria envolver a CIMBAL (Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo) e a Câmara de Beja na elaboração do plano estratégico para os próximos três anos. Segundo Pulido Valente “seria proveitoso” para articular as “intervenções das autarquias, Segurança Social e Ministério da Saúde”.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 09:16
Não tinha ainda chegado a Beja mas acho bem curiosa esta afirmação de há 4 anos "O autarca considera que a ULSBA deveria envolver a CIMBAL (Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo) e a Câmara de Beja na elaboração do plano estratégico para os próximos três anos. Segundo Pulido Valente “seria proveitoso” para articular as “intervenções das autarquias, Segurança Social e Ministério da Saúde" e agora, que a lei prevê a existência de um vogal executivo do CA designado pela CIMBAL, nada acontece. Não percebo, não percebo mesmo, se alguém fizer o favor de me explicar agradeço.
Mas este também não é um assunto para perceber cara Dra.AMP.É para ir percebendo!
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 13:08
Então peço assim só umas dicas, vá.
Como a Dra. bem pode corroborar, há fobias por assim dizer "legítimas". Gerir uma Unidade de Saúde integra o risco da responsabilidade pelos inestimáveis valores da vida e da morte. Isso mete medo, e é natural que assim seja. Mas há outro tipo de medos, nomeadamente o daqueles políticos que não querem sair do conforto das posições "do contra". Mas mesmo assim, não encontro a lógica que pudesse solucionar a sua sensação de perplexidade, que também partilho. A memória é curta.
Munhoz Frade a 8 de Maio de 2017 às 13:34
Ter medo é legítimo, sim, todos temos, ser cobarde e irresponsável é bem diferente. É toda uma estrutura autárquica que está em questão, que representa órgãos sufragados diretamente. No mínimo uma justificação pública impunha-se, caramba.
De acordo.
Munhoz Frade a 8 de Maio de 2017 às 14:45
Dra.AMP,todos os que conhecem os problemas da saúde, concretamente os do Distrito,que não são diminutos,e se preocupam com a gestão publica deste bem saúde, e ainda acompanham a problemática da descentralização associada a saúde e a nova legislação que a acompanha, não pode deixar de ficar perplexo quando o tema nem sequer é previsto em tertúlias preparativas do próximo acto eleitoral, por parte do partido no poder.Mais, todos os partidos deviam integrar a saúde como temática a analisar e discutir.
Alensul a 8 de Maio de 2017 às 15:30
A não ser que tenha havido um pacto para que a saúde em Beja seja comandada noutro distrito.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 15:41
Está claro como a água que houve mais do que pacto.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 15:53
Não gosto nada destas meias tintas, destes dizeres nas entrelinhas, são posturas paranóicas que não me dizem nada e que não ajudam a esclarecer nem a melhorar seja o que for. Quer explicar-me a sua afirmação?
Está tudo explicado.Posturas paranóicas? Desculpe mas não está correcto e é até ofensivo.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 17:24
Não há nada de ofensivo no que disse, é o que chamo à postura de quem insinua que há qq de mal, que os outros lhe estão a fazer qq coisa de mal sem consubstanciar, só pq tem uma convicção inabalável de que isso é verdade. De que "pacto" se fala? Quem fez esse "pacto"? Porquê? Para quê? Continuo sem estar esclarecida.
A natureza dos compromissos feitos entre políticos é reservada, não explicitada publicamente. Por isso, quando terceiros percebem, não podem apresentar provas claras.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 19:18
Estranha maneira de olhar para a política.
Não é de olhar para...é de fazer!
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 19:48
Não sei se o anónimo com quem estou a falar "faz" política ativa, por isso falei em "olhar".
Mas a Dra. não sabe que há pactos entre partidos,dentro do mesmo partido , entre poderes e entre políticos e instituições? Não se trata de convicções inabaláveis! são factos que constatamos porque os resultados estão à vista de quem observa ,analisa e conhece alguma realidade política e disse respectivos poderes.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 19:32
Quando alguém tem na sua posse "factos" que prejudicam as pessoas - como é insinuado nalguns destes comentários - não só deve como eticamente tem obrigação de os denunciar. Não entendo como se pode contribuir para um maior esclarecimento das pessoas de outro modo, não o fazer resume a opinião a insinuações não provadas. Escrever opinião implica a obrigação de a sustentar.
A Dra. deve ter muita sorte, porque habitualmente as opiniões e denúncias que incomodam os poderosos levam à penalização de quem as exprime.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 20:26
Não se trata de sorte, vivemos num estado de direito, caramba. Grave é também insinuar sem provar.
Uma opinião é um direito, pois. Se não for acusação a ninguém especificamente, não tem de ser provada. É claro que a quem sirva a carapuça ache que é uma insinuação. Não há livre expressão do pensamento sem essas tais ditas "insinuações". Veja que resultados tiveram os processos movidos a órgãos de comunicação social ou a articulistas por pretenso abuso da liberdade de imprensa. Habitualmente arquivado por falta de prova. Invocar que quem quer opinar tem de provar o que diz é inibir. A consciência da responsabilidade individual de quem se arrisca a falar é matéria do foro próprio, não se impõe. Estas afirmações de "Estado de Direito" são bonitas, mas os "atrevidos" levam com processos...
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 21:47
Não falei em acusação, falei em opinião e, por isso mesmo, não falei em prova, falei em sustentação.

