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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Bispo de Beja mantém guerra aberta a José António Falcão

Zé LG, 10.08.20

“Grande parte” das peças de arte sacra da Diocese de Beja que estavam desaparecidas foram encontradas na Igreja de Santiago do Cacém.

Bispo-768x432.jpgD. João Marcos, Bispo de Beja disse que as paróquias e o seminário “pediam a devolução das peças”, mas que isso “raramente acontecia”, considerando que ainda existem mais peças que “não se sabe onde estão” e que este assunto não está “todo esmiuçado”.

Em declarações, à Rádio Pax, a 13 de julho, José António Falcão, garantiu que “quando terminavam as exposições temporárias, as peças eram devolvidas à sua proveniência” com exceção de alguns casos em que “os responsáveis das paróquias ou da Diocese consideravam que não havia condições de segurança ou de conservação para regressar logo aos locais de origem”. Nessas situações, as peças “ficavam nos museus da Diocese, no Seminário ou na Casa Episcopal”.

Falcão disse ter entregue um “relatório e lista de peças inventariadas, que foram confirmadas pela Diocese”. D. João Marcos confirmou esse documento, entregue “depois da extinção do DPHA” e alertou também para o facto de esse inventário ter sido “assinado por um padre idoso, que confiava em José António Falcão”, garantindo que esse documento “é falso” e que “foi assinado inadvertidamente”

Entretanto, a pergunta que se impõe continua sem resposta: onde estão as restantes peças de Arte Sacra da Diocese de Beja?

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