Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
09
Fev 18

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publicado por Zé LG às 00:11
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Onde andam os comentadores da saúde de Beja que tanto se assanham por coisinhas que não valem nada e que agora não aparecem para comentar coisas boas e bem escritas?
Anónimo a 10 de Fevereiro de 2018 às 15:26
Ponham lá aqui para as lermos.
Anónimo a 10 de Fevereiro de 2018 às 15:39
Já aqui deixei ontem, numa caixa de comentários, parte do que está escrito nessa peça jornalística.

Que a ULSBA tem coisas boas? Credo, imensas, coisas e pessoas - muito, muito boas, nas diferentes áreas da Saúde, não só na medicina.
O Dr.Antonio é um profissional que o Hospital recebeu.Quando eio já era um médico com muita formação .Mas parece-me que gosta muito do cantinho de trabalho e dos doentes que lhe entregaram.O que lhe demos para o cativar e sentir-se como “peixe na água”?
-um espaço com boa prática clínica.
-Um grupinho de profissionais:médicos,enfermeiros e auxiliares “à medida “do fato que pretendia e queria envergar.Mas têm também defeitos, como quaisquer outros.
-Espaço para a sua mente se organizar e adaptar a um novo ambiente;alguns projectos , uns tostões em horas extraordinárias (nesta arquitectura /figurino organizativo não temos mais nada)e comissões onde pode dar o seu melhor.Ele é um ser muito curioso...ouve de todos os lados e escuta;tem capacidade de intervenção e quer fazê-lo!
Para ser hoje capa do diário de Alentejo,com a causa do combate às infeções nosocomiais(não li ainda o conteúdo) foi preciso cativá-lo.E a cativação é um processo recíproco.Parabens Dr.Antonio,precisamos de si em Beja.

E agora, o que é preciso , entre muitos outros factores de natureza superior,para povoarmos os hospitais do interior com médicos que façam um bom trabalho, gostando de cá estar, em Beja?
Uma resposta de matriz estritamente sociológica:Processo de cativação interno.Tudo o resto vem por acréscimo.




