Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Jun 18

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O Relatório Primavera 2018 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS), confirma aquilo que é do conhecimento de todos.

O Alentejo “regista a menor disponibilidade de médicos no Serviço Nacional de Saúde por habitante, em contraste com a região de Lisboa e Vale do Tejo”.

O Alentejo apresentava no ano passado 1,4 médicos especialistas por cada mil habitantes e 0,6 médicos internos por cada mil habitantes.

Na região são apontadas carências em quase todas as áreas profissionais de saúde, desde médicos a técnicos superiores de saúde, passando pelos enfermeiros.

publicado por Zé LG às 00:33
É uma tendência que se agravará ainda mais, pois os poderes locais e regionais não têm tido iniciativas, nem inteligência nem unidade para criarem formas de atracção e fixação de médicos. A Administração da ULSBA, por exemplo, nada tem feito que se veja nesse sentido. Passividade, passividade, passividade.
Anónimo a 22 de Junho de 2018 às 10:33
Para o inefável Adalberto, está tudo no melhor dos mundos...
Anónimo a 22 de Junho de 2018 às 14:54
Incompetência,incompetência...nada fazer nem nada a decidir!
Anónimo a 22 de Junho de 2018 às 15:39
É fundamental um maior empenhamento das autarquias nesse sentido, tal como sucedeu e com evidente sucesso após o 25 de Abril de 1974 com o serviço médico à periferia.
Que ainda hoje recordado pelas populações de todo o interior do país.
Anónimo a 23 de Junho de 2018 às 15:09
O SMP foi iniciativa de um governo provisório, em que participava um comunista. Não foi por mérito das autarquias, mas na verdade elas acolheram bem os clínicos, com facilidades de alojamento. Nos dias de hoje, não se exigiria disponibilizar casas de função, mas sim outro tipo de incentivos. Já aqui se falou de crédito bonificado para habitação, cotas no ensino superior para filhos, etc. Mas os ouvidos estão moucos, há muito tempo...
Anónimo a 23 de Junho de 2018 às 15:39
Pois! Nesses tempos aceitava-se uma coisa obrigatória como essa. Hoje não é possível. É preciso convencer as pessoas, com vantagens concretas, que não tenham nada a ver com ilusões ideológicas.
Anónimo a 23 de Junho de 2018 às 22:53
O espírito de missão é voluntário e não se cria com incentivos.
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 00:31
Adoro, adoro mesmo essa "do espírito de missão". Enfim, é bem difícil discutir estas coisas com seriedade.
Ficamos a suspeitar que a Dra. não veio para Beja por espírito de missão...
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 10:07
Não suspeitem tenham a certeza. Vim porque acreditei num projeto, o que é substancialmente diferente.
Projeto pessoal...
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 11:04
Também mas, sobretudo, não só. Não é isso que se deseja, projetos aliciantes que façam as pessoas acreditar e investir? Ou afinal não são precisos clínicos no interior? Ah pois é...
Primeiro fez uma prospecção de mercado: onde é que podem abrir-me rapidamente uma vaga de chefe de serviço?... Aí está o resultado do dito projeto: em meia dúzia de anos ei-la promovida. O plano resultou.
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 11:14
Fazemos assim, vexa vai informar-se de quantos concursos para assistente hospitalar graduado sénior para Psiquiatria abriram no país desde 2013, ano em que vim para Beja, de quantos psiquiatras estavam em condições de concorrer e quais as notas finais nos respetivos concursos nacionais ao longo deste quase 5 anos.

De caminho informa-se, também, qual foi qual foi a alteração no meu CIT após a "promoção" - que, só por mero acaso, foi uma progressão legislada na carreira, acordada por decisão sindical e mesmo com congelamento da respetiva progressão económica.

