Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
09
Jan 18

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Cerca de cem os subscritores defendem a legalização da cannabis para fins medicinais, pedindo aos políticos que tornem “esta medida possível”. Lembram que vários países já legalizaram o uso da planta e os seus derivados e salientam a existência de evidência científica que mostra que existe benefícios no tratamento de sintomas como a dor, falta de apetite, efeitos secundários provocados pelo tratamento do cancro.

A psiquiatra e directora do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Beja, Ana Matos Pires, afirma que: “Não é a primeira vez que usamos substâncias com risco para fins terapêuticos”, salienta, dando o exemplo da morfina. Por isso, este não poderá ser um argumento de quem estiver contra a medida.

“Não podemos fazer juízos morais quando falamos de problemas de saúde”. “O conhecimento actual, e é assim que se faz medicina, evoluiu e mostra que há vantagens terapêuticas no uso de canabinoides e não faz sentido que em Portugal não possamos deitar mão a essa terapêutica.”

Reconhecendo que o uso de forma acrítica da cannabis pode trazer riscos psiquiátricos a quem a consome, Ana Matos Pires salienta que o que aqui está em causa é “o uso controlado sob supervisão médica”. Enquanto cidadã, salienta, considera que “é de uma hipocrisia absoluta” Portugal ter plantações autorizadas de cannabis para fins medicinais que depois são exportadas e que o país não as possa usar.

publicado por Zé LG às 13:58
Podia adiantar que doentes beneficiam? Com Parkinson?
Anónimo a 10 de Janeiro de 2018 às 02:00
Anda por aí alguém que muito se agita com o que se passa no Alvitrando, imaginando estratégias conspirativas. Vai um cheirinho?
Anónimo a 10 de Janeiro de 2018 às 02:12
Do lado da neurologia é a espasticidade o sintoma que mais responde, como diz o Bruno na peça jornalística (o Bruno é neurologista) "Bruno Maia dá como exemplo os doentes que lhe aparecem no consultório com esclerose lateral amiotrófica, ou com esclerose múltipla ou ainda os doentes com AVC, que ficaram com espasticidade."
É uma espécie de relaxante muscular?
Anónimo a 10 de Janeiro de 2018 às 09:12
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