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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“GARANTIR A ACESSIBILIDADE E QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE”

1. As conhecidas limitações orçamentais resultantes, entre outras causas, de passivos de elevada grandeza (o défice das contas do Ministério da Saúde no ano transacto é de 259 milhões de euros) impõem uma gestão rigorosa das unidades do Serviço Nacional de Saúde.
2. Nesse contexto nacional, a principal responsabilidade das equipas dirigentes de Hospitais e Centros de Saúde será a de manter as garantias de acessibilidade e qualidade na prestação de cuidados de saúde, a partir de recursos financeiros “apertados”.
3. Cumulativamente, a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, sendo uma importante empresa do setor dos serviços (a entidade que mais pessoas emprega no nosso distrito), vê-se confrontada com o questionamento dos contornos do seu futuro a curto/médio prazo. Na presente conjuntura, pode colocar-se a questão de saber como manter esta empresa pública numa região em regressão económica, social e demográfica.
4. Superar esta dupla conjugação de difíceis contextos, impõe claramente às forças políticas comprometidas na presente solução governativa um irrecusável sentido de Estado. A defesa do interesse das populações do Baixo Alentejo, a nosso ver implica uma atitude verdadeiramente patriótica e responsável.
5. Neste âmbito da actividade do Estado Social, não basta assumir o dever de fiscalizar a gestão e os resultados. Os eleitores que apoiam essas forças políticas têm a legítima expectativa de ver defendidos os seus interesses não apenas com discursos e posições partidárias de recorte reivindicativo, mas também com a cooperação e participação, seja na definição de opções estratégicas e no acompanhamento como também na operacionalização das soluções.
Munhoz Frade a 2 de Março de 2016 às 16:59, AQUI.

12 comentários

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    Anónimo 02.05.2016 22:16

    Indeminizações existem, sim senhor.
    Veja-se o caso do CCB com António Lamas e o ex-ministro João Sores, que por sinal até esteve em Alvito neste evento que LG aqui destaca.
    Cá estarão é depois os papavos de sempre para pagar os dislates dos nossos governantes para satisfazer e alimentar os seus boys.
    Até quando o povo aguentará com tanto. Os bancos, os boys e os seus políticos.
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    Anónimo 02.05.2016 22:53

    São situações mesmo parecidas!
    E em quanto lesam o erário público as más gestões!
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    Anónimo 02.05.2016 23:15

    Como foi o caso da boa gestão do anterior CA do PS.
    Um exemplo a seguir.


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    Anónimo 03.05.2016 00:10

    Tal como este é o do Cunha Rego.Todos o máximo!
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    Anónimo 03.05.2016 00:43

    Tudo isso é passado.
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    Anónimo 03.05.2016 09:15

    Não! tudo é presente.
    E o futuro CA do PS terá tudo em comum com o anterior. Salvo um ou outro elemento repescado sobretudo da área do PCP e que não tenha alinhado com o atual.
    Não aportaram novas pessoas ao hospital de forma a alterar o seu status squo. As que agora lá estão já lá estavam no tempo dos anteriores CA, e de uma forma ou outra foram coniventes com os mesmos.
    Não nos tratem como ignorantes ou menosprezem a nossa inteligencia. Por favor.
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    Bem Melhor 04.05.2016 15:55

    O futuro CA da ULSBA , a nomear dentro de algum tempo, com um governo do PS, terá como principal protagonista um Médico da casa, que é bem conhecedor dela, e a equipa que irá liderar ,temos a certeza,será bem diferente das anteriores e preocupar-se-a com uma mudança de paradigma em gestão da saúde. Já é tempo de percebermos como é possível fazer a diferença.
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    Anónimo 04.05.2016 22:56

    Não, está errado.
    Independentemente do ser o governo A ou B, um CA é nomeado por um período de 3 anos, e salvo motivos de força maior que não do foro estrito da politica, deve chegar ao fim do seu mandato.
    E o que se preconiza aqui fazer é uma forma de saneamento politico, que 40 anos depois do 25 de Abril, não só já não deveria existir por motivos éticos, como é um ataque brutal aos bolsos dos contribuintes que somos todos nós.
    Daí que todo e qualquer elemento que fosse nomeado para um CA, deviria-o ser por critérios de competência, e não de forma a satisfazer o apetite voraz de um ou uns quaisquer boys de que partido seja.
    É nestes aspetos que se deve centrar aqui o debate, e não no facto de que sempre que se muda um governo, ser obrigatória a dança das cadeiras de forma a satisfazer as respectivas clientelas partidárias e afins.
    O país não aguenta esta persistente degradação do serviço público que parece está instituída e aliás ameaça ser quase obrigatória. E se assim continuar, ninguém tem dúvida sobre o continuo seu empobrecimento, envelhecimento e a emigração dos mais competentes.
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    Anónimo 04.05.2016 23:39

    Esta conversinha pseudomoralista esconde o facto de que os atuais gestores foram escolhidos por combinata partidária, centrada no Conde do PSD, que não tem conhecimentos necessários para gerir unidades de saúde. Os eleitores rejeitaram a política de saúde que o PSD aplicava, que os seus apaniguados punham em prática. A política de saúde agora é outra, bem diferente, por isso os gestores de clientela e caciquismo nomeados pela coligação PSD/CDS não servem. É claro que debitam aqui este arrazoado, só porque lhes interessa manter os tachos.
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    Anónimo 04.05.2016 23:43

    Lê bem a "conversinha pseudomoralista", e deixa-te de armar em espertinho e tentar dar a volta àquilo que percebeste e entendeste muito bem.
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    Anónimo 04.05.2016 23:45

    Oh se entendi...
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