Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
27
Jan 17

O presente diploma, além de introduzir alterações orgânicas relevantes, tem como efeito significativo a cessação, por força da lei, dos mandatos dos membros dos Conselhos de Administração das ULS, E.P.E.. Esperando que a correspondente substituição obedeça a critérios de competência e isenção, o Presidente da República promulgou o Decreto-lei que regula o Regime Jurídico e os Estatutos aplicáveis às unidades de saúde do Serviço Nacional de Saúde com a natureza de Entidades Públicas Empresariais.

publicado por Zé LG às 00:10
Para o Conde não há lei.O homem vai terminar o mandato e pronto.
Anónimo a 27 de Janeiro de 2017 às 13:02
Está agarrado ao tacho.
Anónimo a 27 de Janeiro de 2017 às 15:39
Sempre fez conta com "o ovo no cu da galinha" mas desta não escapou como queria!
Anónimo a 27 de Janeiro de 2017 às 20:47
"Decreto-lei que aprova o regime jurídico aplicável às unidades de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com a natureza de Entidades Públicas Empresariais (EPE)
Este projeto uniformiza os regimes jurídicos das entidades integradas no SNS, afetas à rede de prestação de cuidados de saúde, com a natureza de EPE e as integradas no Sector Público Administrativo.
O diploma constitui um instrumento fundamental para a reforma da prestação de cuidados de saúde que aposte no relançamento do SNS, salientando-se os seguintes aspetos:
No caso dos hospitais, centros hospitalares e unidades locais de saúde (ULS) é tida em conta a natureza jurídica de EPE destas entidades;
Aos hospitais integrados no sector público administrativo é aplicável o regime jurídico dos institutos públicos;
A nível organizativo, a possibilidade de serem criados Centros de Responsabilidade Integrada (CRI) com vista a potenciar os resultados da prestação de cuidados de saúde, melhorando a acessibilidade dos utentes e a qualidade dos serviços prestados, aumentando a produtividade;
A nível da gestão, uma maior capacitação dos conselhos de administração e dos órgãos de gestão intermédia cujos membros devem possuir formação específica relevante em gestão em saúde e experiência profissional adequada;
Integração no conselho de administração, no caso das unidades locais de saúde, de um vogal proposto pela respetiva comunidade intermunicipal (CIM) ou pela área metropolitana respetiva, consoante o local onde se situe a ULS;
Limitação de mandatos a uma renovação. O Estatuto do Gestor Público prevê uma nomeação por tês anos, podendo ocorrer até três renovações;
Presidência dos Conselhos Consultivos atribuída a um representante da CIM ou da área metropolitana onde se situe a sede do hospital;
Os processos com vista à nomeação de diretores de serviço devem ser alvo de aviso público, de modo a permitir a manifestação de interesse individual em nome da transparência e da igualdade de oportunidades;
A fiscalização nos hospitais EPE e ULS que sejam também consideradas entidades de interesse público é atribuída a um conselho fiscal composto por três membros e a um revisor oficial de contas, contribuindo, assim, para o aumento do nível de rigor e controlo."
Isabel S. a 27 de Janeiro de 2017 às 21:39
Mas há muito mais ,Dra.Isabel S.!Ha diferenças substantivas.E quanto a operacionalizacao do que é pretendido ,profissionalismo,competências,conhecimentos são necessários mais que muitos.
Atentissimo a 27 de Janeiro de 2017 às 22:24
A transcrição é um resumo do diploma que está no site do SNS. Desconheço o decreto-lei agora homologado uma vez que ainda não foi publicado. Reconheço que as competências técnicas são imperativas em qualquer órgão de gestão, seja no topo seja ao nível das chefias intermédias. Mas preocupa-me o facto da integração no conselho de administração, no caso das unidades locais de saúde, de um vogal proposto pela respetiva comunidade intermunicipal (CIM). Espero sinceramente que não seja vogal executivo. As autarquias têm muito que fazer e já lhes basta o papel preponderante que têm na educação.
Isabel S. a 27 de Janeiro de 2017 às 23:35
Pelo contrário, acho positivo que o vogal indicado pela CIMBAL seja executivo. A função de representação está garantida no Conselho Consultivo. Integrar um Conselho de Administração só pode ser para trabalhar, não para apenas assistir com estatuto de observador. E o envolvimento e co-responsabilização das autarquias é desejável e positivo, para que através de cooperação e parcerias se melhore o funcionamento da rede de cuidados de saúde à população do nosso território.
Anónimo a 27 de Janeiro de 2017 às 23:59
"No dia 27 de janeiro de 2017 deslocou-se a Beja e ao Centro de Saúde de Beja I, o Senhor Presidente do Conselho Diretivo da ARSA, IP, tendo reunido com o Conselho de Administração da ULSBA, EPE, a Senhora Coordenadora do Centro de Saúde de Beja I, representantes da Ordem dos Médicos, a Senhora Enfermeira em funções de chefia, a Senhora Coordenadora técnica do Centro de Saúde de Beja I e o Senhor Coordenador do Serviço de Instalações e Equipamentos da ULSBA, EPE.
Foram debatidos assuntos de interesse para este Centro de Saúde e nomeadamente feito o ponto de situação das questões suscitadas pelos representantes da Ordem dos Médicos no que diz respeito a problemas de funcionamento do equipamento de climatização e outros constrangimentos reportados.
Sobre todos os assuntos referidos foram recolhidas informações e proporcionados esclarecimentos com vista à sua solução a curto prazo, como estava previsto, e de resto já havia sido referido em reunião anterior realizada a 15 de Dezembro de 2016, e faz parte do Plano de Investimentos para o ano de 2017 da ULSBA, EPE."
Anónimo a 30 de Janeiro de 2017 às 16:30
AH ah ah desta vez deu-lhes a pressa! Kkkkk
Anónimo a 30 de Janeiro de 2017 às 17:16
Pelos zunzuns, prepara-se uma aliança PSD-PS para o CA da ULSBA!
Anónimo a 1 de Fevereiro de 2017 às 22:51
O Pedro do Carmo não vai permitir isso!
Anónimo a 1 de Fevereiro de 2017 às 22:58
Que vergonha! Depois de tantas tropelias que o CA cessante fez durante cinco anos! Foi a pior administração que já passou pelo hospital! Os militantes de base do PS vão deixar que se voltem a cozinhar velhas partilhas de poder, a bem da conservação dos tachos? Vão deixar que nas suas barbas apareça nomeado alguém que nada tem a ver com o Baixo Alentejo?
Anónimo a 1 de Fevereiro de 2017 às 23:35
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