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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Marcha pelo emprego em Sines

Zé LG, 22.05.20

cgtp.jpgA secretária-geral da CGTP disse esta quinta-feira que “as opções que têm sido tomadas pelo Governo não garantem o emprego e os direitos dos trabalhadores”, alertando para o perigo dos vínculos precários em plena crise de Covid-19.

“Nesta altura em que o desemprego, a quebra de retribuições dos trabalhadores, o layoff é tão intenso e tão forte, e as opções que têm sido tomadas pelo Governo não garantem o emprego, os salários, a saúde e os direitos dos trabalhadores, é importante que haja ação e luta”, disse Isabel Camarinha, que recordou que “Trabalhadores com vínculos precários foram os primeiros a ser mandados embora pelas empresas que trabalham no Complexo [Industrial de Sines] e que asseguram um conjunto de trabalhos, tarefas que são de postos de trabalho permanente” e, ainda, que “há o vírus da Covid e há o vírus do ataque aos direitos aos trabalhadores, da exploração que está a aumentar ainda mais nesta situação”.

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jerónimo.jpgA marcha pelo emprego, convocada pelo SITE-Sul, contra a precariedade e para exigir a reintegração dos trabalhadores nos postos de trabalho e um vínculo efetivo nas empresas do Complexo Industrial de Sines, realizou-se em Sines e contou com a presenças dos líderes do BE, Catarina Martins, que se manifestou contra a "normalização" do lay-off e advertiu para efeitos nos salários e do PCP, Jerónimo de Sousa, que alertou para "a situação dramática" em que vivem muitos trabalhadores do complexo industrial de Sines que devido aos vínculos precários perderam o emprego.