Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
03
Mar 17

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publicado por Zé LG às 08:52
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Mais uma noticia da ULSBA! Multa no atraso das contas! Só espero que o dinheiro para pagar não seja o do povo, Triste figura esta senhora Presidente...triste figura...não há mais que comentar...triste figura...
Anónimo a 3 de Março de 2017 às 21:44
Ę assim ha anos!
Incapacidade de liderar, nem sequer os funcionários directos que lhe fazem o trabalho de fecho de contas.
Anónimo a 3 de Março de 2017 às 23:08
Notícia importante que implica mudanças e reajustes rápidos http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-05-04-Governo-assegura-35-horas-para-todos-os-enfermeiros
Ana Matos Pires a 4 de Março de 2017 às 13:08
Peço desculpa pelo erro, a notícia é de 2016 e, infelizmente, não está cumprida.
É esse o Ministério que menos tem cumprido.
Anónimo a 4 de Março de 2017 às 13:13
Não creio que se possa fazer essa generalização mas há uma critica absolutamente justa ao MS e ao Adalberto Campos Fernandes - de quem gosto muito -, as questões sindicais não estão a ser devidamente tratadas, veja-se a última http://www.simedicos.pt/Noticias/Ministro-da-Saude-falta-a-compromissos-assumidos_6074.aspx
Como acabei de ler num grupo de médicos, escrito por uma colega muito próxima do ministro:
"Pode haver falta de dinheiro
Pode haver falta de recursos
Não pode haver falta de vergonha
Não pode haver falta de compromissos
Não pode haver violação dos acordos colectivos
Os médicos não podem ser segregados conforme as especialidades e o tipo de urgência
Não podem ser pagos conforme o politicamente interessante para o poder político
A discriminação das horas extra é inadmissível"
Mas que confusa e precipitada a sua cabeça Dra.
Tenha calma Sra.
Anónimo a 4 de Março de 2017 às 16:18
Adoro interpretações selvagens, divertem-me tsc tsc tsc
AMP: balelas e demagogia q.b., foi o vossemecê escreveu ali em cima.
O que aí vem não é e nem poderá ser nada de bom. Basta olhar com olhos de ver, e não vou entrar em personalizações, para lhe dizer que tudo e todos estão de olhos bem abertos, olhando para cima, à espera das trovoadas.
Pedia-lhe, era encarecidamente, para não nos tentar distrair com as suas prosas maliciosas e trocadilhos.
Sua...
Anónimo a 4 de Março de 2017 às 17:37
Sua ... amiga.
Anónimo a 4 de Março de 2017 às 17:38
eheheheh adoro
Obrigado. Não se esqueça do conselho.
Anónimo a 4 de Março de 2017 às 19:31
(é coisa de que não tomo conhecimento a não ser que os peça)
Pobre e mal agradecida!!!
Anónimo a 4 de Março de 2017 às 20:14
(é o meu nome do meio)
AMP: Faz mal em não escutar os conselhos dos outros, mesmo que não os tenha pedido. Aliás como médica, todos os dias se farta de os dar aos seus pacientes. E não me diga que só os dá a quem lhos pede pessoalmente.
Agora a sério e resumindo. Não se deve comprometer e nem se deixar associar com quem não conhece. E muito menos criar estar a espectativas nos outros que provavelmente serão depois defraudadas.
E ficam por aqui os conselhos.
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 09:56
Ora aí está um grande engano, não dou - porque não devo dar - conselhos a ninguém enquanto clínica, informo - a propósito do aconselhamento http://pt.mondediplo.com/spip.php?article1085 (atenção especial à nota explicativa: Existe, no nosso país, a Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e Counselling (www.appcpc.com) – não sendo por acaso que o termo counselling não foi traduzido para «aconselhamento» –, cujo objectivo é «desenvolver e divulgar o modelo teórico criado por Carl Rogers, designado de Terapia Centrada no Cliente ou Rogeriana. A filosofia subjacente a este modelo é comum ao movimento da Abordagem Centrada na Pessoa, posteriormente desenvolvido por C. Rogers e colaboradores, no pressuposto de que alguns dos princípios da Terapia Centrada no Cliente seriam aplicáveis a todos os campos do Humano». A tradução do conceito é «relação de ajuda»)

A paternalização da relação terapêutica só é possível porque a literacia em saúde é muito precária, caso contrário não existiria. É, aliás, uma forma abusiva de poder que me tira do sério.

Os conselhos guardo-os para os meus amigos quando me pedem, sim.

