Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Mar 17

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publicado por Zé LG às 00:07
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Nada melhor do que um bom papão para disfarçar a passividade.
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 07:38
"Sub-região" porquê? Não tem "enormissimas reservas" sobre essa menorizaçāo? Será por ter a taxa mais baixa de participação eleitoral (17%)?
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 08:35
O meus parabéns a P. de Vasconcelos pela coragem.
Eleito por mérito e democraticamente.
Uma pedrada no charco do servilismo e do oportunismo.
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 09:26
Coragem da treta. Uma causa quixotesca. Nunca teve coragem para lutar pela Saúde do SNS em Beja. Sempre ignorou arrogantemente, por serem de esquerda, as forças políticas que criticaram as medidas erradas e que prejudicaram os utentes.
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 09:42
O enfraquecimento reivindicativo do Alentejo não resultou apenas da redução populacional. Passou por uma estratégia política propositadamente divisionista. Alto e Baixo Alentejos, Litoral, Central... Há quem persista em fazer o frete aos interessados nessa divisão.
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 10:54
Há de facto muitos interesses pessoais em jogo, os quais estão muito por cima dos interesses da região e da população do Baixo-Alentejo.
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 11:06
Precisamos de realizar a regionalização administrativa, para salvaguardar democraticamente o interesse das populações.
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 11:10
Qual regionalização?
A do PCP, em que fica tudo em Évora, e o resto do Alentejo a caminhar para um autentico deserto?
Não, obrigado!
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 17:44
OK, então que continue a ser o Poder Central a determinar concentrar tudo em Évora...
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 19:42
O dilema dos Baixo-Alentejanos: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega...
Anónimo a 10 de Março de 2017 às 19:47
Não, o dilema dos baixo, como os do alto e os do litoral alentejano, é que também têm direito, digamos, a ter alguma parte do queijo, do bolo ou do pote do Alentejo.
E não, como alguns pretendem com a conivência dos partidos políticos, ficar todo no centro, que é como quem diz em Évora. Só porque ali residem as elites, os donos de todo o Alentejo e os interesses partidários mais mesquinhos, com o falso argumento da sua centralidade.

Se se quer fazer uma regionalização, tendo como base todo o Alentejo, pelo menos dê-se mais do que algumas migalhas e sobretudo competências até regionais às outras sub-regiões. E não se pense que é por se aliciar uns quantos, que lá irão desta maneira.
Cá estaremos para lutar até ao fim por um Alentejo em que todos, mas todos, sejam respeitados e tenham os mesmos direitos.
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 09:30
E que força terão para lutar, divididinhos?
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 09:37
Não vale a pena lutar é quando se parte já vencido.
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 21:18
DECLARAÇÃO FINAL do FÓRUM MÉDICO

Os médicos e os doentes portugueses estão indignados com a situação que se vive actualmente na Saúde.
A pressão excessiva e a interferência, por parte da tutela, nas boas práticas médicas e, consequentemente, na qualidade da medicina, ultrapassou o limite do aceitável.
O acesso aos cuidados de saúde continua a agravar-se, existindo uma gritante injustiça e desigualdade entre os grandes centros urbanos e as regiões mais periféricas, mais carenciadas e mais desfavorecidas.
As condições de trabalho continuam a agravar-se. O contexto laboral e salarial mantém-se em níveis de deterioração elevados. A capacidade formativa está amputada devido à escassez de capital humano e requisitos no SNS. A interferência incompreensível na formação médica e na investigação clínica no sector público é mais um contributo negativo para a qualidade da formação. A política deliberada de tentar espartilhar a autonomia técnico-científica e os actos médicos, em nome da sustentabilidade, não defende nem respeita os doentes nem os profissionais de saúde.
A violação sistemática da legislação laboral por parte dos profissionais da gestão e das administrações nomeadas, a legislação inadequada que impede o funcionamento e flexibilidade necessária para responder aos desafios do presente e do futuro, contribuem também para agravar a indignação que cresce no seio dos médicos que, apesar de todas as adversidades, têm mantido o SNS a funcionar, com milhares de horas de trabalho que ultrapassam largamente os limites da própria legislação.
Os exemplos são muitos, não foram resolvidos, e irão ser em breve divulgados num diagnóstico da situação, que será entregue ao Ministro da Saúde e ao Presidente da República Portuguesa.
Se as promessas ministeriais se transformassem em atos concretos e em medidas de solução dos problemas existentes, hoje não estaríamos aqui reunidos. Chegamos a uma situação que já não permite qualquer atitude expectante.

Face ao exposto, as organizações médicas hoje reunidas no Fórum Médico entendem:
1 – Defender um SNS de qualidade que respeite os preceitos Constitucionais, com o orçamento público adequado.
2 – Congratular-se com a união e convergência de todas as organizações médicas e de todos os médicos na defesa dos doentes e da qualidade da medicina.
3 – Estimular as organizações médicas para que, no âmbito das suas competências legais, apresentem um programa de negociações, dotado de um curto calendário negocial e onde todos os problemas que afectam a medicina e os médicos sejam objecto de análise e resolução.
4 – Tal programa global de negociações deve contemplar aspectos fundamentais vertidos nos cadernos negociais dos sindicatos médicos já reiteradamente entregues ao Ministério.
5 – A questão da reposição do valor remuneratório do trabalho suplementar a que os médicos são obrigados, não sendo matéria isolada é de imperiosa resolução a muito curto prazo.
6 – Caso as negociações não se traduzam a curto prazo em resultados inequivocamente positivos, as organizações sindicais médicas estão preparadas para desencadearem os adequados mecanismos legais de convocação de uma greve nacional dos médicos.
7 – O Fórum Médico decide ainda constituir-se em estrutura informal dotada de um regular funcionamento e como um espaço privilegiado de diálogo, articulação e convergência entre as várias organizações médicas.

APROVADO por unanimidade e aclamação

Lisboa, 10 de Março de 2017
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 09:27
oooops, só vi este comentário depois de ter feito o meu.
Comunicado do Fórum Médico, ontem reunido http://nortemedico.pt/noticias/2017/03/declaracao-final-do-forum-medico
Ana Matos Pires a 11 de Março de 2017 às 10:21
Nem os médicos dispensam a unidade, para lutar com força...
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 12:49
E porque haveriam os médicos de dispensar?
Há quem ache que chega alguns fazerem lobi corporativo...
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 13:10
São patetas, então, e ainda bem que não chega. Defensora assumida do lobbying (no geral, não estou a particularizar o profissional) acho o corporativismo uma prática execrável e um terrível principio.
Neste caso, o seu amigo Adalberto está debaixo de fogo.
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 13:43
E bem. Já bastas vezes o critiquei - também por aqui, como pode confirmar. A critica política nada tem, ou não deve ter, com as nossas simpatias ou relações pessoais.
*faltou o "a ver"
E vice-versa.
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 14:14
Isso, como fica subentendido na afirmação.
Pelo que aqui se vê, AMP está a ficar muito amiguinha do ministro. Será que irá suceder o mesmo com o novo CA?
Anónimo a 11 de Março de 2017 às 21:20
Sorry?
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