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Anónimo a 10 de Fevereiro de 2018 às 18:29
“ veio”
Esqueci-me de me identificar:Mariana Raposo-AH
Anónimo a 10 de Fevereiro de 2018 às 18:31
É sobre o Programa de Apoio à Prescrição Antibiótica (PAPA).
Ana Matos Pires a 10 de Fevereiro de 2018 às 19:46
O facto de sobre a saúde não haver discursos partidários pode significar duas coisas: os partidos locais não têm pensamento próprio sobre o assunto e os saberes técnico-profissionais mantém a sua independência. Quando os profissionais querem, há debate. Quando os profissionais não querem debater, há silêncio.
Anónimo a 10 de Fevereiro de 2018 às 23:08
Os partidos locais não têm pensamento próprio, não tenha dúvidas ,anónimo das 23:08.Está já demonstrado,pelo que assistimos. E os saberes tecnico-profissionais ainda mantêm alguma independência, quero eu acreditar nisso .Então a conjunção não é alternativa .
Anónimo a 10 de Fevereiro de 2018 às 23:55
Precisamos de uma nova tecnocracia. Antes tecnocratas do que burocratas!
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 00:11
Esse seria um tema muito complicado de abordar e discutir aqui.
Não iremos tão longe.Temos que viver com o que temos, os ditos burocratas..
Mas que precisamos de um “governo de sábios” , pelo menos de vez em quando,nas nossas organizaçoes de saúde,concretamente no HJJF, ê um facto por muitos reconhecido. A politizaçao destas casas, associada a um caciquismo emanado e cultivado pelo marketing dos burocratas e partidos políticos, tem atirado para um plano mais reduzido os saberes técnico -profissionais.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 09:39
Os sábios são afastados pelos carreiristas. Nos partidos medram os sabichões das manhas.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 10:02
Será então que os partidos têm que pensar em alguma regeneração?
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 10:08
Deixem essa discussão de lado.Os sábios pensadores sociais dos modelos políticos que os observem e avaliem.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 10:10
Esta não é uma discussão só para sábios, é filosófica.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 10:15
Aqui é o sítio onde a elite bejense poderia fazer, numa discussão multidisciplinar, o apuramento do seu labor intelectual e do sentir sociológico da região. Criando um novo paradigma, muito diverso dos padrões rurais que muitos teimam em acreditar eternos.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 10:27
Isto é como tudo: nunca querem todos ao mesmo tempo. Que venham alguns, logo outros virão.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 10:29
Quem começa anonimamente aqui estes bailes filosóficos é muito generoso para a sociedade. Contribui sem esperar reconhecimento.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 10:36
Disso, tenho muitas dúvidas.
Quero dizer do contributo que pode dar à sociedade, nesta discussão da blogosfera.Os “sabichões das manhãs”nem leem estes comentários! Consideram-na matéria estéril para a politiquice local.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 12:02
Quem lê, reflete.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 12:08
Esperemos então a reflexão de alguns.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 14:04
Até os “padrões rurais”,como lhe chamou o anónimo das 10:27,se alteraram, constituindo hoje uma nova realidade com muitas manchas de um outro quadro de referência de valores e saberes técnico-profissionais e até filosóficos.Faz parte da mutação das sociedades .Mas os partidos políticos, pelas características desse tipo de grupo fechado sedimentado,principalmente na província como a bejense,rejeitam o pensamento próprio, esse motor da mudança.Cristalizam as organizações , como as da saúde, “cheiram a mofo”, no dizer popular. Mas gravitam ainda alguns saberes , a fazer capa do mais antigo jornal regional.Nao são, em meu entender, suficientes para alavancar a mudança.Antes, os considero nesgas meritocraticas que resistem na organização em “falência “ de capital humano e técnico.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 12:35
As “nesgas meritocráticas” só aparecem aproveitando ocasionais brechas no sistema bafiento. Poucas vezes a população reconhece. Como na Roma Antiga, só se aplaudem os vencedores.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 13:25
As vezes essas “ocasionais brechas” ocorrem porque o momento local foi propício, até com a mão do poder político instalado.E será que foi esse o caso? Não interessa, a brecha existiu e que a população observe.
Anónimo a 11 de Fevereiro de 2018 às 14:14
Catarina Eufémia: nasceu há 90 anos https://www.facebook.com/ana.m.pires.1/posts/10156132039801170?pnref=story (bom tema para um trabalho no DA, não?)
Ana Matos Pires a 13 de Fevereiro de 2018 às 12:34
O Disrio do Alenteo esta fartinho desse tema.
Anónimo a 13 de Fevereiro de 2018 às 12:44
90 anos são 90 anos, acho eu DE que (mas é só uma opinião).
É a Catarina Eufémia e o Hospital!
Anónimo a 13 de Fevereiro de 2018 às 13:57
Não veem diferença entre um mito e um equipamento necessário ao bem-estar material de todos?
Anónimo a 13 de Fevereiro de 2018 às 14:19
É pertinente que se escreva de Catarina Eufémia a menos de um mês do Dia Internacional da Mulher! Modestamente não compreendo o que existe a comemorar numa data onde foram assassinadas 146 Mulheres trabalhadoras fabris!

Ainda assim, é comemorado por muitas! Sem terem a real consciência, que aquilo que Festejam é um sistema onde “existem quotas” para as Mulheres terem representação no Poder Político, nas Empresas Públicas, etc. Quota essa que tendo sido legislada não é cumprida. Quais sardinhas em mar alto (são mais bem regulamentadas e controladas).
Num país onde a maior taxa de Licenciados pertence ao género feminino, o mercado de trabalho é dominado por o género masculino, onde muitas das vezes não somos remunerados do mesmo modo.
É isto que devemos comemorar? A desigualdade? Ou a Hipocrisia?

Todos se regozijam em nome de 146 Mulheres Norte Americanas!

