Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
13
Mar 17

António Serra, doente com leucemia aguda, chega a aguardar mais de 24 horas para que lhe seja feita uma transfusão de plaquetas.

A sobrevivência de António Gaizinho Serra depende da transfusão de plaquetas que faz todas as semanas no Hospital de Beja. O homem de 80 anos sofre de leucemia aguda e todas as terças-feiras se desloca de Pias, concelho de Serpa, onde vive, à capital de distrito para efectuar o tratamento.

A família do doente já participou a situação à Ordem dos Médicos, deixou várias reclamações no Gabinete do Utente e escreveu cartas ao Concelho de Administração (CA) do Hospital, liderado por Margarida Silveira e José Gaspar, solicitando a resolução do problema. “Nunca obtive qualquer resposta, nunca me disseram nada. Sinto que estão a querer vingar-se de mim por eu ter feito estas reclamações”, desabafa Fátima Serra. A mulher não tem dúvidas em afirmar que o pai “tem sido muito mal tratado neste Hospital”.

A família de António Serra sente-se negligenciada e afirma que vai processar a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA).

Contactada pela Rádio Pax, o CA confirma que o idoso é utente do Hospital mas, “por se tratar de questões de natureza clinica, não fornece qualquer tipo de informação pública”.

publicado por Zé LG às 00:43
Há já tempo que algumas pessoas têm alertado para a progressiva degradação da qualidade dos cuidafos prestados no Hospital de Beja. Não sabem ou não querem ver.Quando derem por isso é tarde demais.E depois não digam que as administrações políticas e incompetentes na matéria nada têm a ver com isso.
Se fosse feita uma reportagem aquele serviço de urgência, sem aviso prévio,como já tem sido feito em outros hospitais, veriam bem o que lá se passa.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 08:05
Com a nova Administração do hospital tudo isso vai acabar com certeza.O Gestor Zé Manel Mestre, que vai substituir o Conde, já o Conde o substituiu,vai por todos os serviços a funcionarem bem.Entao querem o quê? Não merecemos melhor que esta malta do PSD e do PS .
Aguenta doente que o melhor é não adoeceres.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 08:48
O "novo" Diretor Clínico bem que podia começar por explicar à população o que se passa no Hospital para que casos como este aconteçam.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 09:24
Estranhamente as rádios locais não tornam publicos outros casos merecedores de noticia.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 12:04
É com esta falta de qualidade que se opõem a um novo Hospital em Évora?
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 09:28
"É preciso explicar porque razões o Hospital de Beja ocupa a posição de "lanterna vermelha" na classificação oficial dos "empresarializados". A defesa do interesse público exige não só rigor na administração dos recursos. Exige também a transparência dessa gestão perante a comunidade."
(Munhoz Frade, no Diário do Alentejo de 8/8/2003)
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 09:41
Passados estes anos o hospital tem a lanterna vermelha permanentemente acesa.E os politicos do PS que contribuiram para a manterem acessa,teimam em não a apagar.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 12:06
Melhor do que lanterna vermelha - carro-vassoura...
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 16:04
A propósito, continuando a citar o extenso artigo do Dr. Munhoz Frade, escrito em 2003:
"As relações de uma Unidade de Saúde com a população a que serve têm de ocupar um lugar privilegiado nas estruturas de gestão. Manter informados os utentes e dialogar com os seus representantes, eis uma das legítimas expectativas que os cidadãos têm sobre a actividade dos gestores hospitalares."
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 19:09
E ê isso que esperamos vir a acontecer com a presença de um elemento Gestor,escolhido pra CIMBAL e pertença ao órgão de gestão nomeado pelo Sr.Ministro .
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 19:18
Porque não ser o Dr. Frade o indigitado pela CIMBAL para o CA da ULSBA?
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 19:18
Porque não é do PCP há muito tempo.Este partido, maioritario na CIMBAL,escolherá um seu representante.
O Dr.Frade deveria ser sim o Presidente da ULSBA porque o PS deveria saber quem são os seus militantes com competências e perfil de gestão para substituir uma gestora profissional do CDS.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 20:11
O que ele escreveu em 2003 mantém-se atual.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 20:48
Ainda hoje não têm pedalada para ele...
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 21:46
Como pode ser presidente com o Duplo Mestre empurrado de Lisboa para o lixo da província? Nem o homem queria.Alias que queria ser entalado com uma coisa dessas, a não ser um bom ou una giro do PS.
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 22:27
Isto vai dar mau resultado...
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 23:35
M. Frade, por mais que lhe custe, já lá não vai de forma alguma para qualquer lugar executivo na ULSBA.
E com a idade que provavelmente tem, esta foi a sua última hipótese de voltar a desempenhar esse tipo de funções.
Daí, que a única postura que lhe resta e aliás deve ter, será manter-se firme no desempenho das suas funções clínicas e esquecer de vez os cargos político-administrativos.
Penso eu de que ...
Anónimo a 13 de Março de 2017 às 23:51
A equipa nova está constituída e pelos vistos bem e aprovada pelo PS.
Presidente a Margalha,girl do PS.
Duplo Mestre, fugido do Inem e com provas dadas já no anterior CA da ULSBA ,que são por demais conhecidas.
Zé Aníbal , anterior Director Clinico com o Zé Manel, também com provas por demais conhecidas.Esse está tão actualizado que estava de atestado há quase dois anos e desde que tinha saído do anterior CA não tinha feito nada que se visse.
Brissos para comandar os destinos dos enfermeiros,Adjunto do actual enfermeiro director ,do PCP,que nem os enfermeiros e da organização do Serviço de Urgência dá conta.Mas não é mau moço,Não serve é para gerir nada porque nao tem saberes nessa arte.Tem que ir para a escola e pode escolher para Adjuntos alguns que lhe façam os trabalhinhos e que ja foram a escola e até podem ser do PS e do PSD.Por aí os enfermeiros fiquem descansados porque não ficarão piores do que estão.Afinal o Brissos ja era Adjunto da pestinha do PSD.
Vem depois um Gestor profissional da ARSA para fazer alguma obra ,mas não tem experiência em gerir hospitais quanto mais Unidades locais.
Esperamos que a CIMBAL coloque na equipa um Gestor para representar as comunidades locais.Sera do PCP e diz-se por aí que será o comunista médico Telo Faria.Ao menos ê um médico hospitalar e de gestão tem a experiência na Radio Voz da Planicie dizem as más línguas.

