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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

É urgente cuidar do património da cidade de Beja

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A cidade de Beja assiste ao degradar de todo o seu património, seja municipal, regional (ex.: Museu Regional de Beja), privado (ex.: edifícios na Praça da República e Rua do Touro), religioso (ex.: Ermida de São Pedro) ou do governo central (ex.: antigo edifício do Governo Civil). Ao passear pela cidade, é possível verificar o estado de degradação a que chegam os equipamentos fruto da ausência de um trabalho de manutenção rigoroso e permanente. No caso do Parque da Cidade de Beja (foto), a manutenção tem sido apenas cortar a relva e apanhar o lixo que muitas pessoas insistem jogar para o chão (farão isso nas suas casas?).

...

É urgente cuidar do património da cidade, e isso não tem sido feito, pelos menos, nos últimos 10 anos. Não é um problema exclusivo da câmara, mas de todos. No caso aqui retratado, a culpa é do município, que não adotou nenhum plano para recuperar a beleza do Parque da Cidade. Basta ver o estado degradante em que se encontra o WC público, deck e mobiliário exterior do único café existente no parque, tendo inclusive afugentado muitos clientes que frequentavam o local.

7 comentários

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    Anónimo 08.11.2018 14:33

    É sempre bom dizermos que podemos estar completamente enganados, porque na verdade, muitas vezes estamos, ou, somos enganados.
    O ter conhecimento das matérias, desde a crise de 2008, ficou completamente desacreditado, basta lembrar as enganosas previsões seguidas pelas inúteis receitas.
    Duvido muito que um super gestor faça algo sem meios, sem pessoal, sem fiscalização ou controlo de recursos.
    Não é preciso muita discussão nem muitos doutores para chegarmos a uma evidencia.
    Falta dinheiro.
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    Anónimo 08.11.2018 15:40

    Sim, é evidente que falta dinheiro, e não é só de agora.Na saúde e neste hospital sempre assisti à maior ou menor falta dele .Perguntem ao Dr.Apolino Salveano se tinha muito dinheiro quando liderou a gestão desta casa , por várias vezes, e como atuava. Mas como diz e bem ,assim o referi no comentário anterior ,o tal gestor , e não precisa de ser super, porque não há super nesta matéria ,tem é que ser profissional, precisa de meios ou melhor dizendo instrumentos de gestão, mas também de efetuar o controlo de todos os recursos e trabalhar com fiscalização( os recursos públicos são fiscalizados,não?). Também são esses os ingredientes, entres outros, os da indispensável eficiência de que falava.
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    Anónimo 09.11.2018 13:02

    A propósito da liderança do Dr.Apolino aqui referenciada, pelo anónimo das 15:40, no hospital de Beja , e das" inúteis" competências dos "super gestor" aqui referidas por outro anónimo, parece-me importante aqui fundamentar ,para melhor se perceber os êxitos dos dirigentes médicos Flores ou Apolino(somente exemplos) /êxitos simultâneos do nosso hospital/da nossa imagem fortemente positiva num quadro de valores de referencia nacional,a distinção entre os vocábulos dirigir e gerir.Considero que o estado da arte, nesta matéria e desde há muito, é um desenvolvimento dos clássicos,no mundo da empresa;estão por hábito associados a tanto prestigio que hoje muitos tentam ocupá-los sem que para isso tenham condições,embora esteja demonstrado que é possivel alcançar níveis aceitáveis a partir de oportunidades de exercício a níveis mínimos.Mas parece que não tem sido essa a progressão ,desejável é certo, no hospital de Beja.É que dirigir é uma "arte"-não uma profissão-, que se melhora mas que ser"politico de empresa"exige três competências, conceito que partilho,desenvolvido por Antonio Valero in "Capacidades del politico de Empresa",IESE,1973,que sintetiza":i)capacidades relacionadas com os conhecimentos(conceptuais ou práticos);ii)capacidades relacionadas com as atitudes(com valores ou com a vontade);iii)capacidades relacionadas com certas capacidades inatas.E dizia este estudioso que se desenvolvem estas capacidades em sentido decrescente,restando às qualidades inatas muito menor desenvolvimento e que por isso fazem parte do arquético do líder.Não há dúvidas que Flores,Apolino foram liders desta casa,daí o sucesso e o seu período áureo.Como dirigentes,as suas lideranças assentaram no impulso para atuar em contexto que era de incerteza(como o atual), imaginação realista,iniciativa para abordar e tratar assuntos,mesmo que não fossem "o politicamente correto"(o que falta hoje) e elevada capacidade de despertar a confiança nos outros...(hoje inexistente).Por tudo isto, ao dirigirem esta casa, fizeram quase sempre "a coisa certa" e para a sua equipa de gestão tiveram gestores que fizeram ,a maior parte das vezes, "as coisas certas"porque eram bons ou razoáveis profissionais de gestão.
    Nesta minha reflexão, que o LG ,provavelmente sem intenção, me induziu a fazê-la,só há lugar para uma organização/hospital subsistir se houver a expectativa de um futuro melhor e nobre( o seu core business-aqui a prestação de cuidados de saúde), se ele for "escolhido" e para isso, para investir ,empreender ou dirigir,precisamos de projectos,de projecções no futuro para as pessoas e para os recursos materiais associados.Em suma precisamos de uma visão da coisa pública com eixos estratégicos pensados pelo líder e taticamente operacionalizados pelos gestores,mantendo acessa a chama da boa esperança associada a uma visão própria do negócio.Só uma missão indeclinável de Alta Direcção poderá ter ainda um efeito mobilizador, alinhador e catalisador das melhores energias de todos e ou de alguns ,na empresa hospitalar.Se tal desígnio não for conseguido, a organização fica enquistada ,sem objectivos claros,atrativos e partilhados em que a hierarquia , estrutura e organização tornam-se fins em si próprias, autoalimentam-se, engordam, atingindo mesmo o estadio do esmorecimento .Não queremos ...precisamos de dirigentes impulsionadores e realizadores que governem" com e através de outras pessoas"(Cf.Lucas e Valero), para abalar a inércia instalada,conduzindo a empresa desta situação para uma outra muito melhor.

    Chega! o que o LG provocou! e será que pelo menos o meu ego melhorou??
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    09.11.2018 16:06

    Em suma: liderança forte e gestores competentes. A receita que a ULSBA precisa aviar...
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    Anónimo 09.11.2018 17:36

    O LG fez , em meu entender,uma suma excelente .Nao é preciso ser Dr. para recomendar o “avio da receita”.
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    Anónimo 09.11.2018 18:02

    Já deve ser tarde para aviar essa receita.O doente não estará já moribundo?
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