Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
06
Dez 17

«… infelizmente para os seus utentes, a ULSBA já não tem “nichos de qualidade”. Já teve...Se os conseguir criar tem que os saber manter e sobretudo gerir em prol da causa pública do SNS ,integrados numa perspectiva holística de melhoria contínua de qualidade do SNS, uma missão de oferta de cuidados de saúde com qualidade aos Baixo Alentejanos.
Para que isso possa acontecer, é necessário reverter o “status quo”de gestão instalado há muito mais de uma década , hoje convertido em “nicho de amorfismo e resignação” para não o tipificar com maior carga ou técnica e ou subjectiva. E essa mudança exige outros” players”, o que não tem sido do interesse do poder político superior e muito menos ainda do local, que gravita alheio ao grave problema de oferta de cuidados de saúde no BA. Já quanto aos instrumentos de gestão e jurídicos indispensáveis para a a inversão da tendência instalada, eles parecem estar disponíveis e à mão de quem queira, saiba e possa utilizar.
Se esse não parece ser o caminho, e esqueçamos o “papão dos privados” que já não o é, mesmo em áreas anteriormente consideradas não atractivas para os privados, como o BA, então a prestação de cuidados de saúde pela ULSBA continua a sua marcha traçando uma linha visível e acentuadamente descendente que poderá terminar, a curto prazo, num cenário indesejável para alguns e ou para muitos utentes/doentes.»

Comentário de Anónimo a 5 de Dezembro de 2017 às 19:25, AQUI.

publicado por Zé LG às 23:20
Nada ou tudo por dizer?
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 00:21
Alguma coisa dita e pouca ou nada coisa politicamente feita.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 11:07
Quando os principais atores políticos pouco agem, importa rever os antecedentes, para identificar causas negativas que persistam. O PCP manteve-se afastado das coisas do Hospital, por conveniência de alguns dos seus destacados militantes, que quiseram manobrar à vontade. Já o PS, nunca se meteu nisso por défice de conhecimentos, situação que apenas se modificou há poucos anos, mas que desperdiçou. O PSD lá se ia oferecendo a soluções de centrão - mesmo contra-natura, para manter o status quo de decrepitude, para abrir caminho aos negociantes da saúde. E mais não digo, por agora.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 12:32
Gostava, mesmo, de perceber este parágrafo "Se esse não parece ser o caminho, e esqueçamos o “papão dos privados” que já não o é, mesmo em áreas anteriormente consideradas não atractivas para os privados, como o BA, então a prestação de cuidados de saúde pela ULSBA continua a sua marcha traçando uma linha visível e acentuadamente descendente que poderá terminar, a curto prazo, num cenário indesejável para alguns e ou para muitos utentes/doentes.". Que quer o(a) autor(a) dizer com ele exatamente?
Ana Matos Pires a 7 de Dezembro de 2017 às 01:19
Oportunidade perdida, por causa dos oportunistas.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 08:04
De facto, quando se afastam as pessoas combativas, talentosas e criativas, o resultado é amorfismo e resignação. Ainda não se ouviu a Administração apontar caminhos de desenvolvimento da ULSBA. É altamente improvável que ainda venha a fazê-lo. Suspeita-se, devido ao seu estilo trivial, que sequer considere isso uma obrigação.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 08:22
As críticas feitas à gestão anterior num célebre documento técnico do conhecimento da actual gestão ainda não deu frutos ? Alguém sabe dizer alguma coisa?Ou só sabemos dos célebres processos disciplinares que por aí andam onde esse Director de serviços de pessoal Vitor Paixao quis expulsar a administradora hospitalar sênior da casa?
Já resolveram as irregularidades apontadas ou está tudo na mesma e ainda criaram mais um pacote delas?
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 09:31
O total cinzentismo da actual Administração do Hospital está de acordo com os prognósticos mais favoráveis acerca das capacidades e competência do elenco Socialista. Zero !!!
Anonimo a 7 de Dezembro de 2017 às 16:42