Tanta coisa que se explica quando os ratos saem do casinhoto. Continue assim e terá imensa gente (zuca como eu) a vir para o Baixo Alentejo trabalhar e investir. Sugere-se discriminação positiva para se ser maltratado? Deves... Vale-me a fantástica equipa com quem trabalho.
Pois é, o tal espírito de missão pressupõe sacrifícios, e não incentivos materiais...
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 12:11
Vexa e a sua família, para além do ar que respiram que é de borla, vivem na rua, bebem água do charco e comem merda, não?
Vamos ser sérios, honestos, credíveis, justos, informados capazes na discussão, pode ser? Sobretudo vamos não ser parvos. Não custa. E os baixo alentejanas merecem-nos isso.
V. Exa. despreza os seres despojados...
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 13:06
É escusado, definitivamente. Beja, e o Baixo Alentejo todo, merece bem + que isto. Tenha um excelente resto de fim de semana.
Aos verdadeiros missionários não lhes importa se os indígenas são ingratos.
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 14:36
Na verdade, os bejenses mais antigos identificam os médicos com espírito de missão, reconhecem a sua dedicação e agradecem a sua persistência.
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 15:47
AMP abandona esta arena de ideias, quando a defrontam com argumentação, exigindo-lhe rigor e precisão. Ela tem dificuldade em largar o habitual jargão de clichés pseudo-radicais...
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 10:56
Eheheh engraçadinho(a). Abandono a discussão quando me apetece - tb entro nela qdo me apetece - e, no caso presente como noutros, qdo acho que não vale a pena continuar em conversas redondas.
PS: onde foi que deixei de ser ‘rigirisa’ e ‘precisa’? Fala exatamente de quê?
Quando se fica por generalidades e lugares-comuns.
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 12:47
Isso e, bem mais grave, se fala do que se não sabe.
Sobre o assunto fixação de médicos é procurar o que já por aqui deixei escrito em várias caixas de comentários onde o assunto foi sendo debatido, algumas das vezes com maior rigor.
Citou-se aqui duas propostas concretas sobre as quais a AMP nada disse.
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 13:49
Nota prévia: se foram duas "citaram-se aqui", não citou-se.

A que propostas se refere?
No comentário das 15:23 hs do dia 23.
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 15:50
Quis dizer 15:39.
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 15:52
Não encontro.
1. Crédito bonificado para habitação. 2. Quotas no ensino superior para filhos.
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 17:39
ah, isso. Já tive essa conversa por aqui, acho que não é um assunto para se discutir coisas avulsas, quaisquer vantagens - nem sequer acho que as assinaladas devam ser tidas em conta - devem sempre passar por uma discriminação positiva em termos do evoluir na carreira e das benesses sociais que já são previstas em contexto sindical e, o mais importante de tudo, em discriminação positiva relativamente aos clínicos dos grandes centros no que diz respeito a formação continua e atualização técnica.