Não deixa de me impressionar o papão do delito de opinião 43 anos depois de abril, sobretudo qdo em discussão estão questões de política autárquica e de Saúde regional. Bom tema para uma tertúlia.
A Dra. não pode ignorar que na empresa em que trabalha há processos por delito de opinião!!!
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 22:05
Ignoro, sim. Onde posso ler essa conclusão?
http://alvitrando.blogs.sapo.pt/processo-disciplinar-por-apresentacao-3216621
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 22:18
Onde estão as conclusões desses processos? Já terminaram?

Repito, a esse propósito, o que já aqui escrevi http://alvitrando.blogs.sapo.pt/portugal-nas-meias-finais-do-euro-3269710?thread=8989262#t8989262

"É simples o mundo a preto e branco, não é?

Não posso estar do lado de barricadas cuja posição não conheço. Nunca falei - nem tinha que o ter feito - com ninguém do CA sobre o alegado processo cujo conteúdo desconheço em absoluto. Também nunca falei com nenhum dos alegados visados sobre o dito. Assim sendo não posso estar de nenhum lado.

A luta de e pelo poder é legítima. Percebo e defendo o lobbying, nomeadamente o lobbying político. Nas últimas décadas tenho aderido a imensos movimentos de lobbying: luta pelos direitos das mulheres, pela saúde sexual e reprodutiva – em particular pela despenalização do aborto, onde a ação de três amigos direitolas, o Pedro Marques Lopes, o Vasco Rato e o Adolfo Mesquita Nunes foi importantíssima -, pelos direitos dos refugiados, pelos direitos LGBT, pela adoção e co-adoção por casais do mesmo sexo, pela Saúde Mental e, mais recentemente, pelos presos políticos em Angola, pelo direito à morte assistida (http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-02-06-Direito-a-morrer-com-dignidade) e pelo fim das praxes tal como existem (https://democraciaeescolher.wordpress.com/). Conheço bem, portanto, o processo e os propósitos do lobbying e a sua enorme diferença em relação à mediocridade da cunha e do caciquismo. A honestidade, a qualidade e, sobretudo, a clareza e a frontalidade são fatores diferenciadores. Olhar o adversário de frente, nos olhos e com argumentos são princípios sempre presentes.
Vem isto a propósito do documento político inicial que aparentemente está na base do alegado processo disciplinar – que, repito, desconheço em absoluto e sobre o qual não me prenunciarei sem conhecer -, da maneira como dele a tutela tomou conhecimento e do consequente pedido de esclarecimentos. Tenho, como já referi, informações díspares e contraditórias dadas por fontes várias. O que aqui vou deixar escrito nunca o disse, porque ainda não tive oportunidade, ao Munhoz Frade mas já tive oportunidade de o dizer, há já algum tempo, à Dra Mariana Raposo.

Olhei para o documento, li-o na diagonal, mostrado por uma pessoa de fora da região. Essencialmente é constituído por duas partes, uma onde são elencados erros apontados à atual gestão e uma segunda onde são feitas propostas. Nada a apontar, todos temos o direito de escrever documentos deste tipo. Já fazê-los chegar à tutela por meios não diretos – o mail de envio que vi não partiu de nenhum deputado - sem dar conhecimento concomitante aos visados parece-me, no mínimo, cobarde. É assim que se faz lobbying, é assim que se faz política de verdade, é assim que se luta legitimamente pelo poder. Esteve bem o ministro ao pedir esclarecimentos.

Quanto ao alegado processo e ao eventual delito de opinião só o cabal esclarecimento público da situação me permitirá, com honestidade e justiça, ter uma opinião."
Afinal, a sua coragem é pequenina...
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 22:47
Hum? Quer explicar-se?
Não é preciso. Q. E. D.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 22:53
Preciso é, a boca é para mim e fui eu quem não percebeu, donde o QED não se aplica. Mas se prefere ficar pelas meias tintas e pelas insinuações é lá consigo, a ações ficam com quem as pratica.
Exatamente. Ação, negação e omissão.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 23:27
Ora nem mais.
A seu tempo...o tempo é o melhor esclarecedor de todas as dúvidas.Tudo a seu tempo!
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 23:46
E por essas e outras parecidas que tantas dúvidas ficam por esclarecer.
Dúvidas de quem as quer ter!
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:02
Para o peditório da desconversa não dou, não me dá qq gozo.
Sabe naturalmente o que é segredo de justiça AMP?
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:09
O Alvitrando não deve servir para esclarecimentos que estão no âmbito do segredo de justiça.Alvitres nesse âmbito não passam de juízos errados, porque não fundamentados em factos reais,por parte de quem os emite,e como tal entram no campo da desinformação dos públicos interno e externo às organizações,e sim esses alvitres constituem verdadeiras insinuações.
O tema em discussão era simplesmente a saúde e a descentralização nos munícipes,em tertúlias locais.



