Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

É urgente cuidar do património da cidade de Beja

21227599_dT7cD.jpeg

A cidade de Beja assiste ao degradar de todo o seu património, seja municipal, regional (ex.: Museu Regional de Beja), privado (ex.: edifícios na Praça da República e Rua do Touro), religioso (ex.: Ermida de São Pedro) ou do governo central (ex.: antigo edifício do Governo Civil). Ao passear pela cidade, é possível verificar o estado de degradação a que chegam os equipamentos fruto da ausência de um trabalho de manutenção rigoroso e permanente. No caso do Parque da Cidade de Beja (foto), a manutenção tem sido apenas cortar a relva e apanhar o lixo que muitas pessoas insistem jogar para o chão (farão isso nas suas casas?).

...

É urgente cuidar do património da cidade, e isso não tem sido feito, pelos menos, nos últimos 10 anos. Não é um problema exclusivo da câmara, mas de todos. No caso aqui retratado, a culpa é do município, que não adotou nenhum plano para recuperar a beleza do Parque da Cidade. Basta ver o estado degradante em que se encontra o WC público, deck e mobiliário exterior do único café existente no parque, tendo inclusive afugentado muitos clientes que frequentavam o local.

6 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 07.11.2018 09:46

    Mais uma vez, é sempre o mesmo a “pôr a boca no trombone”... Os bejenses são uns pamonhas.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 07.11.2018 10:23

    Difícil de entender estas críticas, sobretudo vindas de quem vêm.
    Isto porque só quem não está atento à politica e em particular à discussão que ainda continua na especialidade do orçamento do estado. É que não percebe o que está a passar neste país.
    Passado que foi a reposição de algum poder de compra e alguns direitos dos trabalhadores sonegados durante a vigência da "ditadura da Troika". Agora e à frente de tudo, está a diminuição do enormíssimo deficit do estado. Antes que venha nova crise económica que nos envie de novo para o "lixo".
    De modo que bem podem bradar aos sete ventos PCP, BE e sindicatos como por exemplo os mais ativos e organizados como é o caso dos enfermeiros. Os cortes estão aí e para ficar. E não deixa sector publico nenhum de fora, incluindo o caso manifesto da saúde.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 07.11.2018 10:29

    Corte-se no escandaloso apoio à banca!!!
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 07.11.2018 11:17

    E achas que seria possível?
    Talvez quando o BE for poder e tiver a maioria. Que esperemos que nunca aconteça.
    Atualmente isso só poderia acontecer em países como a Venezuela ou da América Central como as Honduras.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 07.11.2018 11:20

    Aliás, é o velho slogan de que "Os ricos que paguem a crise".
    É deveras salutar que passados que foram 43 anos do 25 de Abril de 1974 ainda se mantenha firme e hirto. E ainda haja quem aqui o diga, e sobretudo ainda acredite nele.
  • Comentar:

    CorretorEmoji

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

    Comentários recentes

    • Anónimo

      Exactamente! O "idiota útil", empurrado pelos "gra...

    • Anónimo

      totalmente de acordo. o Paulo Arsenio é um boy com...

    • Anónimo

      O Paulo Arsénio está ao serviço do PS, não contest...

    • Anónimo

      Para fazer dinheiro vale tudo...

    • Ana Matos Pires

      Só por curiosidade deixo aqui as idades de todos:A...

    Mais sobre mim

    foto do autor

    Sigam-me

    Subscrever por e-mail

    A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

    subscrever feeds