Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
03
Dez 16

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publicado por Zé LG às 21:38
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Um título um bocado arrevesado. Esse hospital foi arrastado daonde???
Anónimo a 3 de Dezembro de 2016 às 23:20
Na entrevista, o Bastonário dos médicos transparece grande arrogância. Assume claramente a defesa do velho e corporativo mandarinato médico nos hospitais, a par de um absurdo e insensato ataque à profissão dos administradores. Encarna um encarniçado ataque oposicionista ao ministro da Saúde. É expressão de que lobis?
Anónimo a 3 de Dezembro de 2016 às 23:30
Bem, se é do lobis médico, é um desastre de entrevista nos dias de hoje e num jornal regional.






Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 00:42
Talvez tenha por trás interesses de algum grupo económico privado, que tenha reparado na oportunidade de negócio numa capital de distrito cujo Hospital está descapitalizado e tecnologicamente ultrapassado. Vem este Bastonário "dar uma forcinha" para que os médicos resistam ao desenvolvimento da ULSBA?
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 09:47
Ena, mais um par de ministros vêm a Beja. Tem sido um fartote de visitas de governantes. Coisa nova!...
Anónimo a 3 de Dezembro de 2016 às 23:37
O Presidente da ARS do Alentejo diz que o plano de um novo hospital em Évora - cuja intenção é já bastante antiga - nunca impediu o desenvolvimento dos outros hospitais da Região. Por outras palavras: quem tiver unhas que toque viola... (para bom entendedor)
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 09:37
Mas querem unhas para tocar viola, ou querem acabar com o resto?
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 15:22
Chegou a constar há uns anitos que um grande Banco tinha o projeto de construir um Hospital em Beja. Entretanto o dito faliu e o terreno foi cedido para o Tribunal...
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 09:41
Está a querer dizer nos que isto chega ao caos e depois é reerguido por um grupo privado? Olhe, também ficamos bem ,os velhos e os doentes crónicos.
Sim os novos e os que ainda podem ja vao a Lisboa e a Evora à Misericordia.Pode ser que fiquem depois cá.
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 10:08
Pois é... Alguma coisa explica o súbito interesse deste Bastonário por Beja. Não veio oferecer colaboração dos médicos locais ao Ministério da Saúde para ultrapassar as dificuldades do SNS na nossa Região. Antes, veio vincar diferendos e fazer uma grave acusação política ao Governo.
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 10:23
São estratégias muito complicadas que ultrapassam o comum dos mortais.
Uma coisa é certa:ou agarram isto ou adeus SNS do que Ainda gravita por aí.
Ze a 4 de Dezembro de 2016 às 10:33
Sim, o comum dos mortais tem de usar bem os miolos para descortinar os interesses dissimulados dos marmanjões. Este, de facto não corre por "politiquices", mas por razões muito pes€da$...
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 10:43
Incitar a antagonismos entre os alentejanos é uma verdadeira armadilha.
Munhoz Frade a 4 de Dezembro de 2016 às 11:08
Interessante é que ninguém fale aqui disto:
Porque será?

Faltam médicos. E os que trabalham no público estão "próximos do seu limite"

ler mais em: http://www.tsf.pt/sociedade/saude/interior/faltam-medicos-e-os-que-trabalham-no-publico-estao-proximos-do-seu-limite-5532383.html
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 11:59
Nos hospitais públicos faltam médicos, o que sobrecarrega os que lá estão.
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 12:10
O Sr. bastonario diz que:
-Há médicos a mais . Limites à entrada de alunos para o curso de medicina devem ainda ser maiores.Nao diz qual deve ser o modelo de selecção., nas sabe que estamos a formar médicos , o que é muito caro, para outros países.
E arquitectos, para que os formamos
E enfermeiros? Inglaterra não os deixa sequer já de lá sair, oferecendo lhe elevados salários e prémios de fixação.
E engenheiros civis e outros deixamos de formar? Para onde estão a ir os que estavam em plena idade activa?
E outras licenciaturas ,tão longe do emprego quanto mais do pleno emprego?
E professores , já deixamos de formar!

Há médicos desempregados,mesmo mais proletarizados,ou há médicos "turbo"? Correm o Pais de les a lés para fazer urgências e consultas a metro?
-o Sr.bastonario não disse , nem sequer alvitrou com base em estudos técnicos que a ordem já tivesse efectuado, como resolver o problema da fixação de médicos no interior...é um problema velhíssimo! Uma simples referencia à descriminação positiva dos médicos no interior,mas como fazê-la? Devia ter dito como é que a ordem pensa que pode resolver esta situação! Então a palestra em Beja no interior, supostamente seria para esse fim, não?
-As Unidades locais não funcionam , foi um projecto falhado e não devem ser criadas mais nenhumas.
Mas este é um discurso apropriado para o momento numa unidade local , quando aguardamos a saída de legislação que se prevê altere a gestão e organização das mesmas, dando voz às estruturas locais? Claro que não! E a entrevista do DA ao Sr. bastonario nada acrescenta em pensamento sobre este novo modelo estratégico de intervenção do governo.Mas seria suposto acrescentar,não?
-a gestão das organizações de saúde deve ser feita por medicos e arrasa a classe profissional dos administradores hospitalares.Sobre os políticos que têm gerido estas casas, armados em administradores hospitalares, não se viu pensamento claro.
Então o que veio cá fazer? E para quê? Está a servir os interesses de quem?
Quer ver a ULSBA no fundo? Seria aqui a experiência?

