Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
16
Dez 16

pdf.jpg

20161215104321.jpg 

publicado por Zé LG às 17:49
tags: , ,
Cá está o senhor candidato na capa do seu próprio jornal com fotografia e entrevista no interior feita a si próprio.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2016 às 20:52
Sou dos que prezam o jornalismo opinativo. É imprescindível para a formação da opinião pública. Aprecio a qualidade do trabalho do Diário do Alentejo. No entanto, tenho discordado da opinião do Paulo Barriga umas vezes, concordado outras. Esta é mais uma vez que não concordo. Dizer que a promessa de uma ressonância magnética para Beja é presente envenenado revela algo menos do que informação. Revela incompreensão pela necessidade de planeamento dos investimentos públicos, designadamente em equipamentos indispensáveis à qualidade de prestação de cuidados de saúde. Felizmente, desenha-se o comprometimento dos representantes da população nessas decisões, o que se espera salvaguarde o tipo de reticências que Paulo Barriga exprime.
Munhoz Frade a 16 de Dezembro de 2016 às 20:53
Se quer ir para a administração da ULSBA, defenda pelo menos a sua região, não se arme em lambe botas do governo. Assim não vai lá porque não convence nem os que estão perto de si e faz figuras para os que estão no governo.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2016 às 21:14
Ora, aqui temos uns raivosos oposicionistas disfarçados de bairristas.
Anónimo a 16 de Dezembro de 2016 às 21:54
Dr. parece que não está à altura do cargo....
Anónimo a 16 de Dezembro de 2016 às 21:19
Ah ah ah ah ah
Anónimo a 16 de Dezembro de 2016 às 22:09
Beja ter uma sua escola no topo da classificação é bem a prova de que com muito trabalho se conquistam bons resultados. Nunca foi garantia ficar em "redomas" protecionistas...
A sociedade em que vivemos é aberta, e para singrarmos temos de "dar o litro"...
Se na Saúde queremos ter melhor, em vez de exigir que se proíba a "concorrência", também temos de nos empenhar em desenvolver o que temos.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 09:01
https://www.noticiasaominuto.com/cultura/706874/vai-nascer-o-primeiro-museu-em-portugal-dedicado-a-banda-desenhada
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 11:24
Esta meritória classificação da escola D. Manuel I, tem um reverso bem duro e difícil de perceber. É que para atingir tamanha glória, ficam para trás outras competências como o ensino especial, que não conta para somar pontos neste ranking.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 12:47
Infelizamente para os estudantes na Diogo de Gouveia, não existe naquela escola o profissionalismo que a Direcção da D. Manuel apresenta.
anonimo a 17 de Dezembro de 2016 às 21:40
Diretora da D.Manuel I (mas não é do agrupamento nº 2 ?) no jornal Público : "Não fazemos escolhas. temos os alunos que Deus nos dá." Ah Ah Ah. Ah Ah Ah. Que grande piada.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 21:55
Educação, D. Manuel I, geringonça e Maria Filomena Mónica:
Em Portugal, como vê a "geringonça"?
Vou dizer uma banalidade, [a "geringonça"] tem-se aguentado mais do que eu estava à espera, está a atravessar uma fase de lua-de-mel morna. Se está a fazer as reformas estruturais que o país precisa, disso, desconfio. Não estou de acordo com várias coisas, sobretudo no domínio da educação, mas é melhor esta situação do que uma instabilidade total e, aqui, Marcelo Rebelo de Sousa tem desempenhado um papel importante, no sentido de apaziguar diferenças. Tudo tem de ser feito com pinças porque, de facto, o país é muito frágil e há muita pobreza. É como quando uma pessoa está doente, não pode dar grandes saltos, tem medo de cair, e o Presidente da República tem alertado para esse facto, e para a necessidade de mudar algumas coisas também. Só esperemos que os mais pobres não fiquem ainda mais pobres.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 13:04
Então para defendermos o Baixo-Alentejo temos de recusar a Ressonância Magnética?
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 17:14
Temos é que rejeitar um hospital central em Évora e juntar esforços para exigir uma política de saúde com diferentes centros no Alentejo : Beja, Portalegre, Évora, Santiago. A ressonância é para nós atirar areia para os olhos e para ficarmos calados face à centralização irreversível de valências em Évora.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 18:44
Está certo disso? E como fazê-lo?
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 19:10
Em vez de aceitar, comer e calar, está na altura de redigir uma carta de contrapartidas pela instalação do hospital em Évora. Exigir as valências médicas que estão depauperada e outras que nunca tivemos mas são fundamentais, garantir o hospital de dia a funcionar a 100%, etc.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 19:41
Bem, isso pressupõe uma boa força negocial! Pensem como criar as condições institucionais para tal.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 20:44
Quais as valências a mais?
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 21:03
A mais?Mas informem,que se nada for feito,daqui a meia dúzia de anos o hospital de Beja não tem cirurgiões nem para as hérnias. Bem, imagiologia já não tem,nem equipamentos nem internos.Os médicos ficam a olhar para o colega que tenta fazer um examezito...só trabalha um de cada vez e é preciso que não estejam nesse dia avariados os equipamentos.
Senão vai tudo para a privada, onde os mesmos médicos trabalham à tarde.
E ainda não querem uma ressonância ? É Isco para calar a Malta? Mas que politiquice local tão medíocre?


Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 22:35
Força,para a frente ! Centros em Beja, Portalegre e Santiago e Evora e Elvas!
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 21:06
Todos iguais mas todos diferentes,é o que esta a dar.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 21:07
Do meu ponto de vista a questão não pode, ou não deve, ser colocada no plano "da contrapartida". è necessário um centro hospitalar de referência no Alentejo, Évora está em melhores condições que Beja para que seja lá sediado, nada a opor. Desenvolver e melhorar, em paralelo e não por oposição, a prestação de cuidados de saúde no Baixo Alentejo - e em todo o Alentejo, já agora - parece-me o caminho. Lutar e promover a criação de Centros de Responsabilidade Integrada, como de resto o projeto de DL aprovado em Conselho de Ministros na semana que agora termina prevê, é uma opção de desenvolvimento muito mais acertada e equilibrada do que andar com complexos de segunda, caramba.
*correção "É necessário", e não "è necessário"
Ana Matos Pires a 17 de Dezembro de 2016 às 21:59
Rejeitar um hospital central em Évora? mas está tudo doido? Expliquem-me como é que é uma menos valia ter um unidade hospitalar nova, com técnicas de ponta, bem apetrechada, polivalente no Alentejo, por favor.

Quanto à nova RM no hospital de Beja, a melhoria e a renovação da imagiologia no SNS do Baixo Alentejo não era uma necessidade mais que assinalada? Palavra que não percebo esta polémica.
Ana Matos Pires a 17 de Dezembro de 2016 às 21:48
Sempre a invejazinha de Évora em vez de se fazerem à vida eheheheheheh
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 23:51
É verdade. Falta a Beja fazer o "trabalho de casa" como tão bem Évora o soube fazer.
Ou seja, sem politicas coerentes para o turismo, industria, serviços e comércio, e deixando as coisas correr por si pensando que o atual boom agricola irá resolver todos os problemas, Beja e a sua região não vão a lado algum.
E as consequências são estas.

Agora respondendo diretamente a este colega de blog e à eterna polémica entre as duas cidades.
Ninguém aqui em Beja e no baixo-Alentejo tem a mínima inveja ou gostaria que Évora não fosse a cidade que realmente é. Antes pelo contrário, temos todos até como alentejanos orgulho nisso.
O problema, é que não raramente, para Évora ter o que tem, como é o caso agora o hospital regional, a decadência de Beja se acentua cada vez mais, e é uma sombra do que já foi.
E isso não parece lá muito correto.
Ou seja, no caso da saúde uma pessoa só porque reside em Évora ou na sua região tem uma boa qualidade de serviços de saúde. E o restante do Alentejo que se lixe.
Pois não se pode dizer que por exemplo um habitante do concelho de Almodôvar para não falar de Odemira, que dista cerca 150 Km do futuro hospital regional, que é servido por este e só lá não vai porque não quer.
Pasmo, é que ninguém tenha dito isto ao ministro da saúde quando cá esteve em Beja.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 19:45
Mas pq diabo defender um hospital central em Évora é estar-se a lixar para as restantes populações do Alentejo? não percebo.

Só duas coisas. Não existem "hospitais regionais" e Odemira pertence, em termos de saúde, ao Litoral Alentejano.