A equipa já só está à espera de ir à Cresap para aprovação da sua experiência,competência e perfil de liderança para tamanha organização.É dito e feito e vão depois para a escola como os anteriores para serem bons gestores.

As esperanças estão lançadas e o fruto a recolher deverá ser de qualidade, tal como os anteriores e os anteriores...Tudo farinha de boa qualidade, como tal o pão será de primeira.Basta esperar.
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 00:32
Tem muito que saber,esperamos e esperam os doentes que quanto pior melhor.
Atentissimo a 15 de Março de 2017 às 19:18
Sempre quero ver os pareceres da cresap sobre tão meritórios curricula que acabei de ver aqui retratados.Querem ver que estão todos adequadas mas com necessidades de formação básica na área da saúde e da ética.
Anónimo a 15 de Março de 2017 às 20:36
O futuro a Deus pertence.
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 01:07
Como já alguém aqui disse, ele tem a sua própria agenda.
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 07:53
Muitos comentam, poucos acontecem.
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 08:45
Para acontecer, é preciso perceber o momento certo, ter independência política e coragem pessoal. Não abunda quem reúna tais capacidades...
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 13:13
http://observador.pt/2017/03/13/aparelho-do-ps-ameaca-ministro-para-colocar-boys-em-gestao-hospitalar/
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 00:38
Sobre o que continua a acontecer na saude, Alexandre Lourenço,Presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, comentou no site da Associação


