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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

MUNHOZ FRADE ACUSA CA DA ULSBA DE LHE MOVER PERSEGUIÇÃO PROFISSIONAL

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«Uma vez que aqui foi abordado o contexto de perseguição envolvendo a minha pessoa, entendo ter o direito de esclarecer a comunidade em que vivo e para a qual trabalho da existência de um conjunto de ações há muito levadas a cabo pelo CA da ULSBA, que em meu entender configuram objectivo prejuízo profissional:

1. Bloqueio de progressão profissional, não abrindo procedimento concursal para vaga em categoria superior (desde o início do mandato anterior até aos dias de hoje);
2. Tentativa de imposição forçada e inexplicada de mudança de Serviço (fevereiro de 2012);
3. Inexplicada retirada da Chefia de Equipa de Urgência, contra a opinião do então Director desse Serviço (novembro de 2012);
4. Encerramento de Fórum profissional na intranet, sem prévio aviso nem justificação (julho de 2013);
5. Afirmações difamatórias não fundamentadas em Conferência de Imprensa (setembro de 2013).
Que fique assim ao juízo dos leitores a veracidade da afirmação do CA que "não perseguiu qualquer trabalhador"...»

Munhoz Frade a 13 de Julho de 2016 às 16:52, AQUI.

3 comentários

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    Francisco 14.07.2016 11:30


    Este artigo,fresquinho de hoje num jornal nacional,vem bem a propósito do que se tem passado na ULSBA nos últimos anos.
    E a Dra. Mariana Raposo que o tem sentido na pele quer em trabalho quer no que estamos a assistir.


    "O papel dos administradores hospitalares


    A carreira de administração hospitalar existe desde 1968, tendo ficado consagrada a exigência do curso de administração hospitalar como habilitação indispensável.

    Em 1980, a carreira é revista e o exercício de funções é feito, em comissão de serviço, após concurso público nacional. O ingresso fica reservado a licenciados que tenham obtido diploma em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública. A progressão na carreira é feita mediante o tempo de exercício profissional, avaliação positiva por comissão de avaliação constituída por administradores hospitalares e provas (apresentação e discussão de trabalho preparado para o efeito).

    No final da década de 1988 é criada a figura de administrador-delegado enquanto membro dos recém-criados Conselhos de Administração (CA). Todos os elementos deste órgão colegial (entre 5 e 7) passam a ser nomeados por confiança política, não sendo exigido qualquer mecanismo transparente de recrutamento, formação específica, comprovação de competências e avaliação de desempenho. Paralelamente, as remunerações de todos os membros do CA são aumentadas significativamente.

    A partir da empresarialização dos hospitais, em finais de 2002, cessaram os concursos de ingresso e de acesso na carreira de administração hospitalar. Os diplomados em administração hospitalar passaram a ser contratados em regime de contrato individual de trabalho sem acesso a formação contínua, avaliação de desempenho e possibilidade de progressão de carreira.

    Os hospitais são organizações extraordinariamente complexas pela utilização intensiva de recursos humanos, capital, tecnologia e conhecimento. Peter Drucker afirma mesmo que representam a forma mais complexa de organização humana que alguma vez se pretendeu gerir. Efetivamente, longe vai o tempo em que se acreditava que as organizações de saúde eram tão simples de gerir que poderiam ser facilmente lideradas por profissionais não preparados. Assim, não é aceitável que a administração seja desempenhada por políticos, curiosos ou profissionais de saúde sem um conhecimento profundo dos métodos e dos instrumentos de gestão hospitalar.

    Certamente que o conhecimento e a competência necessários não se adquirem através de cursos em horário pós-laboral sem qualquer avaliação de conhecimentos. Não podem existir dúvidas de que a qualidade dos gestores e de dirigentes depende da sua formação e experiência e dos conhecimentos, capacidades e competências que detêm.

    Neste contexto, é imperativo garantir um consenso alargado para um quadro de qualificação da administração hospitalar// gestão em saúde, passando pela educação especializada, processo de recrutamento transparente, avaliação do desempenho e formação contínua.

    Por definição, os administradores hospitalares são os primeiros a exigir a profissionalização da gestão intermédia e de topo dos agrupamentos de centros de saúde, hospitais e unidades locais de saúde do SNS. Todos, sem exceção e sem demora, são bem-vindos a este movimento. Saibamos todos tirar as devidas ilações e consequências.

    Presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares"


    Diário de Notícias de hoje

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    Mariana Raposo-AH 14.07.2016 15:57

    Venho informar , aos leitores do blog, que na qualidade de arguida em processos disciplinares não divulgarei matéria de natureza secreta. Faco sim , a minha defesa sempre em sede própria . É isso que já está a acontecer.
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