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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Empresa de água envolvendo municípios do PS poderá ser inviável”

EMAS-1-768x432.jpgÉ assim, sem parêntesis”, que o Diário do Alentejo, na sua edição da semana passada, noticia a situação em que ficou “a proposta de criação da Águas do Baixo Alentejo. Uma empresa que envolveria oito dos nove municípios socialistas” da CIMBAL “e o grupo Águas de Portugal, que ficaria com 51 por cento do capital desta entidade para gerir a distribuição da água em baixa”, segundo esclarece aquela notícia do Diário do Alentejo.

A inviabilização da criação da referida empresa resultará do chumbo da proposta registado nas Assembleias Municipais de Castro Verde e de Beja.

Pela importância do que está em causa e pela polémica que aqueles chumbos geraram, proponho-me, através dalguns alvitres a publicar aqui, colocar algumas questões que nos podem ajudar a compreender melhor este processo e as suas repercussões.

Comecemos, neste primeiro alvitre, pelas seguintes questões:

1 – Porque envolveu esta proposta apenas municípios geridos pelo PS? Se, com esta empresa, se pretendia aproveitar “a oportunidade de ter um investimento de renovação das redes de água”, porque ficaram de fora os municípios geridos pela CDU?

2 – Porque não integrou a proposta um município (de Ferreira do Alentejo) gerido pelo PS? Porque, segundo Pita Ameixa, o se presidente, “importa tomar decisões de fundo e fundamentadas… um rumo, definido e seguro, para as próximas décadas, e não apenas para os próximos anos” e avaliar “os prós e contras de cada tipo de sistema”.

Será que o processo foi conduzido procurando envolver todos os municípios e esclarecendo os autarcas, os trabalhadores e os consumidores do que pretendiam os seus promotores directos e das diversas consequências desta alteração na gestão da água em baixa?

Voltaremos ao assunto, noutros alvitres, abordando outros aspectos do processo.

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