"Infelizmente, temo que esta seja a ponta do iceberg. As regras para o recrutamento de gestores públicos em saúde continuam a permitir estes crimes contra a causa pública e a saúde dos Portugueses.
Importa garantir legalmente que apenas pessoas habilitadas possam ocupar os lugares público de gestão. Temos defendido critérios apertados no que concerne a formação e a experiência profissional.
A Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares continuará a trabalhar para a profissionalização da gestão em saúde.
Disse numa entrevista há uns dias atrás (https://hospitaldofuturo.today/entrevista/):
"Os hospitais são organizações extraordinariamente complexas pela utilização intensiva de recursos humanos, capital, tecnologia e conhecimento (...) não é aceitável que a administração seja desempenhada por políticos, curiosos ou profissionais de saúde sem um conhecimento profundo dos métodos e dos instrumentos de gestão hospitalar."
Continuaremos a denunciar estes comportamentos que apenas atentam contra a legitimidade do poder democrático, da gestão da coisa pública e da saúde do Portugueses."
E a ULSBA tem 8 administradores hospitalares, quatro deles dirigentes do mapa de pessoal com vínculo em funções públicas Alguns já ocupararam funções de dirigentes do topo nomeados e outros têm experiência bastante em gestão de unidades de saúde , incluindo a propria ULSBA e mantendo-a a funcionar, embora muitas vezes num limbo determinado pela gestão do topo.
Pela primeira vez na história do hospital uma administradora hospitalar presidiu ao Conselho de Administração, a Dra. Margarida da Silveira, indicada e nomeada pelo PSD.
Como desempenhou esse papel que não obterá uma recondução no cargo, na nova equipa, por parte do Sr. MInistro da Saúde? É uma questão que merece toda a análise , já feita e ainda por fazer,por parte não só dos seus colegas na ULSBA, como em outras sedes profissionais locais ou outras , concretamente no PS.
O que temos que mudar para que as nossas organizações d e saude tenham mais sucesso,servindo melhor as populações ,sem perdas mas com ganhos de qualidade?
Competência e profissionalismo devem exigir os administradores hospitalares,dentro da sua própria carreira e nos contextos de referência locais determinantes das nomeações que agora se regem por novos normativos legais.
E porque não o caminho de concursos públicos, para estas empresas de saúde?Não haveria profissionais de gestão ,militantes ou simpatizantes do partido A ou B no poder que concorressem ,fossem avaliados e seleccionados e merecessem a confiança do govenno para por em prática as suas opções e politicas plublicas em saúde?
Mariana Raposo a 14 de Março de 2017 às 13:32
Que pena que tenham transformado esta situação, mais uma vez num caso politico!!! Mas já nos vamos habituando a isto!!!!
Aqui nada há de politica, e nada tem a ver com a cor de quem governa!
Deixo apenas uma pergunta: alguma vez perguntaram aos familiares/amigos do referido idoso se ao longo destes 4 anos foram doar sangue???
Todos sabemos que sangue é vida, e só o conseguimos com a boa vontade das pessoas, não com politicas...
anonimo a 14 de Março de 2017 às 14:48
Quem empurrou a discussão para esse lado foi o CA, ao recusar dar informações concretas sobre o caso. Essa recusa demonstrou mais um vez o autismo desse CA, e o desprezo pelas preocupações da comunidade.
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 15:55
Este caso não é mais do que um, entre outros,que são reveladores da desorganização e má prestação de cuidados aos doentes.E essa responsabilidade recai no Conselho de Administração da empresa.
Anónimo a 14 de Março de 2017 às 16:12
Não assustem a Dra. Margalha...
Anónimo a 17 de Março de 2017 às 08:23
A Dra.Margalha já anda assustada quanto mais perante a realidade que ela desconhece completamente.
Anónimo a 17 de Março de 2017 às 16:57
Deixo aqui uma sugestão, que tal investigar porque motivo a chefe de sessão da ulsba, já conseguiu arranjar emprego para o maeido, filga e filho dentro da instituição?
Mais, pergunto a quem direito, porque motivo conseguiu, que o vencimento do filho fosse dobrado este mes e com pagamento de retroativo desde 2013??????
A ulsba recusa o pagamento de retroativos s funcionários e ao que é do conhecimento geral, as carreiras estão congeladas há anos!!!!
Que poder tem esta senhora? Que segredos sabe destes membros?
Ana a 15 de Março de 2017 às 13:33
Simplesmente vergonhoso, irregular para não ir mais longe o que este Conselho de Administração tem feito , assim que soube que se ia embora.Essa senhora beneficia da cumplicidade e protecção do abençoado poder da madrinha que veio de Serpa .Já lá era o seu braço direito e esquerdo e os favores pagam-se com favores, para esta gente.
Anónimo a 15 de Março de 2017 às 17:39
