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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Exigem-se medidas mais específicas e orientadas para a protecção dos mais vulneráveis

Zé LG, 17.01.21

AC.pngO primeiro-ministro, António Costa, convocou para esta segunda-feira um Conselho de Ministros eletrónico para fazer o ponto de situação do cumprimento das medidas.

Portugal é o segundo país com mais novos casos de infeção do mundo e o primeiro na Europa. Relativamente aos óbitos, Portugal surge em quarto lugar na taxa por milhão de habitantes (com 14,12), depois da República Checa (16,5), do Reino Unido (16,3) e da Eslováquia (15,2).

Quase todos os hospitais estão no limite – muitos já ultrapassaram -, da sua capacidade de internamento e consultas, cirurgias e outros tratamentos de outras doenças estão suspensas. Esperamos que o governo, em vez de tomar medias generalistas destinadas a todos mas que só poucos cumprem, seja capaz de tomar medidas específicas orientadas no sentido da protecção dos que mais são atingidos pelo novo coronavírus. É incompreensível e inaceitável que não seja possível travar os contágios e evitar a mortandade nos lares. Tal como se verifica relativamente a alguns outros grupos de maior risco, como os obesos. Porque não é passada baixa aos portadores de doenças mais vulneráveis à COVID-19, como se verificou no outro confinamento, por exemplo?

3 comentários

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    Zé LG 20.01.2021

    Infelizmente para muitos, acho que o tempo me tem dado razão em muitas das críticas que tenho feito. Veja-se o resultado das medidas tomadas neste Conselho de Ministros... Poderão ser uma ajuda? Sim! Mas alguém acredita que assim se consiga travar o galopar da pandemia?
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    Anónimo 20.01.2021

    Nas autarquias a questão não parece muito unânime! Ainda se insiste no atendimento presencial, e no trabalho no local habitual, obrigando os funcionários e as populações a deslocações desnecessárias, e ao contacto próximo!...Não se compreende isto. Parece que o teletrabalho é obrigatório por decreto (tendo sido criados meios de fiscalização de incumprimento), mas de aplicação difícil!...Não seria, à semelhança do 1.º confinamento (em cenário bem mais ligeiro) agora mais premente, a aplicação dessa medida?...Digo eu.
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