Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
01
Ago 15

Graças ao empenho dos seus dedicados profissionais, no Hospital continua-se a prestar cuidados de saúde de boa qualidade. Felizmente, as polémicas do Alvitrando não tem efeitos negativos sobre essa realidade. Pelo contrário, os problemas aqui denunciados e os debates vivos que se desencadeiam tem contribuído para uma maior consciencialização dos problemas por parte dos cidadãos. Os gestores não tem que ter medo da transparência. Isso é normal numa sociedade aberta e civilizada. Além de termos bons serviços de saúde, também queremos ser civilizados.

Comentário de Anónimo a 30 de Julho de 2015 às 11:03, aqui.

publicado por Zé LG às 11:03
Mas quem avalia esses cuidados de Boa qualidade?
Digamos que os profissionais vão fazendo o que podem ...e outros o que querem .
Anónimo a 2 de Agosto de 2015 às 14:23
Avalia quem sabe avaliar.
Anónimo a 2 de Agosto de 2015 às 14:55
Avalia quem é doente e lá vai.
Anónimo a 2 de Agosto de 2015 às 15:00
Pois, são esses e os seus familiares que tem de avaliar.
Anónimo a 2 de Agosto de 2015 às 15:04
Não é só criticar. Também há o que elogiar!
Anónimo a 2 de Agosto de 2015 às 22:54
A missão de um Hospital

“Longe vão os tempos da teoria da administração científica de Frederick Taylor que, no início do século passado, defendia a repartição de responsabilidades, em que à administração competia o planeamento das tarefas e dos métodos de produção, bem como a supervisão do processo produtivo e aos operários competia a execução pura e simples do trabalho. Hoje, e segundo Peter Drucker, definir a missão de uma organização é difícil, doloroso e arriscado, mas só assim se conseguem estabelecer políticas, desenvolver estratégias, concentrar recursos e começar a trabalhar; só assim uma organização pode ser administrada, visando um desempenho óptimo. E esta actividade torna-se muito mais eficaz se puder contar com a participação dos vários profissionais.

De facto, nos dias que correm, espera-se um enfoque no envolvimento dos colaboradores na definição de matérias estratégicas para a organização, como sejam a sua missão, visão, valores e objectivos organizacionais.

O momento da definição da missão pode ser extraordinariamente profícuo se for compartilhado com o maior número possível de profissionais, num processo de construção colectiva e participada. Essencial é o distanciamento da perspectiva formalista, aquela que tem a pretensão de ser possível a definição de objectivos “de cima para baixo” para serem cumpridos pelas “bases” da organização. Torna-se, também, fundamental desenvolver esforços no sentido de efectivar o comprometimento da organização com os seus utentes.

A organização e as actividades dos hospitais não podem ser equacionadas olhando apenas de e para o seu interior, sem atender ao meio que os rodeia.

De resto, além da missão assistencial, o SNS necessita que o conjunto dos seus hospitais assuma posicionamento decisor quanto à inovação tecnológica e organizacional, criador de conhecimento e de doutrina, modificador da realidade. A missão e a visão dos hospitais devem constituir a declaração
pública dos valores humanitários compartilhados por todos os que trabalham na organização e dos objectivos que se pretendem alcançar, favorecendo a confiança tão ansiada pelos utentes destas instituições prestadoras de cuidados de saúde.

Os hospitais não podem ignorar que têm, hoje em dia, uma tripla vertente nas respectivas missões: são simultaneamente plataformas tecnológicas sofisticadas, instâncias de acolhimento de pessoas em sofrimento e vectores essenciais de formação e ensino de profissionais de saúde.

A cristalização na imputação ao hospital de uma missão exclusivamente tecnológica, distanciada da comunidade, concretizada em episódios de cuidados pontuais, por curtos períodos, dirigido ao “caso” (que não à pessoa
doente), num modo de “produção” preferencialmente dedicado a doenças agudas, é um equívoco e um erro responsáveis por grande parcela da ineficiência que é diagnosticada no funcionamento dos hospitais.

Na verdade, essa concepção de hospital já não encontra fundamento no actual perfil de doença, primordialmente crónico, em que a maioria das pessoas que carecem de cuidados hospitalares apresenta multipatologias e efectua diferentes terapêuticas. Neste contexto, o hospital precisa de incorporar-se na cadeia de cuidados clínico-sociais que os doentes necessitam.

O hospital é uma organização com responsabilidades éticas especiais que não podem ser comprometidas aquando da inclusão de traços empresariais na sua reestruturação e cujos valores e princípios devem centrar-se na orientação para os cidadãos-utilizadores, promoção da melhoria contínua da qualidade, transparência nos processos de decisão e respeito pelos princípios éticos.

