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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“É necessário esbater fronteiras e criar dinâmicas regionais, deixar de pensar os territórios na sua dimensão paroquial”

Zé LG, 21.08.21

imgLoader2.ashx.jpg«Há vários problemas e cada um tem soluções diferentes, mas acreditamos que a solução principal passa por conciliar interesses e criar uma perspetiva comum a todos que valorize uma estratégia regional assente em várias soluções e dinâmicas. Estamos a viver um tempo de oportunidades através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que deve ser aproveitado pelos municípios, não só numa perspetiva local mas sobretudo intermunicipal e que a partir daí se crie uma dinâmica regional.

É a mais importante oportunidade para os problemas estruturais da região. Não teremos nas próximas décadas outra oportunidade igual e esta tem uma condição importante: o que não for feito por esta via até 2026 já não será feito. Portanto, não só é preciso ter projetos de aproveitamento do PRR como é necessário ter capacidade de os executar até 2016. E quando falamos em executar não é no modelo que temos usado de fazer por fazer, as coisas têm que estar interligadas, Têm que fazer parte de uma estratégia de planeamento comum a toda a região. O PRR é decisivo para promover a coesão e através da coesão criar equilíbrios e sustentabilidade. Preocupa-nos que a visão possa ser muito redutora e que na maioria dos casos as autarquias não estejam a olhar para esta oportunidade como um modelo de desenvolvimento regional. É necessário esbater fronteiras e criar dinâmicas regionais, deixar de pensar os territórios na sua dimensão paroquial. É para isso que serve o PRR, para resolver os problemas estruturais e não para as soluções pequenas. Esta é uma revolução para as próximas décadas e não para os ciclos eleitorais imediatos.»

Trecho da entrevista de Jorge Barnabé, do Observatório do Baixo Alentejo, ao Diário do Alentejo.

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