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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

António Gonçalves Correia e A Comuna da Luz e os factos de 1918

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António Gonçalves Correia (1886-1967) era comerciante, um caixeiro-viajante, mas era, sobretudo, um anarquista. Acreditava na revolução social, a sua “namorada”, como afirmou, pelo que permanentemente exercia uma atividade propagandística e pedagógica no sentido do fim da sociedade burguesa e concretização da sociedade da anarquia, o modelo de sociedade que seria a dos homens livres da exploração, logo, a da igualdade e fraternidade, do amor, da harmonia, sem quaisquer regras que não fossem as que naturalmente iriam emanando da comunidade organizada.
Gonçalves Correia (GC) idealizou, em 1916, a Comuna da Luz, sobre a qual registou “impressões” claras no seu jornal “A Questão Social”, Cuba, e em Vale de Santiago, Odemira, veio efetivamente a concretizá-la, assim testando um exemplo de comunismo prático, de que virá a falar a Raul Brandão, Os Operários. Aquele mesmo jornal dá notícias da região como, por exemplo, de que foi fundada em março de 1915 a secção da Associação dos Trabalhadores Rurais do Concelho de Odemira, na freguesia de Vale de Santiago, …

Leia aqui todo o artigo de Francisca Bicho, publicado no Diário do Alentejo.

 

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