Além do mais, na fidelidade à sua missão social específica, a organização de saúde não pode deixar de lado os aspectos ligados à sua sustentabilidade financeira. A incorporação de tecnologia eleva os custos e faz com que as decisões clínicas envolvam, muitas vezes, volumes financeiros consideráveis.
Assim, a solicitação de procedimentos diagnósticos ou terapêuticos onerosos pode gerar conflitos entre o corpo clínico e a administração do hospital, com risco de ambos poderem romper o seu compromisso ético para com a
excelência na assistência e nos cuidados."
(continua)
Anónimo a 3 de Agosto de 2015 às 16:18
(continuação)

"Hoje, um dos maiores desafios vividos nas organizações hospitalares é o de conciliar um custo baixo dos cuidados médicos com a prestação de serviços de boa qualidade aos clientes e à sociedade. O apelo a novos conhecimentos clínicos para avaliar a relativa eficácia ou ineficácia de diferentes intervenções tem sido abordado e vem sendo advogada a adopção de um modelo médico de prestação de cuidados baseado na confirmação empírica da sua efectividade, de modo a defender a generalização das práticas que se evidenciem melhores na avaliação custo-efectividade e a evitar a futilidade desperdiçadora de recursos e deletéria para os doentes.

Assim, a missão, a visão, os valores e os objectivos organizacionais, se bem trabalhados e inseridos num bom sistema de gestão, podem contribuir para qualificar o atendimento prestado pelas organizações de saúde.”

MINISTÉRIO DA SAÚDE, JANEIRO DE 2011...
Anónimo a 3 de Agosto de 2015 às 16:20
A hospitalização privada denuncia as relações do MS com as Misericórdias.Temos na ULSBA um exemplo do que nao deve acontecer com os dinheiros públicos da saúde.O negocio de Serpa deve ser rapidamente desmontado,clarificado e tornado público em todas as suas vertentes.
Ler DN de hoje neste endereço.


http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4714669#.VcDMutJN3bY.mailto
Alensul a 4 de Agosto de 2015 às 15:50
Novidade fresquinha do Hospital .Finalmente tem auditor interno.E sabem quem é o eleito? Sim ,mais valia ter sido nomeado pelo ministro.Nem mais nem menos,que um tal de Amílcar Mourao, antigo Leader dos laranjinhas no Distrito que precisa de um emprego por cinco anos bem remunerado,com vista a assegurar o seu futuro político e reingresso nas filas políticas do PSD, sabe-se lá se para deputado presidente de federação...ou outro qualquer ,de onde o companheiro Eng. Ramoa o pôs a milhas há uns anos atrás.
É assim se vão gerindo os recursos públicos da saúde.O Hospital está entregue a bicharada incompetente. Este é mais um deles.
Anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 16:53
Vergonha. o CONDE ao ver que o SIMÕES vai de vela já prepara outro leader da DISTRITAL PSD que ela possa manipular a seu belo prazer.O 1º passo foi arranjar emprego junto dele. A sorte é que esta escumalha vai ser corrida em OUTUB , sendo óbviamente substituida por outra escumalha
Anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 20:11
Essa escumalha socialista que espera para dar o bote logo a seguir a outubro está muito enganada pois este CA pode bem continuar pelos anos seguintes.
Anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 20:35
Os hospitais a sério,a progredirem em qualidade no SNS não vão mais permitir Conselhos de Administração de incompetentes e políticos ocasionais. Quanto aos próximos,vai piar mais fino ,porque o hospital não tem dinheiro e não vai ter para tratar doentes quanto mais esbanjar.Os dias dos oportunistas chegaram ao fim e mais depressa do que pensam.

Anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 20:54
Não continua com certeza por anos seguintes. O próprio governo do PSD conta-lhe os dias.Ja estão preparando a alternativa ao Conde e à Milinha.
Anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 22:41
da mesma forma como foi feita a cama ao Simões
anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 22:59
Mas a Dra. Berloqueira andará a fazer a cama para nela se deitar?
Anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 23:04
Ora então quer saber exactamente o quê? Ou é mais coisa de palermice pura e dura?
Como concilia as suas ambições com o facto de querer disputar e dispersar votos necessários para a mudança política?
Anónimo a 4 de Agosto de 2015 às 23:59
Sou uma independente de esquerda bastante critica da maneira como as esquerdas se têm comportado face às alternativas governativas. Uma das razões que me fez avançar e candidatar-me às primárias do L/TdA (e já ter sido candidata do LIVRE às Europeias) é a necessidade que sinto de colmatar um exercício de cidadania, que esta candidatura cidadã permite e encabeça - desde logo no modo como as listas de candidatos a deputados foram constituídas, por eleição e não por indigitação. Por outro lado, parece-me essencial que as esquerdas se assumam como alternativa governativa e não apenas como bloco de "oposição". Por isso mesmo não estou nada preocupada, pelo contrário, com a "dispersão de votos". A mudança política passa uma esquerda interveniente, que seja alternativa governativa, que não empurre o PS para o "centrão" e que o obrigue a assumir a sua matriz social e política.

