Francisco George chuta abandono da obra do Lar da Cruz Vermelha para Tadeu de Freiras, que diz recusar jogar “pingue-pongue”
Francisco George, presidente da CVP, diz ter conhecimento da situação, “apesar de todas as decisões” referentes a este equipamento social destinado a idosos terem sido “iniciadas pela anterior direção” da instituição. “O espaço já se encontrava neste estado antes da minha eleição como presidente nacional da Cruz Vermelha em 26 de outubro de 2017. Ora, antes, as obras para o lar já se encontravam suspensas. Portanto, sob a responsabilidade da direção anterior”, refere. “Por este motivo, melhor do que ninguém, o então dirigente da delegação de Beja, José Tadeu de Freitas, saberá responder, visto que foi ele que geriu o empreendimento.”
José Tadeu de Freitas, que liderava a delegação de Beja da CVP, recusa entrar em “diálogos de pingue-pongue” com Francisco George, mas lembra que, á época, “era um diretor funcionário, o que significa que a decisão da obra cabia sempre à sede nacional e nunca à delegação local”.