Antes de dizer tanta baboseira veja quais são as habilitações e conteúdo funcional para Técnico de Informática, grau 1, nível 1. Ninguém tem culpa de que o Estatuto das Carreiras de Informática preveja tais remunerações. Alguém tem culpa porque razão, quando corria o ano de 2009 o CA determinou a contratação de um Técnico de Informática e o fulano apresentava habilitações para Técnico de Informática, grau 1, nível 1, porém alguém depois o forçou a celebrar contrato como técnico adjunto e que implica ter habilitações inferiores às detidas. Para terminar, garanto que não existem quaisquer efeitos retroactivos. Se quiserem discordar discordem, se quiserem falar mal falem mas ao menos façam-no com um mínimo de verdade. Se quiserem podem até perguntar ao fulano para consultarem o processo que na volta ele até vos autoriza. Falar de saúde desta forma e do que lhe está subjacente, quer na área de cuidados clínicos quer nas áreas de suporte é simplesmente má-fé e falarem do que não sabem é mesmo para alimentar polémica. Já agora para terminar, verdade que a dita senhora tem os filhos e o marido (que é Segurança) a trabalhar lá e dizem ter muito mau feitio. Quanto à questão do filho, que não conheço pormenorizadamente, a história que precede este post é pura maledicência.
corrigindo a 16 de Março de 2017 às 09:01
Olhe que não é bem assim. Quer dizer, quem tenha na Instituição o Curso de Técnico Superior de Serviço Social, que está com a categoria de Administrativa ou Assistente Operacional, por possuir um curso superior, assim também lhes dá o direito de ocupar esse lugar. Pois no caso em apreço, é precisamente igual, se a Instituição necessitava como quem diz, de um técnico adjunto de informática, lá pelo candidato, que segundo dizem às más línguas, se por acaso possuir habilitação superior, não lhe dá esse direito de ir para uma categoria superior, para mais, não existindo na altura falta de informáticos, tendo sido feito o lugar de propósito, e que para não chamar muito a atenção foi feito pela base como técnico adjunto de informática, só para satisfazer a dita cuja, chefe de secção que tem as costas muito quentes, vamos a ver se com a nova Administração continua a ter as costas quentes.
Temos um curso superior vamos exigir o mesmo tratamento. Queremos igualdade de oportunidades, ou serão uns filhos e outros enteados. Que democracia é esta!
Anónima a 16 de Março de 2017 às 19:34
E uma vergonha a gestão de pessoal desta ULSBA há anos a fio.Ja o filho da Sra.D.Iria tinha que ter o CIT com um valor actualizado de acordo com as suas habilitações, antes da madrinha se ir embora.Para outros funcionários os CIT são imutáveis.So visto!Como se pagam favores destes, colocação e ordenados dos filhos à medida.
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 19:42
Calculem só, alguém o forçou a assinar um contrato como técnico adjunto de informática. As coisas não funcionam assim, se foi aberto um lugar, à partida já está definido qual a categoria para qual o lugar é aberto, não fica depois ao critério de ser nesta ou naquela categoria, até porque a diferença de vencimentos deve andar pelo dobro, além de ficarem frustadas as expectativas de por exemplo existirem candidatos que tenham o curso técnico profissional de informática das escolas profissionais e ou o 12 ano, via profissional informática e que, porventura podem-se ter concorrido, ficando posteriormente ao critério de vamos a ver o que lhe vamos dar em termos de categoria.
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 19:54
Na altura, segundo consta foi mandado abrir concurso para Técnico de Informática e NÃO Tecnico-Adjunto. Ora se foi como Técnico de Informática teria que começar ou pelo estágio ou por Técnico de Informática, grau 1, nivel 1.
anónimo a 16 de Março de 2017 às 20:24
Faltou referir um pormenor importante: já era detentor das habilitações.
anónimo a 16 de Março de 2017 às 20:26
Segundo consta a deliberação na altura foi como Técnico de Informática e como tal, se tinha as habilitações tinha que ser como Técnico do Grau 1, nivel 1; e quanto à senhora fazer o que quer parece que desde há uns tempos que não é bem assim, dito inclusivamente pelos próprios trabalhadores que o actual responsável não a deixa pôr o pé em ramo verde mas isso é o que dizem.
anónimo a 16 de Março de 2017 às 20:30
Auditoria à gestão da ULSBA só que fosse desde que saiu o decreto que ditou a saída da atual administração. Auditoria com apuramento de responsabilidades
naonoscomamporparvos a 16 de Março de 2017 às 11:08
A demora da entrada em funções da equipa pífia congeminada fora de Beja está a criar um clima de mal-estar e vazio de poder, propícios à "lavagem de roupa suja".
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 11:28
E a decisões à pressa para satisfazer A e B.E a uma casa onde o normal é a desorganização e cada um faz o que quer .
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 11:40
"A equipa pifía congeminada fora de Beja"obedecerá certamente aos critérios que o Sr. MInistro da Saude referiu ontem na Assembleia da República a que o Correio da Manhã se reporta:"A ‘guerra aberta’ entre a federação... ministro da Saúde... justificar eventuais mudanças... "debaixo de fogo"... para a nomeação de administradores para a ULS. O ministro defendeu "menos dependência" da confiança política e "mais especialização" dos gestores hospitalares, recusando a filiação partidária como critério.."

