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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

11 comentários

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    Anónimo 28.01.2017

    Beja ainda tem muitas coisas boas que graças a Deus não se devem aos políticos quais quer que sejam eles.
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    Anónimo 28.01.2017

    E pessoas boas também.
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    Anónimo 28.01.2017

    concordo
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    Anónimo 28.01.2017

    Alguém aqui pode dizer para discussão, do que é que se tratam essas "competencias alargadas"?
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    Anónimo 28.01.2017

    Na saúde ,essas competências alargadas,chegam à presença de um elemento proposto pela CIMBAL, no Conselho de Administração da ULSBA,
    Assim sendo o papel a desempenhar será naturalmente mais interventivo.
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    Anónimo 28.01.2017

    E de grande responsabilidade...
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    Anónimo 28.01.2017

    E é só isso...
    Um representante não executivo da CIMBAL no CA?

    Digo isto, porque não é novidade nenhuma. Tal já sucedeu há duas ou três décadas atrás, e sem grande para não dizer nenhum sucesso.
    Isto porque as pessoas nomeadas para essas funções, já que tal como agora não tinham papel de relevância alguma, depressa se fartavam e deixavam de lá por os pés.

    De modo que se é só para isso, não valia a pena tanta conversa. Mais uma vez o D.A. anda fora do contexto da noticia e a não informar da forma mais assertiva os seus leitores.
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    Anónimo 28.01.2017

    Que falta de bom senso. A notícia do jornal nem sequer é sobre a entrada das autarquias na ULSBA. Quem nem da valor a ler o original não tem moral para criticar seja o que for, só por pura má língua, já sabemos.
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    Anónimo 29.01.2017

    Não, não; não é pura má língua.
    Má língua é o que se lê muitas vezes nos jornais, e que afasta muitos e muitos leitores, que não querem ser coniventes e alinhar nessas práticas nada éticas e que são o dia a dia do nosso jornalismo.

    Um qualquer meio de comunicação e sobretudo escrita, teria a obrigação moral de quando tem um assunto ou uma noticia que pretende transmitir, fazer no mínimo uma investigação ao conteúdo da mesma, falando com as pessoas envolvidas ou com conhecimentos de causa.
    E só depois, devidamente contextualizada, é que a deveria publicar de forma didática visando tanto a informação, como a formação dos seus leitores nesse tema.

    Assim como, quando uma qualquer noticia ou artigo de opinião põe em causa o respeito e a dignidade de quem quer que seja, dever-se-ia sempre avaliar primeiro se vale a pena mesmo publicá-la. Pois de certeza que se o ou os visados fossem familiares dos jornalistas ou de quem de uma forma ou outra manda no jornal, certamente que nunca o seriam.
    E não me venham lá com essa balela do direito de resposta, pois quando alguém é difamado na praça pública, nunca mais irá conseguir ser ressarcido desse dano irreparável.

    E tudo isto que estou aqui a dizer, não visa mandar abaixo o D.A. ou outro qualquer, sendo que aquele como se sabe até é pago com o dinheiro dos nossos impostos, pelo que deveria até ser gratuito.
    Mas sim uma chamada de atenção para se tentar melhorar a qualidade do jornalismo, pois regra geral, quando o compro e leio, fico sempre com a sensação de que os apelativos títulos e destaques, depois não têm os desenvolvimentos e correspondam em nada aos conteúdos das noticias.
    E daí que prefira a Internet e os blogs como este. E não é pelo dinheiro que custa.
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    Anónimo 29.01.2017

    Concordo com o D.A. gratuito, quer em suporte digital e em papel.
    Os apoios das autarquias e a publicidade deveriam ser suficientes para garantir a sua viabilidade económica, até porque imagino que as receitas das suas vendas não sejam de forma alguma significativas.
    Há pois que se saber adaptar aos novos tempos e copiar exemplos como é o caso do Observador ou o Jornal Económico.

    Quanto à parte jornalística, as criticas creio serem idênticas a outros jornais, refletindo a visão de quem escreve as noticias. E tal como nesses casos, quem quiser compra o jornal, quem não quiser não compra.
    Não vejo é motivo algum para ser aqui censurado.
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