Dito isto, o meu ponto nos comentários que decidi fazer não era esse, antes manifestar a minha discordância face a essa coisa religioso-voluntária como alguns querem discutir o problema. Num segundo momento responder a comentários rasteirinhos, patéticos e profundamente ignorantes, para não usar palavrões, que me foram dirigidos.
Não vi aqui nenhuma defesa fundamentada em princípios religiosos. Mas que tem de haver voluntarismo, isso sim. De outro modo, como explicar porque alguns resistiram à falta de incentivos, ao deserto de oferta diversificada? Como explicar porque cargas d’água alguns suportaram custos de interioridade durante décadas sem colher benefícios materiais? Poucos, muito poucos, usufruíram de condições de mercado monopolizadas. Apenas alguns “superespecialistas”...
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 22:23
Finge-se aqui que os médicos residentes e resistentes pertencem a uma geração que viu ruir o estatuto social que a sua classe tradicionalmente detinha. Equivocamente ou não, a respeitosa consideração que era dirigida aos clínicos foi dessacralizada, não tendo no entanto sido substituída por maior literacia em saúde. Os médicos das gerações mais recentes sentem que são vistos como técnicos cuja competência é vista aprioristicamente como duvidosa. Assim sendo, é natural que o apelo de dedicação ao bem público tenha dado lugar a motivações egoístas. Alguns deles (na nossa opinião erradamente) suporão que incrementos pecuniários compensarão essa desvalorização de importância social. A atual perversão das sociedades de mercado desregulado transformou a saúde num bem consumível, considerado pelos consumidores como um bem que têm de ter assegurado, obrigatóriamente, tal como os pacotes de leite nas prateleiras dos supermercados. A natureza da biologia e das suas patologias não são aceites. Portanto, os tais técnicos de saúde que não consigam fornecer aos utentes a plena saúde são... incompetentes! Neste contexto pervertido e perverso, em que se rompeu a confiança na relação dos médicos com as comunidades, tudo reside nos mecanismos contratuais, na oferta e na procura...
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 23:56
Corrigindo: finge-se aqui que se desconhece tudo isso... Não é, Dra. AMP?
Anónimo a 25 de Junho de 2018 às 23:58
Não percebi.
Não finja
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 09:08
Não finjo.
Não acredito que não saiba como se desenrola a história recente da profissão médica no nosso País.
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 10:24
Ahhhh, isso, isso sei. Sei, por exemplo, que quando iniciei o curso (anos 80) havia um TAC no país, que foi durante o curso que se isolou o VIH, que o desenvolvimento técnico a nível cirúrgico estava na idade da pedra qdo comparado com a atualidade, que Portugal não tinha os atuais indicadores de Saúde, que conseguir um artigo científico demorava dias, que falar com um colega em Londres demorava semanas, que apanhar um avião para o outro lado do mundo era caro e não diário, que o hospital de Beja tinha 10 anos, que as ligações a Beja eram bastante semelhantes ao que são hoje...
Pois sim, mas o pertinente para este assunto não é o progresso técnico e científico. Do que aqui se tenta falar é de consequências sociológicas.
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 15:13
Bingo! Bateu no ponto. Falo, exatamente, das consequências sociológicas, ou acha que os baixo-alentejanos não merecem que os seus clínicos tenham a mesma qualidade e as mesmas possibilidades de atualização científica e de desenvolvimento de técnicas que os outros portugueses? Pq diabo virá um clínico para Beja se pode ir para um hospital de ponta em França ou no Reino Unido e demorando o mesmo tempo (e custando-lhe mais barato) para vir visitar a família que está, p ex, no Porto (e, claro, a ter umas condições de vida que em Portugal não consegue)?
PS: o exemplo de França que dei não é imaginário, passou-se com um recém especialista de psiquiatria que veio para Beja no final de 2012, ou início de 2013, não tenho a certeza - e que permaneceu, se a memória não me falha, 4 meses. Saiu para Marselha.
Não passa sem ostras...
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 15:54
Quem não passa sem ostras, eu? Os meus colegas? Fosse esse o problema, são bem fáceis de encomendar. Deixe-se de merdas e discuta com seriedade, pode ser?
Ê cá nam gosto!
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 16:33
Em conclusão, vamos falar do assunto com seriedade, com realidade, com conhecimento de causa.
Com conhecimento, sim. Com exemplos em várias especialidades. Acontece que captar o interesse de médicos com uma dúzia de anos de profissão é diferente de captar o interesse de médicos no início da carreira. Também depende da especialidade. Nem todos precisam de fazer mestrados fora do País. A "matéria-prima" está aqui, diretamente acessível - as pessoas doentes, a comunidade. Apenas alguns pretendem seguir uma "vida académica" (por assim dizer...).
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 15:38
