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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

AGORA, O TEMPO JÁ NÃO É DOS ELEITORES

Cada um de nós pode ter a opinião que entender. Cada um de nós pode achar o que quiser acerca do que os votantes quiseram dizer quando votaram. E também acerca do que quiseram dizer os que não votaram ou votaram em branco ou nulo, quase tantos quantos os que votaram. Mas nenhum de nós pode alterar os resultados eleitorais. Cada um de nós pode achar o que muito bem entender acerca das maiorias que se devem formar e do governo que delas deve resultar. Mas agora, o tempo já não é dos eleitores, mas dos deputados que foram eleitos. São eles que, na Assembleia da República, têm de formar as maiorias necessárias para apoiar o governo.
E de acordo com a composição da Assembleia da República as maiorias que se podem formar têm de incluir o PS. Ou com o PSD e o CDS, a maior, ou com o BE e o PCP+PEV. Ora o PS já mostrou que não quer a primeira. Resta a segunda.
Estes são os factos. Todos podemos ter e expressar as nossas opiniões, voluntariamente ou sendo pagos para isso. Todos podemos dizer o que achamos que devia ou deve ser feito. Mas não podemos fugir aquela realidade, enquanto a posição do PS for a que tem divulgado António Costa.

4 comentários

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    Ana Matos Pires 22.10.2015 19:25

    De nojo, este seu comentário.
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    Anónimo 24.10.2015 10:03

    Eleito presidente da Assembleia da República ao arrepio de uma tradição de equilíbrio e compromisso democrático, Eduardo Ferro Rodrigues fez questão de demonstrar no seu discurso inaugural, alinhado e tendencioso, o que é que pauta, hoje em dia, a actuação de qualquer socialista: a avidez e a grosseria. O PS de Costa é, nisso como no resto, um digno herdeiro de Sócrates.

    Resta, do lado positivo, o facto de que ser um homem sem noção da dignidade dos altos cargos da democracia, um homem com aquele porte e aquela inteligência, a corporizar hoje a segunda figura do Estado é absoluta e rigorosamente representativo do PS e dos tempos que vivemos.
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    Ana Matos Pires 24.10.2015 14:52

    A propósito de "tradição" http://jugular.blogs.sapo.pt/a-conversa-da-tradicao-ja-fede-mas-3900804
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