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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Beja tem de “forçar” o debate sobre Plano Regional de Saúde e o futuro do sector na região

João Paulo Ramôa não compreende o silêncio em torno da reorganização dos serviços de saúde no Alentejo, pensa que à semelhança do que foi feito com as ligações ferroviárias, deveria ser promovido um amplo debate sobre Plano Regional de Saúde e o futuro do sector na região e defende que é preciso discutir os problemas com as populações e a Câmara de Beja tem de “forçar” o debate numa altura em que estão a encerrar camas no Hospital de Beja.

Rodeia Machado lembrou que o Hospital de Beja já foi uma referência no país nalgumas especialidades e disse que é necessário “sair à rua” para defender o Serviço Nacional de Saúde pois é esta é uma matéria “fundamental” para o futuro do território.

Filipe Palma defendeu que “olhar para o futuro é melhor do que olhar para o passado”, que a saúde deve ser vista com optimismo e criticou o silêncio da Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) sobre o futuro do sector na região. Na sua opinião é preciso promover um grande debate sobre esta matéria.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=3017

4 comentários

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    Anónimo 31.01.2014 19:21

    "(...) a questão do comissariado político e das clientelas dos aparelhos partidários do Governo assume uma importância relevante na análise sobre a delicada situação no sector da saúde. Existem sectores de opinião que consideram estarmos perante uma situação em que o ministro se encontra politicamente “aprisionado” pelos membros da clientela partidária por si nomeados para os vários níveis das administrações dos serviços públicos de saúde.
    Mas, por outro lado, também se evidenciaram fatos que apontam em sentido contrário, ou seja, que os nomeados políticos são obedientes executores das estratégias ministeriais e têm de desempenhar o papel de “polícias maus”. Em diversas ocasiões, têm sido divulgadas medidas gravosas ou sem sustentação legal e logo que se desencadeia a contestação surge o ministro a “esclarecer” que se trata de um mal-entendido, que as pessoas não entenderam a essência da medida e que houve deturpação do seu real sentido. Um aspecto “curioso” nestas situações é que essas medidas gravosas nunca são anunciadas pelo ministro, mas pelos seus secretários de estado ou por algum presidente de ARS mais empenhado na sua militância partidária.
    O ministro aparece sempre depois para fazer o papel político do “polícia bom” e para “dar dito pelo não dito”.
    (...)"

    Mário Jorge Neves, presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul/FNAM
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    Anónimo 31.01.2014 20:08

    E para o Alentejo,qual dos dois figurinos sera o mais real /fidedigno e ajustado?
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    Anónimo 31.01.2014 20:52

    Responda quem souber.
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