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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

AMARALENTEJO, AMORBA OU MIA?

Zé LG, 27.02.16

mapa_grande (4).jpgAMAlentejo prepara um congresso de onde pretende que saia a “Declaração de Tróia”.


A AMORBA apresenta-se esta tarde em Beja.


Tenho andado um pouco distraído em relação a estas movimentações… Se percebo bem, o AMAlentejo defende a criação da Região do Alentejo e a AMORBA defende (-se) a Região do Baixo Alentejo.


E porque não avançar com o MIA – movimento para a independência do Alentejo?

3 comentários

  • Sem imagem de perfil

    João Espinho 01.03.2016

    Quem é Raposo?
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 01.03.2016

    J. Espinho: Trata-se do jornalista do jornal Expresso, Henrique Raposo. Conhecido pelas suas posições de direita, e que recentemente escreveu um livro sobre o o suicidio no Alentejo, que se não me engano chama-se "Alentejo prometido". E que teve logo por condão a benção de ser editado pela fundação do Pingo Doce.

    Livro este baseado nas memórias dos seus ascendentes, alentejanos de concelhos do litoral. Santiago de Cacém?
    Isto porque ele só conhece o Alentejo como turista, já que nasceu segundo também parece em Cascais ou aí próximo.

    Aliás, e independentemente da sua visão ideológica que se respeita, trata-se de uma pessoa com fortes convicções pessoais e que pelos vistos acredita piamente de que tudo o que os seus ancestrais lhe contaram, se pode generalizar a todo o Alentejo e sobretudo a todos os alentejanos.
    Retirando daí todas as ilações possiveis, e passando logo para a explicação cientifica do porquê de tantos suicidos no Alentejo. Ao invés das outras regiões do país, quiçá até mais pobres e deprimidas.
    E convencendo-se a si próprio, que está de posse de todos predicados e bases para justificar um fenómono que tem tando de ambiencial como de genético.

    Enfim e para concluir, um livro que é uma autentica "cagáda em três atos", mas que despertou a ira de muitos alentejanos, que se têm encarregado de lhe promover o livro
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