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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

MÁRIO SOARES MORREU HOJE

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Mário Soares, que hoje morreu aos 92 anos, foi uma figura central da democracia portuguesa, que começou a vida política ainda estudante, no combate ao Estado Novo, fundou o PS e desempenhou os mais altos cargos políticos na República Portuguesa.

Preso político e exilado pela ditadura de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, que a Revolução dos Cravos derrubaria, foi um dos fundadores do Partido Socialista (PS), em 1973, e depois do 25 de Abril de 1974 foi ministro dos Negócios Estrangeiros dos primeiros governos provisórios, primeiro-ministro dos I, II e IX governos constitucionais, entre 1976 e 1978 e entre 1983 e 1985, e Presidente da República por dois mandatos, de 1986 a 1996.

 

Apresentamos as nossas condolências à família e ao PS.

5 comentários

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    Anónimo 09.01.2017 08:56

    Exatamente em nome da minha liberdade de consciência, não alinho em glorificações acríticas. Na sua vida, o cidadão Soares teve boas e más ações. Tal como todos nós. Por isso não devemos preconceituosamente julgá-lo, nem facciosamente louvá-lo. Para se ter um papel na História não é necessário estar num palco. Os holofotes podem ofuscar tanto os espectadores como os atores. Também se constrói um país com trabalho modesto, sem visibilidade pública. Com a vantagem de não se exporem os nossos defeitos e maldades.
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    Ana Matos Pires 09.01.2017 23:03

    Tem todo o direito, aliás partilho consigo o não alinhamento em "glorificações acríticas" - para falar verdade não alinho em glorificações, ponto.

    Para se ter um lugar na História é preciso fazer por isso e merecê-lo, Soares merece-o. O preço que se paga por isso é, também, a perda da possibilidade de esconder do público "os nossos defeitos e maldades". Aconteceu com Soares como aconteceu, por exemplo, com Cunhal e Sá Carneiro.
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    Anónimo 10.01.2017 00:24

    Ídolos com pés de barro. Uns fabricam o seu mito, outros ficam prisioneiros do próprio mito. As glórias são efémeras, mas as marcas podem ser indeléveis, aquilo a que chamamos História.
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    Ana Matos Pires 10.01.2017 21:45

    Se há coisa que Soares não foi foi ídolo, se há coisa que Soares não teve foram pés de barro.
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