Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

José Miguel Júdice disse o que eu penso

Zé LG, 07.04.20

Acabei de ouvir José Miguel Júdice, no seu comentário semanal na SIC, dizer algumas coisas, que eu penso e tenho dito às pessoas com quem lido, sobre a evolução da actual pandemia em Portugal, ou seja, para além de outras:

- As mortes devidas exclusivamente à Covid - 19 e mesmo as causadas pela conjugação desta com outras doenças, sempre a lamentar, não serão tantas quantas as causadas por outras doenças, incluindo a gripe vulgar;

- É preciso e urgente retomar a normalidade do tratamento de outras doenças graves, que estão a matar muita gente por falta de acompanhamento /assistência;

- O confinamento não deverá demorar muito tempo (para além deste mês) sob pena dos danos serem superiores às vantagens da medida, devendo manter-se apenas para os grupos de maiores riscos (idosos, doentes crónicos);

- As decisões devem ser tomadas pelo governo, ouvindo naturalmente os especialistas, ponderando as diversas implicações, lembrando a propósito o encerramento das escolas no dia seguinte aos especialistas terem dito que não deviam fechar.

Nada disto deve ser entendido como um convite ao abrandamento dos cuidados a ter. Antes pelo contrário, o que escrevi atrás só faz sentido no pressuposto de que a evolução do comportamento das pessoas e dos resultados da doença vão continuar como até aqui.

3 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 08.04.2020

    De facto uma figura cinzenta que se movimenta como uma cobra no meio judicial. Um exemplo típico do gajo que sabe de quase tudo antes de acontecer. Um mau exemplo do que, no meu entender, deve ser um bom advogado. Felizmente o Rui Pinto terá algumas novidades sobre as movimentações destes "digníssimos" artistas. É assim que vai a coisa neste paraíso à beira mar plantado.
    O país que passa a vida a dizer "oh desculpe senhor doutor".
    Mas ainda há quem ligue às posições deste "verdadeiro artista"?

    Cgp
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 08.04.2020

    O artista é um "bom artista"!
  • Comentar:

    Mais

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.