Já o disse publicamente, ideologicamente sou uma social democrata europeia, uma europeista convicta e assumida, a minha "ambição" é ver o meu país assim posicionado.

Espero tê-lo(a) esclarecido(a).

(se é o anónimo das 23:04 gostava que me explica-se a pergunta "Mas a Dra. Berloqueira andará a fazer a cama para nela se deitar?". A que "cama" se refere? Antecipadamente grata)
Dra, não erga um muro de palavras, diga simplesmente algo que convença alguém a deixar de votar PS e votar em si. A não ser que pretenda obter eleitorado vindo das bandas do Bloco ou do PC.
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 08:56
Curioso achar que responder a questões é erguer "um muro de palavras", percebe-se bem que os candidatos não se sintam na obrigação de responder, não é preciso nem vale a pena, de acordo com a sua observação.

Mais que "roubar" votos aos partidos de esquerda, nomeadamente PS, CDU e BE, é nosso propósito ser alternativa para os abstencionistas de esquerda que não se têm sentido representados.

Leia e compare programas, votará mais conscientemente e conhecerá as diferenças. Mas quer uma que me parece muito importante? Assumimos clara e inequivocamente, sem tibiezas, a defesa da renegociação da dívida.
Prezada candidata: na minha óptica, não concorre a um círculo nacional, pelo que ser-nos-ia útil que apresentasse conteúdo programático com incidência sobre o distrito de Beja. Os respectivos conteúdos locais, assim especificados, poderiam ser alvo de comparações, quiçá constituindo a substância da formação de opinião que deveria levar os eleitores do círculo de Beja a decidirem como votar. Dizer que pretende que a dívida deve ser renegociada não diz muito aos cidadãos do Baixo Alentejo, pode apenas dizer-lhes como cidadãos portugueses, mas com menor impacto do que as questões mais diretamente pertinentes ao viver nesta região do País. De resto, esse é um ponto de semelhanças um pouco confuso: até mais recentemente vemos um pretendente ao "trono de Portugal" alinhar com ele...
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 18:34
Óh pá, asssim não vale. Renegociar a dívida não é o mesmo que sair do euro!
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 18:38
Mas que nos digam o que propõem, para o desenvolvimento económico da região, para os serviços públicos, para o combate à desertificação, etc..
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 18:44
Foi por isso mesmo que aceitámos o repto do ZéLG, faremos o que nos for possível para passar informação. Perceberá que não conseguiremos fazê-lo de uma vez só e que dependemos, no presente caso, da boa vontade do dono do blogue.

Acabámos de entrar na pré-campanha, com meios absolutamente rudimentares - temos neste momento assegurados 250 euros para o mês de agosto e 250 euros para o mês de setembro para gastar em combustível de modo a que nos possamos deslocar por todo o círculo, não temos dinheiro para outdoors -, faremos o que nos for possível para informar as pessoas sobre as nossas propostas deitando mão do nosso trabalho pessoal (à excepção dos que estão desempregados e dos reformados, todos os candidatos do L/Toda têm os seus trabalhos, apenas teremos a "licença de campanha" de até 30 dias antes de 4 de outubro que a lei nos permite) e da nossa imaginação.
Se lhe interessar, no entanto, pode já consultar e propor alterações ao programa aqui, no item "programa aberto a emendas" http://tempodeavancar.net/
eh pá interessava-me era que deixasse isto livre de berloquistas, você tá a tornar-se chata, no minimo!
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 22:47
Tem bom remédio, não leia.
Ora nem mais, tubrigada.
1. Aproveitando o repto do ZéLG vamos enviando pequenos textos que ele publicará, ou não, como entender. Nalguns deles constam - e constarão nos futuros - propostas direccionadas para i circulo eleitoral de Beja. Aqui vou respondendo às questões que me são directamente colocadas, foi o que fiz.

2. Discutir a renegociação das dívidas soberanas diz respeito a todos os europeus, a portuguesa mais directamente aos portugueses e as gentes do baixo Alentejo não são nem mais nem menos que os restantes.