Não creio que o ministro da Saúde não esteja completamente informado sobre as necessidades de saúde das diferentes regiões do país, não é isso que está aqui em questão. Diga-me só como apetrecharia, em termos de recursos humanos médicos, um hospital central em Beja? Não é muito mais equilibrado não se perderem, e melhorarem-se, as valências clínicas que já existem? Não é muito mais interessante defender-se a criação de Centros de Responsabilidade Integrada em Beja? Não é muito mais inteligente, em termos de investigação clínica p ex, sediar uma estrutura hospitalar central numa cidade onde já existe universidade? Palavra que continuo sem perceber esta polémica.
AMP olhe para o seu próprio umbigo, ou seja o hospital onde agora trabalha.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 20:23
Completamente de acordo com a Dra. Às vezes acontece eheheheheheh
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 23:57
Parece-me que os opositores ao Hospital Central só vêm o umbigo dos seus negócios!
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 23:02
Tal e qual.Isso mesmo.
Anónimo a 17 de Dezembro de 2016 às 23:38
Querem então defender uma centralidade que nunca existiu em Évora para uma região que verdadeiramente nunca o foi, o Alentejo. Não me admira que os patos bravos e que os paraquedistas defendam está solução, mas quem é de cá sabe que não existem dinâmicas de circulação interna no Alentejo. Alguém, por acaso, está a ver um doente se Ourique ou de Aljustrel ou de Castro a optar por Évora? Ou até mesmo de Évora, com os hospitais de Lisboa a menos de uma hora?
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 09:33
E quem disse que é para seguir algo historicamente preexistente? Faz antes parte de uma estratégia para o desenvolvimento do interior desta vasta área do território nacional. Não faz sentido falar de patos-bravos nem de pára-quedistas. Somos todos portugueses e queremos um futuro melhor.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 09:40
"dinâmicas de circulação interna"? Não estamos a falar de mercadorias, caramba, estamos a falar DO SNS e de pessoas. Se a evacuação de um doente de Ourique, de Aljustrel ou de Castro é mais fácil e mais rápida para Lisboa que para Évora, que se faça, então. Não se planeei uma melhoria da resposta do SNS a pensar em casos pontuais que têm uma resposta mais rápida noutra estrutura do mesmo SNS.

Defender um novo hospital em Évora não implica não defender a melhoria da prestação de cuidados de saúde no Baixo Alentejo - boa notícia a da construção de novos centros de saúde em Ourique e na Vidigueira -, tão pouco significa desinvestir do hospital de Beja. Agora que é preciso resolver o problema de muitos alentejanos que têm a urgência de um lado da rua e os serviços do outro, ou que têm o internamento de um lado da rua e o restante serviço do outro, é. Já nem falo do volume populacional a quem é necessário dar resposta.

Há pessoas que teimam em puxar para baixo, para o nível da sua pequenez de onde não querem sair. Não são capazes de ver mais longe. Chama-se a isto atavismo. Satisfeitinhos com o atraso. Sozinhos sentados numa abóbora.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 10:33
Mas por que será que os paraquedistas e os patos bravos vêem com maus olhos a construção de três unidades novas em Beja, Évora, Portalegre, em vez de um único hospital central?
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 15:51
Isto é mesmo conversa de quem não sabe do que fala, bolas, assim não merece a pena conversar.
Ana Matos Pires a 18 de Dezembro de 2016 às 16:06
Quais pára-quedistas e quais patos bravos?
Os que defendem a construção de um novo hospital em cada uma das capitais de Distrito do Alentejo?
Só podem ser esses, indivíduos que nao têm a mínima noção do que se passa na saúde, nem sequer o que é isso da prestacao de cuidados hospitalares.
Devem pensar que estão a pedir a construção de alguma sala de reuniões.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 16:20
Eu nunca pensei assistir a tamanho disparate político,sobretudo por parte de autarcas do PS.
Pedirem a construção de um hospital em cada uma das cidades do Alentejo!?Como se os tempos continuassem a ser de elefantes brancos e como se pudessem continuar a exigir esses disparates.
Pensem e peçam qualidadede cuidados nas estruturas que têm.Beja até tem fechado camas, pelos vistos não fazem falta,agora querem mais camas e num hospital novo.Esse não ê o "estado da arte" nos tempos que correm.O "estado da arte" aponta para o desenvolvimento de outras práticas ao nível do ambulatório, até já temos projectos premiados, em outros hospitais,no âmbito do internamento e acompanhamento no domicílio.
A assistência às populações,neste nosso caso até mais desfavorecidas, deve fazer-se com o recurso a práticas e equipamentos que permitam garantir qualidade nos cuidados que prestamos.E disso que precisamos e para isso temos que ter o contributo de muitos . Todos ,com esse objectivo e missão somos sempre poucos, num trabalho conjunto com o poder local.
Anónimo a 18 de Dezembro de 2016 às 17:25
Dezembro 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
17
Passaram por cá
Contador de visitas

Desde 15.01.2011
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Mais que verdade, infelizmente! Uma feira sem cham...
Entretanto li um outro comentário, não sei de que ...
Onde está isso da "falta de fraldas"?
Assim não vale...vir para aqui gabar-se que no seu...
Puxa Drª até na falta de fraldas a Drª é "pioneira...
o Sr Deputado João Dias, que há poucos dias deixou...
Nova Tróia,ainda pior que a outra no hospital.
25 de ABRIL sempre! Excelente dia da Liberdade, Zé...
O governo de Adalberto e Centeno sacrificam o SNS ...
No hospital a palavra de ordem é não há no armazém...
Difícil é entender porque é que certos intelectuai...
Esse é o lema na ULSBA
O bom funcionário vive feliz e saudável, quando to...
às 11H00?
blogs SAPO