"Não se deve comprometer e nem se deixar associar com quem não conhece. E muito menos criar estar a espectativas nos outros que provavelmente serão depois defraudadas." diz vexa, quer trocar por miúdos a que se refere?
AMP: Não, não quero.
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 12:23
Não é só vossemecê a ter "pelo na venta".
Há por aqui mais...
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 12:24
"Não é só vossemecê a ter "pelo na venta".
Há por aqui mais..."
Esta é para mim? Seguramente sim, há, mas a bem dizer a que se refere neste particular?
Como esta Dra.nao dá conselhos a não ser aos amigos ,quando lhe pedem, e só informa recorrendo ao modelo teórico que aqui referiu,concluímos que seria bom informá-la que a nossa população é muito iletrada , sobretudo em saúde.Às vezes precisamos não só de conselhos mas um pouco mais do que isso, um conselho transformado em "ordem" ;aqueles conselhos /ordens que só podemos e devemos dar aos amigos.Pelo menos os "grandes amigos" sao aqueles que não devem esperar que o amigo lhe peça conselhos, antecipa-se e prevê a necessidade. Necessidade tanto maior quanto maior for a iletracia na matéria e ou a subjectividade que envolve o sujeito na acção. Há também teorias e modelos que sobre esta matéria , e em áreas diferentes da Psicoterapia, estudam o tal "aconselhamento" não só como necessário mas indispensável , mais ainda face à elevada iletracia em saúde e ao "poder" que a profissão de médico confere. E não esquecendo que a relação que o doente estabelece com o "seu" médico é , como referenciam os letrados na matéria, uma "relação de agência",na qual o doente deposita no medico toda a confiança , a tal que lhe permite o aconselhamento , até a ordem que o poder do acto médico lhe confere, à luz da referida relação.

Atentissimo a 5 de Março de 2017 às 13:39
Moral da história: são burrinhos, aconselhe e ordene. Pois, recuso-me.

Eis uma bela salada de palavras que espremida diz nada. A digressividade do discurso é, muitas vezes, o retrato de uma forma de pedantismo.

(Não abriu o link que deixei ou não teria metido os pés pelas mãos e falado em "modelo teórico" que refiro, a nota explicativa vem na sequência desta parte do texto: "Porque as palavras são importantes e o seu significado pesa, deixo um pedido pessoal. Não ficou (ainda) explicitamente escrito um outro desejo antigo, o da obrigatoriedade do «aconselhamento» prévio da mulher que, estando grávida há menos de dez semanas e tendo optado por fazer um aborto, se dirige a um serviço devidamente certificado. A obrigatoriedade do «aconselhamento», juntamente com a de a mulher explicitar ao médico por que motivo havia decidido interromper a gravidez – com o argumento de que, pasme-se, só assim o clínico poderia «ajuizar sobre a capacidade de a mulher emitir consentimento informado» –, foi outra das vontades não concretizadas de Cavaco Silva na altura da promulgação da Lei do Aborto, em 2007. Não está escrito mas já foi incorporado, direi mesmo internalizado, até por muitos daqueles que defendem a revogação das alterações votadas em Julho, e não é de somenos importância: não compete aos agentes de saúde «aconselhar», antes informar, esclarecer e ajudar a encontrar respostas. «Aconselhamento» tão pouco é, em termos técnicos, a tradução legítima do termo anglo-saxónico counselling [4]. Um conselho pede-se a alguém das nossas relações próximas, não a um técnico de saúde. E é bem mais íntimo que a declaração pública do estatuto de objector de consciência. Recordá-lo defende as escolhas e a saúde das mulheres.").

(Coitado do tio Freud, o pai das psicoterapias deve estar a rebolar-se na campa, ele que, para não poluir a relação e obviar ao efeito da comunicação não verbal, defendeu a colocação do terapeuta fora do ângulo de visão do analisado. Coitado do homem, que diria ele da defesa do "conselho" e do "aconselhamento" em settings psicoterapêuticos? Aposto que até os neurónios se lhe encarquilhavam)
Claro que não, mandar bocarras é muito mais giro que falar claro. Estou esclarecida.
Ora falemos então um pouco de literacia em saúde e comunicação médico-doente. Não se julgue que tem literacia em saúde quem saiba o significado da terminologia médica. Até pode julgar que sabe, mas o importante é entender, compreender as relações entre conceitos científicos e entidades nosológicas. Precisa ter conhecimentos básicos, que hoje fazem parte dos programas escolares. Os que não conhecem os termos nem as relações orgânicas, ou não têm noções da biologia, reservam-se o direito elementar de serem alvos de uma comunicação inteligível. O bom profissional de saúde, que tem a preocupação de fazer-se entender, adapta o seu discurso à capacidade do ouvinte. No entanto, não se combate à iliteracia com um registo "popularucho". Usar uma linguagem descuidada ou vulgar pode levar a que o ouvinte tome a forma por conteúdo e vai-se por água a baixo a tal confiança.
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 14:02
A Dra. Esteve muito bem na reportagem que dá ao diário do Alentejo sobre a solidão e o isolamento. Boa profissional com ideias claras...
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 14:08
Não baralhemos conceitos.