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/boys-do-ps-nos-hospitais-foram-negociados?ref=sociedade_destaque
Atentissímo a 16 de Março de 2017 às 12:40
No caso da ULSBA o critério de competência foi substituído pelo critério de necessidade de colocação de alguém...
O que está a atrasar é a CIMBAL não querer alinhar num figurino mais que duvidoso.
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 13:05
Necessidade de colocação de alguém com filiação partidária que muito mal tem deixado o PS não só localmente como lá donde vem do INEM.Que critério será este, deveria ser perguntado ao Sr.Ministro.
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 15:33
Tratou Beja com os pés.
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 15:41
Será que não há um jurista nessa instituição que se norteie pela ética?
Por tudo o que acabei de ler nestes post, é esta senhora que manda na Ulsba? Parece que sim.
De facto, uma vergonha, tamanha discrepância nos direitos dos colaboradores.
Denunciem ao Ministério e talvez consigam uma real transparência nesta instituição.
Anónimo a 16 de Março de 2017 às 20:22
Vamos la por aqui a informação no lugar:
1.O contratado em causa nem foi opositor a qualquer concurso.A sua mae fez um pedido,naquele ano,para o seu filho ser admitido com um CIT na ULSBA.Pedido aceite.As habilitações do rapaz,sem grau de licenciatura,permitiram a sua entrada com um contrato para tecnico no Servico de informática. PARA NAO DAR NAS VISTAS E TAMBEM PORQUE O QUE INTERESSAVA ERA ENTRAR,o rapazito aceitou o tal CIT com categoria e respectivo valor abaixo ainda do que as habilitações academicas o permitiam, ja que o poderiam ter posicionado como o Tal tecnico adjunto.
2.O rapazinho lå se tem mantido a trabalhar com o tal CIT de menor valor do que aquele que a chefinha de pessoal ,sua mae,sabia e pretendia alcançar para o filho técnico de informática.
3.Mas estes anos todos esteve com a pulga atrás da orelha e ă espreita da oportunidade para a dita subida de categoria e de remuneracao.
4.Eis senão que o momento chegou.O Conselho de Administração esta de saida e em gestão corrente e a mãezinha lå subiu ao sexto piso,ou mandou após telefonema, um novo CiT para o rapaz.Missao final cumprida.A família tinha todos os favores feitos.
4.O outro pessoal revolta-se com tanta cunha.Ate resolveram vir so Alvitrando.
5.E não é que a malta tem razao?
TANTOS OUTROS QUE ESTAO COM CIT em categorias e posicionados com remunerações de valor abaixo das suas habilitações acadêmicas?
Entao o que nao faltam ę contratos de AOs que tem grau de licenciatura? E quantos licenciados em Serviço Social estao contratados como assistentes tecnicos?
E ha quanto tempo esperam um lugar ao sol?Um novo contrato individual de trabalho?
5.Mas a empresa não precisa e nao pode por todos os contratados a trabalhar conforme as suas habilitações academicas.Continuara a ter muitos AOs doutores e assistentes técnicos. Ę o mundo do trabalho!
6.Mas o pior sao as cunhas e o sistema de não transparência que se criou ha anos.
Pior ainda as injustiças que premeiam os que aos olhos de todos menos merecem, esquecendo e desmotivando os que mais se esforçam e trabalham.
Atentissimo a 16 de Março de 2017 às 22:09
Atentissimo, concordo quase na integra consigo embora deva ter em conta os dois aspectos atrás mencionados:

