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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alentejo está a produzir canábis para fins medicinais

Zé LG, 22.08.20

jygg.jpgSão muitos os mitos à volta da canábis e do seu uso. Depois de aprovada a legalização da canábis em Portugal para fins medicinais, a região do Alentejo viu crescer algumas plantações desta planta, nomeadamente em Aljustrel e no Alqueva. Ainda em 2019, Campo Maior teve luz verde da Infarmed para produzir canábis para fins medicinais, num projeto que resultou de uma “joint venture” canadiana/israelita num investimento de 16 milhões de euros na região.
Em junho de 2018, a Assembleia da República aprovou uma lei que regula “a utilização de medicamentos, preparações e substâncias à base da planta da canábis, para fins medicinais”. No entanto, é necessário cumprir as normas regulamentares exigidas. Na Europa, o óleo CBD tem de derivar exclusivamente do cânhamo, para além de só poder conter um máximo de 0,2% de THC (alguns países permitem até 0,3% de THC). Em Portugal, o óleo de CBD é considerado legal e disponibilizado sem receita médica.
Apesar dos seus óbvios benefícios no impulsionamento da economia e na valorização de regiões, o que é o CBD e o seu óleo? Veja aqui.

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