A Literacia em Saúde (LS) é distinta de alfabetização e de educação. A LS “capacita as pessoas de conhecimentos, motivação e competências para aceder, compreender, avaliar e mobilizar informações relativas à saúde, afim de fazerem julgamentos e tomarem decisões na sua vida quotidiana relativos a cuidados de saúde, prevenção de doenças e promoção da saúde“ European Health Literacy Consortium (OMS, 2013)

A LS “é um preditor mais forte do estado de saúde de um indivíduo do que os seus rendimentos, o emprego, a educação ou o grupo étnico.” OMS, Literacia em Saúde: os factos. Geneva, 2013

No caso específico da saúde mental, a LS é uma ferramenta que permite ao doente participar ativamente no seu tratamento, beneficiando a sua saúde mental, e implica um conhecimento voltado para a ação, quer em prol da saúde do indivíduo, quer dos outros.

A propósito, outra das boas práticas do atual ministério da saúde, a criação de um programa específico de LS https://www.sns.gov.pt/literacia-em-saude-e-percursos-de-vida/programa-nacional/
Analisemos o tal programa:
1. Recolher, organizar e partilhar boas práticas em educação, literacia e autocuidados;
2. Fazer da noção de "vida ativa" uma referência;
3. Selecionar projetos "estimulantes";
4. Adoção de boas práticas pelos "atores da saúde";
5. Participação dos cidadãos.
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 14:51
ua mão cheia de nada.
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 15:18
"Ontem, na FCG, protegido pelo ominipresente e inefável anjo da guarda, MRS, a tutela da Saúde deu conta dos sucessos da sua governação. A saber. O primeiro sucesso foi a defesa da "continuidade das políticas", significando que o que vinha de trás, do governo de Passos Coelho era bom, e que o melhor era ir pelo mesmo caminho. O segundo sucesso foi o grande investimento em hospitais e centros de saúde. O terceiron sucesso foi a contrataçãode 4 000 profissionais para os serviços de saúde. O quarto sucesso foram os 14 milhões de visitas ao portal da saúde, durante 2016. O quinto sucesso foi o elevado volume de transplatações e doações de órgãos. O sexto sucesso foi o facto de este ter sido "o inverno que melhor correu nos últimos anos", cujo volume de excesso de óbitos em Dezembro e Janeiro, e ainda sem se conhecer a mortalidade de Fevereiro, foi o maior da década 2007-2016. Faltou referir-se ao grande sucesso que constiuiu a inusitada procura das urgências hospitalares, e de no ano de 2016 se ter verificado a maior mortalidade geral desde os anos 50 do século passado. Começam a faltar as palavras para descrever o sonambulismo de um sector que tinha todas as condições políticas para mostrar trabalho inovador mas que está reduzido à apagada e vil tristeza de continuar na continuidade, com um reboco na parede aqui, uma pintura ali, e mais um sofá acolá."
Cipriano Justo
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 15:25
Tenho, amiúde, por aqui deixado algumas críticas à ação do ministério e do ministro da Saúde, nomeadamente no que respeita a aspetos legislativos - até já lhes chamei cobardes e pífios - mas não sou tão crítica quanto o Cipriano.
Este ministro é um grande "bluff"!
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 16:06
Continuando. Não é só pelo vestuário que as pessoas são avaliadas. Também são pela forma de falar. É claro que isso é preconceituoso. Corre-se o risco de enormes enganos, mas na maioria das vezes o juízo é aproximado. A linguagem usada pode ser usada propositadamente para quem a usa parecer ser algo diferente do que é. Mas ser cuidadoso a falar é medir bem o que se diz também educa o pensamento e formata a atitude social. Não estou a pensar no dito politicamente correto, visto que é uma dissimulação. A educação e o polimento são ainda, na nossa "querida" Sociedade "Ocidental", decisivos para a progressão social. Lembrem-se das séries inglesas que retrataram tão eloquentemente essa luta, antagonizando os "very British" e os que verbalizam em "cockney".
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 14:18
(está a escapar-me qualquer coisa, de certeza)
Mamona e Évora yeeeeeees. Parabéns a eles.
Ana Matos Pires a 5 de Março de 2017 às 16:28
Isto não é o facebook.
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 16:29
Mas isto é uma grande e boa notícia

(e só deixo de aqui escrever o que me der na real gana quando o Zé Lopes Guerreiro me pedir pfffffffff)
pffffff
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 16:38
macaquinho de imitação nhã nhã nhã
Anónimo a 5 de Março de 2017 às 16:59
Que pobreza ...
Atentissimo a 5 de Março de 2017 às 19:16
Esta AMP faz de tudo para "dar nas vistas " ! É a Xica esperta da ulsba que gosta muito de se OUVIR . Com toda esta agitação quer um tachinho tb ? Na parvalheira é mais fácil ! Né ?
Anónimo a 6 de Março de 2017 às 03:48
Chuác.

(não deixa de me espantar a profunda desconsideração que algumas pessoas têm por esta terra)
Pegue lá um presente para reforço da auto-estima. De nada. http://media.rtp.pt/festivaldacancao/cancoes/gente-bestial/
A minha auto estima está alta qb ! A sua, com essa cara .... não sei não !
Anónimo a 6 de Março de 2017 às 21:23
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