Atento 2 a 9 de Maio de 2017 às 00:20
De acordo.
AMP teve aqui uma nova oportunidade de se demarcar de um processo de perseguição que o tempo já demonstrou ter contornos políticos. Não o quis. Apenas invocou hipocritamente formalismos do tipo dos que nem sequer respeita. Calculismo de quem quer estar ao mesmo tempo com Deus e com o Diabo.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 08:16
ahahahahahah adorei o "AMP teve aqui uma nova oportunidade", adorei.

De caminho explique lá essa do "Deus e do Diabo", quem são?

Está para nascer quem me fará mudar de opinião só porque o tempo avança, tire o cavalinho da chuva.
Isso não é coerência, mas sim teimosia.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 09:49
Olhe que não, olhe que não, como dizia o outro ao outro.
Até parece não saber o que são recursos de estilo. Saberá distinguir o Bem do Mal?
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 10:02
Por ser um "recurso de estilo" é que pedi para objetivar face ao que estava em discussão. Sobre a distinção "Bem do Mal" tento saber e fazê-la, às vezes engano-me e corrijo.
Quem não encaixa uma crítica, pretendendo ter sempre razão, demonstra imaturidade.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 10:04
eh lá, uma interpretação selvagem a estas horas da manhã é obra.

PS: a "imaturidade" implica a possibilidade de se maturar, coisa que passados os 50 não creio que se aplique.
Exatamente. Burro velho...
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 10:24
Parece que essa é a frase preferida do senhor que veio de Serpa para governar como imperador a antiga Pax Julia. Os bejenses que se habituem porque ele já não muda.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 11:11
Ah ah ah ah!
Veio buscar lã e sai tosquiada! Ah ah ah
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 10:17
Sorry?
Sheared.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 14:15
Não tinha visto este comentário. Sim, claro que sei e defendo o seu respeito enqto não houver legislação em contrário.
Um ano passado, ainda não teve oportunidade de ouvir o Dr. Munhoz?
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:05
ahahahhahahahhahahahahahahahhahahahahahah

