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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

É ESTA A ABERTURA DE QUE FALA ANTÓNIO COSTA?!

130420151856-756-PEDRODOCARMO.jpgA Comissão Política da Federação do Baixo Alentejo do PS já aprovou, por maioria, a lista de candidatos pelo distrito de Beja nas eleições legislativas deste ano. Pedro do Carmo encabeça a lista, José Alberto Guerreiro, presidente da Câmara de Odemira é o número dois e em terceiro lugar está Conceição Casanova, professora e ex-deputada.
O cabeça-de-lista, por indicação do secretário-geral do PS, António Costa, é Pedro do Carmo, atual presidente da Câmara de Ourique e líder da Federação, (ao que tudo indica, incluído na quota dos “seguristas”).
Como suplentes foram aprovados os nomes de Luís Martins, atual presidente da JS do Baixo Alentejo, Renata Veríssimo, presidente das Mulheres Socialistas do Baixo Alentejo e João Dinis, presidente da Concelhia de Moura do PS.

Será que a Comissão Política Nacional do PS aprova esta lista? Se o fizer contraria a garantia dada por António Costa de renovação e abertura das listas de candidatos. Com efeito. Esta lista é exclusivamente constituída por quadros do PS, incluindo os principais dirigentes das suas estruturas distritais. A Comissão Política da Federação do Baixo Alentejo (Beja) do PS não foi capaz de encontrar um só nome fora do seu círculo mais apertado capaz de integrar esta lista. Esta é uma das principais manifestações da incapacidade dos partidos tradicionais, neste caso do PS, se regenerarem.

15 comentários

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    Anónimo 23.07.2015 10:29

    Já agora podia divulgar que propostas tem esse movimento para a Saúde no distrito de Beja.
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    Ana Matos Pires 24.07.2015 00:44

    A candidatura cidadã LIVRE/Tempo de Avançar será uma das forças políticas concorrentes às eleições legislativas de 4 de outubro. Não está em causa, portanto, um processo eleitoral autárquico nem regional, donde as propostas relativas à Saúde são, como se percebe e seria de esperar, nacionais. Deixo-lhe a Agenda Inadiável http://tempodeavancar.net/?page_id=10838. O programa mais específico na área da Saúde será posto a discussão pública em breve, se estiver interessado(a) diga, pf.
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    Anónimo 24.07.2015 09:09

    Essa agora! A cabeça de lista não avança nada sobre a Saúde em Beja!
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    Anónimo 24.07.2015 23:36

    Há! A cabeça de lista do LTDA até acha que o CA da ULSBA está muito bem assim e deve continuar.
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    Ana Matos Pires 25.07.2015 08:56

    ehehehehheheheh fala-se em "propostas para a Saúde no distrito de Beja" e o(a) anónimo(a) chuta com o CA da ULSBA. Estranho entendimento sobre "política de Saúde no distrito de Beja", que menorização a sua e que demonstração da apologia da pseudo-política.

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    Anónimo 25.07.2015 09:19

    Querem ver que na óptica desta candidata do livre a política de saúde no Distrito nada tem a ver com o Conselho de Administração da ULSBA? Já agora servem todos para o mesmo! Nem precisam de plano estratégico para o Distrito e vão à função"cópia e cola"do programa do livre?I.V.G....e por aí...
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    Ana Matos Pires 25.07.2015 09:43

    Vejo que começa a perceber, as pessoas que coordenam uma instituição do SNS - por nomeação do accionista da empresa, o Estado e mais especificamente o governo - "não servem todos para o mesmo", desde logo porque o "mesmo" não existe, ou não deve existir, e depende da política nacional prevista para o sector.

    Aqui chegado falta-lhe perceber a parte de elaboração participativa de um programa político eleitoral. Vá, só mais um esforço, vai conseguir.
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    Zibelina 26.07.2015 18:47

    Ó Dra., a questão do CA da ULSBA é que se tem primado pela incompetência! Neste caso, se a política de Saúde é má, uma gestão incompetente ainda piora mais as coisas! Portanto, a medida de o destituir, substituindo-o por uma equipa competente, teria um efeito positivo mais rápido do que a mudança de política de Saúde. Não acha?
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    Zabalona 26.07.2015 19:26

    Eu digo ainda mais: os conselhos de administração devem ter como objetivo gerir a casa de modo a que realize da melhor forma a sua missão. E a missão dos Serviços de Saúde não é agradar a ministros.
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    Ana Matos Pires 26.07.2015 22:29

    A missão dos serviços de saúde públicos é prestar cuidados de saúde. A maneira como esses cuidados são prestados dependem das políticas de saúde em curso e as escolhas das políticas de saúde dependem do voto.
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    Anónimo 26.07.2015 23:37

    Discordo. A "maneira" como os cuidados de saúde são prestados depende de quem os presta. As políticas de saúde determinam opções de financiamento e recursos, mas não a "maneira"... Ou será que o entendimento que faz é de que os profissionais podem desculpar-se das suas "maneiras" não serem boas devido às más políticas?
    São as boas práticas de gestão dos dirigentes que influenciam a prossecução da missão. Os que se desviam da missão não servem. Independentemente das políticas.
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    Anónimo 27.07.2015 09:24

    E nessas boas práticas de gestão dos dirigentes nomeados insere-se ,com toda a certeza, e mais ainda num contexto recessivo, o conceito de eficiência aplicado ao plano estratégico ,aquele instrumento de gestão que permite seguir a missão da organização, escolher as respectivas opções estratégicas e definir os eixos estratégicos de intervenção, concretizando os objectivos para atingir as metas traçadas. A competência dos gestores nomeados pelo poder político está no cumprimento deste plano ,utilizando os dados quantificáveis e comparáveis que dele emanam.
    Tal não é ,a maioria das vezes o caso.
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    Ana Matos Pires 27.07.2015 09:37

    A avaliação da dita "eficácia" do desempenho dos orgãos directivos nomeados por confiança política é da responsabilidade do poder político central que, ao renomeá-los, atesta da sua "eficácia" no desempenho do seu projecto político. Como vê o que interessa discutir, sobretudo em fim de legislatura e à beira de eleições, são políticas sectorais, neste caso políticas de Saúde. Os nomes de quem é nomeado por confiança política são secundários, na minha opinião, desde logo porque não dependem do voto directo.
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    Anónimo 27.07.2015 11:25

    O que o dito Poder Central espera, ao nomear quem nomeia, é que os nomeados trabalhem para realizar os objetivos programáticos do Governo para o setor. Para tanto, que se lembre os tempos em que servia ser-se industrial de cutelaria para ser nomeado presidento de CA de hospital... Ora, esse tipo de confiança política nos nomeados pode perverter a missão das unidades de saúde. Por um lado a avaliação da eficácia de gestão não é habitualmente feita, ficando-se pelos resultados de exercício, as tais boas contas. Por outro lado, como as decisões políticas a nível macro muitas vezes desconhecem especificidades locais, é difícil encontrar critérios e padrões para o "benchmarking". Ora, o voto direto tem muito a ver com o sancionamento ou rejeição que os eleitores fazem, dos RESULTADOS. Que se avalie então da eficácia das gestões, também pelos resultados não apenas económicos, mas em termos de ganhos de saúde das populações servidas pelas unidades.
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