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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“GARANTIR A ACESSIBILIDADE E QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE”

1. As conhecidas limitações orçamentais resultantes, entre outras causas, de passivos de elevada grandeza (o défice das contas do Ministério da Saúde no ano transacto é de 259 milhões de euros) impõem uma gestão rigorosa das unidades do Serviço Nacional de Saúde.
2. Nesse contexto nacional, a principal responsabilidade das equipas dirigentes de Hospitais e Centros de Saúde será a de manter as garantias de acessibilidade e qualidade na prestação de cuidados de saúde, a partir de recursos financeiros “apertados”.
3. Cumulativamente, a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, sendo uma importante empresa do setor dos serviços (a entidade que mais pessoas emprega no nosso distrito), vê-se confrontada com o questionamento dos contornos do seu futuro a curto/médio prazo. Na presente conjuntura, pode colocar-se a questão de saber como manter esta empresa pública numa região em regressão económica, social e demográfica.
4. Superar esta dupla conjugação de difíceis contextos, impõe claramente às forças políticas comprometidas na presente solução governativa um irrecusável sentido de Estado. A defesa do interesse das populações do Baixo Alentejo, a nosso ver implica uma atitude verdadeiramente patriótica e responsável.
5. Neste âmbito da actividade do Estado Social, não basta assumir o dever de fiscalizar a gestão e os resultados. Os eleitores que apoiam essas forças políticas têm a legítima expectativa de ver defendidos os seus interesses não apenas com discursos e posições partidárias de recorte reivindicativo, mas também com a cooperação e participação, seja na definição de opções estratégicas e no acompanhamento como também na operacionalização das soluções.
Munhoz Frade a 2 de Março de 2016 às 16:59, AQUI.

10 comentários

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    Anónimo 07.03.2016 19:53

    Assédio moral é um ilícito punível, previsto na legislação laboral. Façam queixa!
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    JM 07.03.2016 20:35

    As chefias de enfermagem do hospital de Beja estao inaptas para a gestão de recursos de enfermagem que hoje se exige.Estao desajustadas no tempo e no lugar,desactualizadas quanto ao "estado da arte" que se exige para imprimir novas dinâmicas de gestão no terreno funcional da classe.
    Um novo paradigma na gestão da casa exigirá também intervenção a este nível.
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    Paspalho 07.03.2016 22:55

    ora vejam lá, agora apontaram as pistolas de agua para os enfermeiros, assim se vê com a gentinha com que lidamos!
    ora vejam lá que os chefes agora não prestam, malvados, a fazer bulling (ainda bem que não é bowlling)!
    Mas será que fazem mesmo essa coisa? Os cronistas tem, fazem, a mais pequena ideia do que é a vida de um enfermeiro chefe no contexto actual da ulsba? Garantidamente que não, mas que o povo fique sabendo que são eles, que, juntamente com os que sofrem bulling, que garantem que os vossos familiares e os familiares dos vossos amigos, e dos vossos conhecidos, são tratados com um minimo de dignidade!
    A que chamam os cronistas bulling? Ao facto de os enfermeiros chefes tentarem fazer omeletes sem galinhas? ok, pode ser, mas lembrem-se se tentam fazer omeletes é para que os vossos familiares sejam tratados, ou cuidados, como eles dizem, em tempo util..., sim porque depois do funeral há sempre tempo para tudo!
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    Anónimo 07.03.2016 23:29

    Ponham lá mais do mesmo,que ficam todos bem ,os chefes os patrões,o bulling...os directores médicos,os que trabalham para aguentar a coisa e os que querem é descanso e pouco se incomodam com a coisa.
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    Anónimo 07.03.2016 23:31

    Há quem possa dar-se ao luxo de deitar tudo fora?
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    Anónimo 08.03.2016 08:27

    Mas qual tudo?a desgraca que aqui temos.Um Conde que anda a estudar em Lisboa com motorista.Uma PCA que chega ao almoço.Uma Directora Clinica prepotente e um Director Clínico que ainda não percebeu para o que foi nomeado .Um enfermeiro director para por cunhas de Moura,bajular o Conde e fazer estudos em Lisboa.
    Todos juntos são um exemplo,mas não se sabe do quê.
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    Anónimo 08.03.2016 08:42

    Esses tem de levar uma limpeza. Os muitos profissionais dedicados e competentes que a ULSBA felizmente tem não merecem ser comandados por uma trupe tão pífia. Os utentes também tem a consciência de que o seu direito à qualidade na saúde precisa que a ULSBA seja gerida por quem sabe.
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    Anónimo 08.03.2016 09:20

    Essas pessoas sabedoras estão há muito na ULSBA e tem um projeto de futuro para a empresa. Falta serem nomeadas, para começarem a trabalhar. Já muito tempo se perdeu.
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    Anónimo 08.03.2016 09:34

    Essas são de confiança, pois nada tem a ver com práticas espúrias de outros tempos.
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