Para não me alongar, porque esta matéria é tão grave e terá que ser analisada noutro palco, direi que Ainda de bem que este bastonario está de saída e espero que os médicos sejam de futuro melhor representados porque fazem muita falta , ao nosso interior,quer na pratica clinica quer no trabalho conjunto e multidisciplinar da gestão intermédios e do topo.

Alensul a 4 de Dezembro de 2016 às 14:51
Subscrevo este comentário de Alensul.
MF a 4 de Dezembro de 2016 às 15:24
Eu sugeria que o Diário do Alentejo entrevistasse , com base nesta informacao,e sobre o assunto do "arrastamento "do hospital dito central, devia de querer dizer regional, outros profissionais e porque não da ordem dos enfermeiros e representantes de outras associações, incluindo o Presidente da Associaçao de Administradores Hospitalares(APAH) que tem vindo a dinamizar grupos em torno destas problemáticas da saúde, tomando posições activas na matéria.
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 15:31
Ena pá, que grande confusão.

Este é o velho estratagema de retirar frases do seu contexto, e depois baralhá-las a seu belo prazer, para retirar daí as devidas "conclusões para o efeito" e a tentar manipular e enganar os mais incautos.

É o que se chama de desonestidade intelectual levada aos seu expoente máximo.

Depois não se diga que este não é um blog anti-médico, ao serviço de outros interesses muito específicos de carácter mafioso e bem determinados.
E que qualquer diálogo ou debate por mais honesto e isento que tente ser, acaba por ser sempre conduzido para o mesmo caminho.
RAIOS VOS PARTAM.
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 18:27
Anónimo das 18:27: Quando não consegue rebater argumentos fica raivoso. Vá bugiar.
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 18:52
Quais argumentos.
Os da maledicência?
Anónimo a 5 de Dezembro de 2016 às 22:48
Estou fora do país, alguém consegue colocar aqui a entrevista na íntegra? Obrigada.
Ana Matos Pires a 4 de Dezembro de 2016 às 17:14
É muito longa , as centrais do jornal.
Anónimo a 4 de Dezembro de 2016 às 17:54
Até as asneiras têm direito ao registo para memória futura. Essa do aeroporto é bem grossa...
Anónimo a 5 de Dezembro de 2016 às 12:38
Não é para ser anti-médico, mas o Bastonário, no debate público na Biblioteca Municipal usou uma linguagem imprópria, indigna do prestígio médico: não achou maneira mais elegante para caricaturar as aulas de medicina do que dizer "quarenta macacos a querer meter o dedo em todos os orifícios de um doente". Anti-médico foi ele.
Anónimo a 5 de Dezembro de 2016 às 20:36
Concordo em absoluto com este anónimo.
Anónimo a 5 de Dezembro de 2016 às 21:39
Julgar uma pessoa através de uma frase retirada mais uma vez do seu contexto.
É teimosia a mais.

O bastonário dos médicos, segundo sei, foi um médico que sempre trabalhou exclusivamente para o serviço público, formou especialistas de renome, e o seu principal objectivo é a salvaguarda e o bom funcionamento do SNS. Garantindo-lhe um serviço de qualidade e com médicos satisfeitos e motivados.

Um homem assim, nos tempos que correm, merecia uma estátua.
Anónimo a 5 de Dezembro de 2016 às 22:53
Pois é. O mundo é muito injusto. Talvez se ele se radicasse em Beja fosse agraciado com uma medalha de mérito municipal.
Anónimo a 5 de Dezembro de 2016 às 23:06
Não o mundo não é injusto, antes pelo contrário. E reconhece o mérito, como é o caso
Há é sempre por aí alguns frustrados que andam a tentar semear a confusão.
Teremos que viver com eles...
É a vida.
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 19:17
Quem tem mérito não necessita usar linguagem relaxada.
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 19:31
Aqui há uns tempos, a Ordem de Beja se insurgiu contra o Paulo Barriga por ele ter chamado "cursinho" ao curso de medicina. Agora o Bastonário chama os cursistas de macacos e acham normal?
Anónimo a 5 de Dezembro de 2016 às 23:15
Se há falta de respeito pelos médicos, em parte eles contribuem para isso. A linguagem descuidada e o uso de calão banalizou-se, retirando-lhes distinção e categoria. Ainda recentemente no nosso meio mais um caso disso se verificou, pelo "exemplo" de uma Dra., assídua deste blogue.
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 08:24
eheheheheh
Não perca o seu tempo com gentinha desta, Drª AMP.
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 19:18
Sim, uma gentinha que nem um "merda" sabe dizer...
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 19:28
Quem escreve coisas destas, deve ser mais um que quis ir para medicina e não teve média para entrar.
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 19:20
Uns entram com média alta e logo que saem estala-lhes o verniz.
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 19:29
Quem é arrogante nem sequer aceita que se lhe critique o linguajar...
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 20:13
Não precisamos sacralizá-los - todos sabemos que também usam papel higiénico. Mas quem quer ter credibilidade científica não fala como um casca-grossa.
Anónimo a 6 de Dezembro de 2016 às 20:19
Então e que tal parar de vez com esta triste polémica que não leva a lado algum. Até porque médicos, enfermeiros e administradores hospitalares são todos da mesma raça, tal como a piada dos alentejanos e dos algarvios.
Deixem os médicos virem para a região em paz e sossego e que por cá se mantenham durante muitos e bons anos. Pois não só são bem-vindos, como fazem muita e muita falta.
Anónimo a 8 de Dezembro de 2016 às 18:09
Obrigada. Não gostei, achei demasiado generalista, pouco incisiva e com umas "bocas" ao lado, desnecessárias.

(agora vou ali continuar as minhas férias, um abraço Zé LG)
Boas férias então.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2016 às 16:54
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