1º- Contratação de um TÉCNICO DE INFORMÁTICA
2º- Tinha as habilitações.

Posto isto basta consultar o Estatuto da carreira de informática, ver que lá está a categoria de TÉCNICO DE INFORMÁTICA e de TÉCNICO DE INFORMÁTICA-ADJUNTO e analisar as respectivas remunerações.

A Administração Pública, perante um erro deve corrigi-lo e não persistir nele; se houve erro terá sido do Conselho de Administração da altura ao deliberar a contratação de um TÉCNICO DE INFORMÁTICA.

E nisso reside toda a diferença. Quanto à falta de concursos, na maioria dos casos, tem razão mas vá ver o nº 4 do artigo 14º da Lei nº 233/2005 e parece que a mais recente mantém a mesma disposição, ou seja, resumindo: nas EPE's RECOMENDAM-SE os principios da transparência, boa-fé e publicidade aquando dos concursos, contudo e desde que urgente e fundamentado tudo isso pode ser mandado às marialvas! É ético? Claro que não! É ilegal? também não.
anonimo a 16 de Março de 2017 às 22:21
É irregular.O estatuto EPE não permite contratações como uma empresa privada.Há que distingui-las. E até na nossa casa os princípios da ética não são dispensáveis,

Mas afinal ,à excepção do referido, concordou totalmente com o que postei, pelo que suponho que entendeu a profundidade do meu comentário, muito além da carreira de informática e do estatuto de empresa pública.
Atentissimo a 16 de Março de 2017 às 22:45
Artigo 14º:

4
-
Os processos de recrutamento devem assentar na adequação dos profissionais às funções a desenvolver e assegurar os princípios da igualdade de oportunidades, da imparcialidade, da boa fé e da não discriminação, bem como da publicidade, excepto em casos de manifesta urgência devidamente
fundamentada."

A própria legislação dá origem à falta de ética mas não à ilegalidade porquanto se for urgente e bem fundamentado passa tudo, mesmo que não devesse ser assim. O pior de tudo é que para umas situações considera-se justo, para outras já não quando os critérios deveriam ser uniformes, quer de quem aplica a legislação quer de quem faz comentários à sua aplicação.

Mas reitero que o seu raciocinio para além de lógico é coerente.
anonimo a 16 de Março de 2017 às 23:01
No meio de tantos post e leis, afinal, o rapazinho está legalmente ou não Na carreira? Tem licenciatura para ser técnico de informática ou é detentor de um curso profissional???
Anónimo a 17 de Março de 2017 às 12:21
Supostamente está bem, pois para se ser Técnico de Informática não é necessário ter curso superior mas sim 12º ano na área de informática, curso profissional equivalente ao 12º ano na área de informática ou curso geral mas que contenha um conjunto de disciplinas que dê equivalência ao agrupamento 1 de estudos - Técnico de Informática e para este último até pode ser apenas o 11º ano.

Já para Especialista é sim necessário Curso Superior, nivel 1 se for bacharel (que já não existe a qualificação), nivel 2 se for licenciatura.

