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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

AGORA, O TEMPO JÁ NÃO É DOS ELEITORES

Cada um de nós pode ter a opinião que entender. Cada um de nós pode achar o que quiser acerca do que os votantes quiseram dizer quando votaram. E também acerca do que quiseram dizer os que não votaram ou votaram em branco ou nulo, quase tantos quantos os que votaram. Mas nenhum de nós pode alterar os resultados eleitorais. Cada um de nós pode achar o que muito bem entender acerca das maiorias que se devem formar e do governo que delas deve resultar. Mas agora, o tempo já não é dos eleitores, mas dos deputados que foram eleitos. São eles que, na Assembleia da República, têm de formar as maiorias necessárias para apoiar o governo.
E de acordo com a composição da Assembleia da República as maiorias que se podem formar têm de incluir o PS. Ou com o PSD e o CDS, a maior, ou com o BE e o PCP+PEV. Ora o PS já mostrou que não quer a primeira. Resta a segunda.
Estes são os factos. Todos podemos ter e expressar as nossas opiniões, voluntariamente ou sendo pagos para isso. Todos podemos dizer o que achamos que devia ou deve ser feito. Mas não podemos fugir aquela realidade, enquanto a posição do PS for a que tem divulgado António Costa.

3 comentários

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    Anónimo 22.10.2015 21:38

    E que outra coisa seria de esperar, doutora?
    Só a eterna mania da superioridade intelectual da esquerda, e de que a direita é estupida.
    Acho é que o PS e António Costa tem um enorme problema às costas, e para Catarina Martins e sus muchachos acabaram as veleidades de trepar à custa de abarbatar votos àquele comparsa.
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    Anónimo 22.10.2015 23:13

    Catarina Martins e sus muchachos, como os apelida, merecem ser saudados porque têm a enorme "coragem" de sair da zona sempre fácil e cómoda do protesto para assumirem responsabilidades na construção de alguma coisa. Muito mais "coragem" do que Francisco Louçã, por exemplo, alguma vez teve!
    Jovens e com vontade de mudar Portugal. Se conseguem ou não, caberá depois mais tarde ao eleitorado avaliar, mas que esta mudança de atitude do Bloco é positiva para Portugal, é! Não sou do Bloco mas admiro muito o passo que o Bloco deu. E quase me arrisco a adivinhar que os 10% de eleitores que contribuíram para que o BE seja maior que o CDS, também se sentem representados neste passo que as(os) jovens do BE estão a dar!
    PP Coelho apelou repetidamente aos jovens portugueses para que não fossem piegas e saíssem da zona de conforto. Pois bem, os jovens do BE estão apenas a seguir o conselho: à risca!
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