Mestrado já toda a gente tem ao acabar o Mestrado Integrado em Medicina, não é esse o ponto, não estou a falar de "mestrados fora do país". Tão pouco estou a falar, pq essa questão nem se coloca, em "vida académica". Vejam o currículos necessários para terminar uma especialidade médica, sujeita a exame nacional, e confirmem, também os requisitos de obtenção dos graus seguintes - só estou a falar de carreira clínica.
Não discuto a "matéria prima", ó se há, ó se está e se tem direito a uma medicina de qualidade como toda a "outra matéria prima" dos grandes centros.
Nenhum clínico, muito menos um recém especialista, que se preze coloca o "progresso técnico e científico" fora da equação ao decidir para onde ir e onde se fixar.
Essa equação não tem de ser "estrangeira". É claro que todas as opções são legítimas, são escolhas pessoais. O que temos de saber é o que podemos NÓS OFERECER.
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 15:40
Vanitas vanitatum... A vida é o que acontece enquanto fazemos planos.
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 15:49
Concordo, o que é preciso pensar e discutir é como se pode mudar esta realidade, tendo em conta um conjunto de variáveis que têm de ser equacionadas e que a destruição do SNS, tal como está a acontecer neste momento, só dificulta. O interior, então, será a região mais penalizada.
A destruição do SNS já vai avançada no BA...
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 16:35
Só merecem incentivos os que ambicionam a degustar lagosta.
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 13:53
PS: Em querendo, pode ainda pedir a opinião - e um relatório formal, já agora - do Programa Nacional de Saúde Mental em relação à evolução nos diferentes Serviços de Psiquiatria nacionais, em número de clínicos e em trabalho realizado. Be my guest.
A dedicação às causas públicas é uma questão de consciência.
Anónimo a 24 de Junho de 2018 às 10:09
Compaginando este dado com o maior consumo per capita de medicamentos, conclui-se que os médicos receitam muuuuito...
Anónimo a 26 de Junho de 2018 às 18:31
Enquanto membro do Partido Socialista, considero inaceitável o notório alheamento da Federação do Baixo Alentejo no que respeita a este problema. Como eu, muitos cidadãos apoiantes da atual solução governativa lamentam a falta de empenho dos órgãos partidários responsáveis na procura de soluções e na congregação de esforços, dentro e fora do PS, no sentido de sensibilizar e eventualmente pressionar o Governo. A Federação parece aceitar com a maior passividade o evidente desprezo pela Saúde do Baixo Alentejo. Torna-se imperativa uma mudança de atitude! Precisamos do Serviço Nacional de Saúde!
Munhoz Frade a 28 de Junho de 2018 às 23:54
Boa!
Anónimo a 29 de Junho de 2018 às 10:40
Ei! Uma voz crítica no PS é notícia!
Anónimo a 29 de Junho de 2018 às 19:14
Sobre esta matéria não faltam por aí vozes críticas!
Anónimo a 30 de Junho de 2018 às 01:11
Ainda bem.
Anónimo a 30 de Junho de 2018 às 07:40
Não me parece.
Anónimo a 30 de Junho de 2018 às 08:55
Sim, não parece haver vozes criticas dentro do PS de Beja e do B.A. em relação à discriminação negativa a que fomos remetidos pelo atual governo e em particular pelo seu primeiro ministro Dr António Costa.
Isto porque pouco ou quase nada, excetuando o governo da Troika do PSD/CDS do Dr Pedro Passos Coelho, e em nome da coesão nacional, sempre se foi fazendo com altos e baixos alguma coisa por esta região.
Mas com o atual governo da geringonça, nada, nickles batatoides.
E mais ainda, está-se agora a tomar decisões para um horizonte que vai até 2030. Pelo que até lá, nada, mesmo nada está previsto para o seu desenvolvimento, a não ser mais do mesmo.
Olivais e outras explorações de alta produção, que vão arruinar os solos depois durante gerações e com as consequências em termos de poluição e inabitabilidade das cidades, vilas e aldeias vizinhas.
E o PS da região faz um silencio ensurdecedor perante este cataclismo social e económico, o PCP esboça uns comentários tímidos e o PSD assobia para o lado.
Estamos feitos.
Anónimo a 30 de Junho de 2018 às 11:50
Fazem de conta que M. Frade nada disse...
Anónimo a 30 de Junho de 2018 às 21:01
Quando é incómodo, fingem que não ouviram...
Anónimo a 30 de Junho de 2018 às 22:24
Sim. Mas dado o atual poder de M. Frade no PS de Beja, o que é que pode mudar? Nada.
Anónimo a 1 de Julho de 2018 às 11:01
Quem nada não se afoga.
Anónimo a 1 de Julho de 2018 às 13:46
Mas a nadar para não se afogar não vai longe.
Anónimo a 1 de Julho de 2018 às 15:11
Onde ele já foi poucos chegam.
Anónimo a 1 de Julho de 2018 às 16:55
Bem dizes.
Anónimo a 1 de Julho de 2018 às 18:10
E do hospital já se acabaram as críticas do PS.O que fizeram aos que nos iam dizendo alguma coisa? Adesivo na boca,não?
Mas mais sabem eles que a desgraça é cada vez maior e este CA é uma anedota de competência.Tudo mudo, mas toda a gente sabe que o Hospital bateu fundo.
Anónimo a 1 de Julho de 2018 às 18:54
Não quiseram seguir o exemplo de luta que o Dr. Frade deu.
Anónimo a 4 de Julho de 2018 às 22:49
O Dr. Frade foi afastado pelo Adalberto, com as respectivas conivências locais, para que seja possível esfrangalhar o Hospital de Beja.
Anónimo a 5 de Julho de 2018 às 11:07
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