E na nossa história, aqui tão perto (a 6 quilómetros da Cidade) na Aldeia de Baleizão, temos Uma MULHER, Alentejana, Ceifeira que foi assassinada à queima-roupa em campo aberto por reivindicar 2 tostões. Remuneração igual por trabalho igual! Tinha 26 anos, deixou 3 filhos menores, o mais novo com meses.
Chamava-se Catarina Eufémia!

É lamentável que tenhamos Vergonha dos nossos! Da nossa História!
Esta Mulher não é o bastião de nenhum Partido, mas uma Mulher que lutou por aquilo que hoje é consagrado na Constituição da República Portuguesa!

Ao Diário do Alentejo, que escreva acerca da Catarina e continue a escrever acerca da Saúde, e de todos os assuntos pertinentes para a Região.
Que se continue a denunciar os Direitos a que somos privados, por termos nascidos com esta sina de sermos Alentejanos.

Que o Diário do Alentejo continue a lavrar a nossa História!
Ana Lúcia Serafim a 13 de Fevereiro de 2018 às 22:45
O Dia Internacional da Mulher não "comemora" a morte de ninguém, assinala a tragédia. Uma efeméride não é sempre sinónimo de comemoração, pode significar registo de um acontecimento que ocorreu num determinado dia.
Ana Matos Pires a 14 de Fevereiro de 2018 às 01:53
Debate??? Os membros do atual CA da ULSBA alguma vez aqui disseram que ideias defendiam para a saúde no Baixo Alentejo? Jamais!
Anónimo a 14 de Fevereiro de 2018 às 20:34
Mas que exigência e expectativas tão elevadas. Menos mas muito menos.
Anónimo a 14 de Fevereiro de 2018 às 21:33
Referia-me a antes de o serem.
Anónimo a 14 de Fevereiro de 2018 às 21:45
Ninguém aparece para debater a Saúde. Os diretores continuam sentados nos gabinetes.
Anónimo a 15 de Fevereiro de 2018 às 09:23
Quem debatia, agora também não aparece.
Anónimo a 15 de Fevereiro de 2018 às 09:30
Os "diretores" de quê?
V. Exa. é uma excepção.
Anónimo a 15 de Fevereiro de 2018 às 10:10
Não, não sou. Fazer urgências noturnas depois dos 60 anos quando a lei permite que deixem de ser feitas aos 50 é prática frequente em diretores de serviço na ULSBA, isso é "continuar sentados nos gabinetes"? Injustiças não, por favor.
Evidentemente, usei o sentido figurado. Essa prática, frequente no Hospital de Beja, denota sentido deontológico e responsabilidade. O que se ironiza é a tática do “bate-e-foge”...
Anónimo a 15 de Fevereiro de 2018 às 11:29
Pois, mas não podia, ou não devia, ter usado.

E essa da "tática do "bate-e-foge" tb é em sentido figurado? Se sim, em relação a quê? Nestas coisas importantes e sérias devemos ser muito objetivos e claros, acho eu DE que.
Não devia??? Uso a ironia quando quero, ora essa!
Anónimo a 15 de Fevereiro de 2018 às 16:47
eh eh eh , v. exª tem razão, ficar sentados nos gabinetes é a mais pura mentira, ouve-se dizer que é mais deitados os gabinetes ehehehe
Anónimo a 17 de Fevereiro de 2018 às 23:52
Carradas de absolutamente. Veja lá não lhe caia um dentinho - ou a cremalheira toda, vá.

Qdo só se tem um tico e um teco é assim que sai a tentativa da fazer ironia. Temos pena.
“Carradas de absolutamente”,as coisas que a gente aprende com estes blogers.So com dicionário ao lado e ...e...
Anónimo a 18 de Fevereiro de 2018 às 12:41
eh eh eh, um sotico e um soteco chegam, só depende da largura de banda eh eh eh
Anónimo a 18 de Fevereiro de 2018 às 15:13
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