Posto isto o rapaz está bem colocado segundo as habilitações que dizem ter, terá sdo é inicialmente mal colocado.
curioso a 18 de Março de 2017 às 00:15
Atentíssimo, mas afinal as contratações na ULSBA funcionam assim! é só pedir! mesmo que não faça falta esse lugar, e sem procedimento concursal com divulgação em um órgão de comunicação social regional, até porque na área da informática, concerteza não existe a situação de urgente conveniência de serviço, com prejuízo de rotura do serviço se essa contratação não se tivesse dado. Se falarmos em pessoal médico, pessoal TDT, enfermagem ou AO, até se justifica por vezes alguma admissão urgente, para que não exista rotura no serviço, até porque quem está nos cuidados de saúde directos ao doente é diferente, pois o doente não pode esperar para o dia seguinte, e mesmo nestes casos deve existir já uma bolsa de emprego com processo de concurso realizado com validade de por exemplo de 1 ano, para poder acudir a essas contratações urgentes que porventura possam ocorrer em áreas ligadas aos cuidados de saúde directos ao doente.
Agora assim, puxa vida, como dizia o outro.
Seja como for a ULSBA não precisa concerteza de tanto técnico de informática de nível 1, tem que ser contratados conforme as necessidades dos Serviços e nunca ao sabor dos desejos da clientela partidária.
Também não sei se é o caso, se posteriormente passa a ter outra habilitação académica, que só por si, seja pretexto para mudar de categoria, porque se formos por aí, na ULSBA, o que não falta é pessoal com licenciatura que está em categorias inferiores. Tal seria se todos fossem para a carreira da licenciatura que entretanto alcançaram por vezes às custas dos colegas que tiverem que ser sacrificados com determinados horários e sobrecarga laboral, para que outros pudessem estudar. Deixaria de existir AO e AT, era tudo Técnico Superior.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 00:23
Na generalidade estamos de acordo. O que disse foi que desde que fundamentado e urgente se consegue, outra coisa é precisar, de facto, do profissional pois ao que parece para contratar um AO, um TDT ou um enfermeiro é não poucas vezes moroso. Mas não se esqueça que essa contratação ocorreu em 2009, numa altura em que as EPE's tinham autonomia para o fazer, ainda que não poucas vezes de forma exagerada, o que começou a diminuir a partir de 2011 a partir da implementação do pacto de estabilidade (austeridade) porquanto ter sido retirado entre muitas, autonomia contratual às EPE's embora se fure o sistema sempre que se possa, mas também se fura para suprir necessidades, ou seja, embora em menor quantidade dá para os dois lados.
atentissimo a 18 de Março de 2017 às 01:27
Atentissimo das 01:27, usar nick name de outros não vale!
Está desculpado(a)porque respondeu razoavelmente ao anónimo das 00:23,mas atentissimo há só um e mais nenhum!Escolha outro ou comente anonimamente,está bem?
Atentíssimo a 18 de Março de 2017 às 09:20
A Sra. enfermeira , filha da Iria,também entrou para o hospital com um contrato a tempo indeterminado,ao contrário de muitas outras, e sem concurso que a colocasse nessa posição.
O futuro enfermeiro director como Adjunto do actual também leva já um treino suficiente para o futuro.
A gestão de pessoal da ULSBA tem sido aquilo que todo o mundo está a ver.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 09:31
Lavagem de roupa suja à parte, a ULSBA tem profissionais dedicados, que prestam serviços aos utentes o melhor que podem, com humanidade. A eles se faça o devido reconhecimento e agradecimento.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 10:42
Sem duvida mas olhe que vão escasseando e passou a estar na moda não fazer muito ,menos ainda fazer bem feito,com zelo e dedicação.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 12:19
Que comentário tão profundamente injusto, caramba.
AMP: Não é que escasseiem os bons exemplos de profissionais.
O verdadeiro problema é a forma como são selecionados, a sua postura, o desempenho e a competência dos responsáveis, e sobretudo o exemplo que dão. Esse si, é que é o busílis da questão.
Depois, não se pode exigir aos subordinados que sejam os tais ditos bons profissionais.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 13:10
De facto o busílis da questão é precisamente aquele que o anónimo da 13:10 menciona.
O comentário não é injusto AMP.E a realidade nua e crua.Os agradecimentos disse doentes ou seus familiares pouco ou nada indicam,porque não são assim tantos e têm muito a ver com a iletracia em saúde, ou não acha?
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 13:30
Acho, repito, o comentário que assinalei como profundamente injusto profundamente injusto, ponto.
É raríssimo o reconhecimento ser público. Mas é frequente o agradecimento pessoal, dos doentes e familiares, aos seus cuidadores, do SNS.
Anónimo a 18 de Março de 2017 às 13:11
Parece que a ULSBA é governada pela dita senhora Iria e o seu superior ou superiores hierárquicos tem medo da língua dela. Como se diz, deve haver gato escondido.....
Fico estupefata com tanta maldade nesta instituição e isto acontece porque não há punições nem responsabilizacoes dos actos de quem os pratica.
Anónimo a 24 de Março de 2017 às 18:15
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