3. Não acho o ponto nada confuso, julgo que é importante assumir uma posição clara. E corrijo-o(a), o Duarte Pio defendeu a saída do euro, não a renegociação, posição partilhada por alguma esquerda e à qual me oponho completamente.
Já percebemos, Sra. Candidata do Livre. Contribuindo para que o PS não obtenha a maioria absoluta aumenta-se o valor negocial dos pequenos partidos, não é? Só que essa tática é muito falível porque muitos votos perdidos atrás dessa ilusão podem dar novamente o poder à direita.
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 11:20
Muito mais importante que votar útil é ser útil votar. Acredito e defendo o consenso à esquerda e, se se tornar uma realidade, a maioria parlamentar de esquerda estará salvaguardada e terá utilidade. Ouvi Ricardo Sá Fernandes há uns dias fazer a história das maiorias parlamentares esquerda/direita após abril de 1974: todas as vezes que aconteceu à direita foi aproveitada e nunca foi aproveitada quando aconteceu à esquerda. Vale a pena reflectir.
Um conselho, a quem o quiser tomar: "Quem a cabras faz a cama, perde o tempo e o feitio."
(Deixa-se à perspicácia descobrir quem faz a quem.)
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 18:41
Ditado certo para qualquer alentejano que se preze.
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 18:48
Para conversa de ir ao dito não o tenho, o dito.
*que vergonha, explicasse e não explica-se, peço desculpa
De facto este CONDE é perfeitamente maquiavélico.Só em Beja é que um tipo que passou por todos os Partidos da extrema-esquerda e da esquerda é a eminência parda do PSD controlando e manipulando tudo e todos. " TEM PAI QUE É CEGO !!! "
anonimo a 4 de Agosto de 2015 às 20:37
ehehehheheheh os privados irritadinhos. Comadres zangadas, é fantástico
Para quem também faz privada, um comentário hipócrita.
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 00:04
Hipócrita? De todo, não sou contra a medicina privada, daí fazê-la, mas sempre a fiz, e continuo a fazer, de forma pura e dura, sem qualquer convenção. Nunca me pendurei no Estado para fazer a minha privada.
mas você costuma ver-se ao espelho ?...
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 22:48
Mas o que se passa com o acordo da ULSBA com a Misericórdia de Serpa? Os contribuintes estão a pagar negócios privados???
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 13:25
Segundo notícia do DN de ontem, Artur Osório Araújo denunciou “práticas de gestão pública que privilegiam sistematicamente o setor dito social, cujas unidades de saúde, apesar de não estarem sujeitas a auditorias e ao escrutínio das suas contas no que diz respeito ao relacionamento especial com o Estado, continuam a absorver recursos do Serviço Nacional de Saúde sem concurso público”.
O mesmo considerou que as relações entre o Ministério da Saúde e as Misericórdias são feitas "ao arrepio das mais elementares regras do mercado e sem acautelar a defesa do interesse dos cidadãos".
"O Governo continua a insistir em adjudicações diretas às Misericórdias, não cuidando de saber se outros prestadores fazem melhor e mais barato (…)”, o que viola "todas as regras de direito sem que disso resulte qualquer benefício para os doentes e para o erário público".
O Governo insiste em adjudicações diretas às Misericórdias, em "total desrespeito" por artigos do "Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia", que "proíbem acordos que restrinjam a concorrência, qualquer que seja a intenção das partes, bem como o abuso de posição dominante".
Apenas se favorece "um estilo de lobismo onde se misturam interesses partidários, em que os atores políticos circulam como num sistema de vasos comunicantes entre a política e as direções das misericórdias".
Pelo contrário, deviam seguir-se as “mesmas regras no acesso dos doentes, os mesmos processos de certificação, as mesmas normas de auditoria”. Tal procedimento deveria passar por "concursos públicos, mediante cadernos de encargos devidamente elaborados e com esquemas de acompanhamento e auditorias devidamente estabelecidos".
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 13:42
No caso de Serpa, parece que é a ULSBA que continua a suportar todos os custos de administração!...
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 13:49
Recorde-se que o deputado do PS requereu ao Ministro o texto do acordo e o estudo económico em que supostamente se baseou, mas não houve resposta. Tudo segredo...
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 14:00
A ULSBA paga tudo.Dizem que paga uma mensalidade para o Serviço de urgência de uns largos milhares,paga manutenção,paga transportes de doentes,paga comunicações serviços de informática e ...sabe-se la
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 18:33
ESCANDALOSO!
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 18:36
Mais do que isso.Trata-se de má gestão dos dinheiros públicos,o que exige denúncia.Mas os cidadãos utentes ,com o seu amorfismo ,nada fazem.
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 23:21
Mas com certeza já alguma coisa tem sido fiscalizada pelo Tribunal de Contas, não?
Anónimo a 5 de Agosto de 2015 às 23:45
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