(copy/paste capice?)
E eu não tenho de "ouvir" ninguém, não faço parte do processo de averiguação. Aqui chegados devo, por uma questão de coerência, saber as conclusões, ler o processo qdo ele for público e só depois, de modo sustentado, dar a minha opinião enquanto cidadã. Não me parece nada difícil perceber.
Está a dizer que enquanto cidadã só se pronuncia na base de relatórios?
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:13
Não, estou a dizer que enquanto cidadã só me pronunciarei sobre este assunto qdo conhecer o processo, pelas razões que já deixei enunciadas há muito tempo e que para aqui transcrevi agora. Nada mudou donde a minha posição também não.
Só lhe interessa a versão "oficial"...
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:17
Interessa-me conhecer o processo para me pronunciar, contra ou favor da decisão final, de um modo sustentado.
Posição farisaica...
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:22
De todo, posição de principio.
Mas AMP já se pronunciou sobre ele,conforme aqui referiu hoje e há um ano atrás.Nao esperou pelo relatório final e até conheceu um documento em Lisboa ,pasme-se!
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:23
Releia lá tudo o que escrevi, mas relei com olhos de ler e com cabeça de pensar. Depois disso mostre-me, fazendo copy/paste, onde me pronunciei sobre o processo referido no link deixado pelo anónimo das 22:18.
Releia o que escreveu e veja lá como qualificou a atitude dos subscritores do documento.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:46
Mostre-me onde me pronunciei sobre o processo, pf. Desista, não vale a pena baralhar para voltar a dar, o que escrevi, e mantenho, está aí à vista de todos, não altero uma vírgula.
Conhece algum relatório final de processo instruídos e decididos da casa onde trabalha? São públicos? Parece que essa não é a prática da gestão do hospital.Se conhece diga aqui onde os podemos consultar e onde estão as actas de tomada de decisão tornadas públicas.
Seria interessante que os profissionais começassem a conhecer,aliás nos termos do CPA,os actos decisórios da empresa pública onde trabalham de modo a serem evitados os cochixos, insinuações e especulações.Conhecidos os actos decisórios e respectivas fundamentações já cada um omitiria as opiniões de dis ou concordância, próprias do exercício das suas liberdades.
Alensul a 9 de Maio de 2017 às 00:39
O que me implicou pessoalmente conheci, pedi e conheci. E concordo consigo, os atos decisórios e respetivas fundamentações devem ser públicas e publicitadas, é um bom princípio de gestão e transparência, se não é habitual deveria passar a ser, assino um documento que o peça.
De uma dita militante contra perseguições políticas esperava-se outra postura...
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:19
Por isso mesmo é que só posso ter esta. Não faço um uso abusivo de assuntos que foram causa de prisão, tortura e morte de tanta gente.
Tolera as perseguições mais "soft"?
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:30
Não sei o que são "perseguições soft".
São as que não matam, só moem.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:39
Para mim existem perseguições, ponto, e só contra elas.
*sou
Durma descansada, Dra.! Eles não precisam da sua solidariedade.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:33
Durmo sempre descansada.
Ótimo! Sorte sua.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:44
Há sabemos que os considera covardes, como disse há um ano atrás.
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:48
Errado, ora releia o que escrevi "Nada a apontar, todos temos o direito de escrever documentos deste tipo. Já fazê-los chegar à tutela por meios não diretos – o mail de envio que vi não partiu de nenhum deputado - sem dar conhecimento concomitante aos visados parece-me, no mínimo, cobarde. É assim que se faz lobbying, é assim que se faz política de verdade, é assim que se luta legitimamente pelo poder. Esteve bem o ministro ao pedir esclarecimentos.".
Nunca podia ler tal conclusão. Constitucionalmente, esse delito não existe. Mas a realidade demonstra que, na prática, existe...
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:12
Como não? Qdo os processos se tornam públicos podem ser consultados.
A Dra. não quer saber o que já se tornou público há muito...
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:15
Em vez de falar por mim mostre-me, pf, o que se "tornou público". Muito agradecida.
Ahahahahahahah!
Anónimo a 9 de Maio de 2017 às 00:20
Pode ser depois de acabar de rir, não há problema, desde que faça o obséquio de me mostrar fico agradecida.
Bom tema, concordo.Mas, pelo que se divulga, não desejado porque não é pretendida essa discussão tertuliana.
Opções do poder dominante e opiniões não sustentadas de simples cidadãos,profissionais de saúde.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 23:39
A atuação da CIMBAL neste caso não é novidade nenhuma, para quem, como eu, acompanhou o processo de transferência do Museu Regional, da Assembleia Distrital para essa entidade (muitas vezes sozinho, ao lado dos trabalhadores do Museu nas reuniões da AD, num processo tão doloroso para esses trabalhadores) .
Relembro, aqui, o desabafo do último presidente da AD no dia 2 de janeiro de 2015 :
" Finalmente, no dia 9 de setembro, não sem alguma turbulência, foi decidido propor a transição de todo o património e do pessoal para a CIMBAL. O impasse persiste desde então. Dois ofícios enviados à CIMBAL (em 10 de setembro e em 13 de novembro) não tiveram, até à data, resposta ".
Aqui : http://avenidadasaluquia34.blogspot.pt/2015/01/havera-museu-regional-de-beja-em-2015.html .
Como vê, cara Ana, a História não se repete mas, por vezes, tem episódios muito semelhantes.
José Filipe Murteira a 8 de Maio de 2017 às 14:54
Caros concidadãos, vamos continuar a assistir ao "jogo-do-empurra"?
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 15:20
Não conheço o funcionamento institucional dos órgãos autárquicos por estas terras mas qualquer postura do tipo "não tomei conhecimento, que se lixem" ou "eu é que sou o presidente da junta e não tenho de dar cavaco" me parece muito pequeno, eticamente reprovável e antagónico daquilo que é o poder local democraticamente eleito, que se arvora - e bem - no principal representante das populações junto do poder central e que, por isso, tem um dever acrescido de prestar contas a quem o elege.

Fico zangada e, sobretudo, muito triste com este tipo de exercício de poder que, como todos os exercícios de poder pq sim, é medíocre.

Em ano de eleições autárquicas, mesmo não sendo eleitora por aqui, julgo que estas questões assumem particular importância.
O Dr. Frade lutou valentemente contra a amputação do Hospital, medida da troika e do PSD/CDS, o que lhe valeu ser perseguido e maltratado. Alguém tirou proveito dessa luta?
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 09:33
Lutou contra isso é contra a ausência de estratégia com um mínimo de resposta eficaz e de qualidade na saúde do Distrito.Nao aproveitaram porque não houve interesse nem capacidade local para impedir o marasmo e a degradação em que nos encontramos.
Anónimo a 8 de Maio de 2017 às 12:25
Aí vai do branco:
http://www.pracadarepublicaembeja.net/2017/04/a-minha-cidade/nao-nao-e-ano-de-eleicoes/
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