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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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CVP com obras do Lar Residencial paradas há quatro anos, em edifício alugado há mais de oito anos

Zé LG, 15.05.21

BEJA-CRUZ-VERMELHA-lar_800x800.jpgEm 2012, a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) assinou com a Infraestruturas de Portugal (IP) um contrato de arrendamento da antiga cantina da REFER, válido por 20 anos e renovável, para ali instalar a Casa de Repouso e o Serviço de Apoio Domiciliário, que funcionam num prédio antigo no Centro Histórico de Beja.

O que já devia ser um Lar Residencial em funcionamento há mais de quatro anos, é um edifício ao abandono, onde foram gastos cerca de meio milhão de euros e apesar das obras terem parado em fevereiro de 2017, a CVP continua a pagar a renda mensal, num total de 850.000 euros.

Após tomar posse do cargo de presidente da Direção Nacional da CVP, Francisco George esteve em Beja e anunciou que “vão ser investidos mais de um milhão de euros na construção da residência” e “que no próximo dia 2 de janeiro de 2018 as obras vão ser retomadas. Está garantido o financiamento de 600 mil euros para as concluir”. Passaram três anos e a situação está na mesma: obras paradas.

Mas a situação pode vir a ter contornos mais graves. É voz corrente no interior da instituição que a Cruz Vermelha vai encerrar a Casa de Repouso e o Serviço de Apoio Domiciliário, que passará para a Santa Casa da Misericórdia de Beja, que assumirá as obras e o aluguer do antigo edifício da Refer, mas a dívida do empréstimo de meio milhão continuará a ser da responsabilidade da CVP.

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