-Beja Merece poderes locais democraticamente eleitos.E porque não dizê-lo ,ALTERNATIVOS , e em exercicio pleno e transparente das suas funções e concretização da sua missão de serviço publico.
-Beja Merece instituições públicas bem governadas por poderes politicos e técnicos nomeados mas preferencialmente concursados, de matriz pública ao nível das diferentes áreas do emprego, da segurança social ,da educação e da saúde. Não tem tido com frequência e daí resultaram já graves problemas para o desenvolvimento do Baixo Alentejo.A área da saúde tem sido a mais negligenciada superiormente e tem sobrevivido mal porque à mercê de interesses locais instalados e de" poderzinhos" ligados a um centrão de interesses individuais que poderes políticos locais, do PS e do PSD teimam em alimentar e conservar, encaixando os ditos "boys e girls",por acordos de tranquilidade e conveniência , avessos à dinâmica da mudança e conducentes ao amorfismo do "bem parecer" há muito reinante. A "Geringonça " não conseguiu , nem quis localmente abaná-los . Aceitou linearmente a estratégia do centrão politico.
-Beja Merece um tecido empresarial , pequeno e médio, gerador de riqueza local que acrescente valor e que só ele produz desenvolvimento. É na interação do valor criado e multiplicado, ao nível empresarial publico e privado, que se opera a mudança e a sustentabilidade dum Baixo Alentejo diferente.
-Beja Merece mais atratividade de pessoas e bens para ultrapassar a recessão demográfica instalada que nos empobrece cada dia que passa.
-Beja Merece melhores práticas publicas , melhores empresários mas sobretudo melhores políticos locais.
-Beja Merece mais e melhor mas isso só se consegue com pessoas, competências e valores que não temos conseguido.
-Beja não tem desenvolvimento mas Merece. E gostamos muito de Beja mas isso não tem sido suficiente. Assina:
Beja Merece Mais e Melhor Saúde
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 16:46
Bem,enquanto cidadão e utente da saúde sou forçado a concluir que o hospital de Beja já foi e os centros de Saúde são o que sabemos há muito tempo.Mal de nos quando temos uma grande maleta e precisamos de lá ir.Vamos para Evora e para Lisboa.
Quer dizer que esta boyada tem dado cabo disto tudo.
Se não for maleta de cair logo para o lado temos que arranjar uns trocos para ir de comboio aos hospitais privados a Lisboa .Temos que fazer um seguro que já são baratos porque não temos aí a ADSE e o dos bancários que tem sido sempre bom.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 19:19
Se merece, faça por isso.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 22:27
Uns fazem,outros nada fazem mas o pior é que muitos desfazem.
Anónimo a 7 de Dezembro de 2017 às 22:51
A minha esperança é que as jovens gerações de médicos que trabalham no Hospital de Beja, já com ligações familiares à terra, que mantém todo o trabalho diário nas urgências, enfermarias e consultas, não dispam a camisola e garantam inovação e qualidade técnica. Deles depende o futuro do hospital. O reconhecimento público poucas vezes tem visibilidade, mas os doentes agradecidos nunca os esquecem. Bem hajam.
Anónimo a 8 de Dezembro de 2017 às 11:11
Bem Hajam as novas gerações jovens de médicos com raízes familiares à terra que preferiram viver na sua terra natal e mais alguns jovens médicos oriundos de fora que preferiram viver na cidade de Beja, contribuindo no dia a dia no Hospital e Centros de Saúde pela Saúde da população com dedicação e empenho. Continuem com o bom trabalho realizado.
Anónimo a 8 de Dezembro de 2017 às 19:58
No último mês abalaram quatro dos formados na casa.Uma delas do melhor que por cá passou.
Anónimo a 8 de Dezembro de 2017 às 21:47
Pode-se saber quem é a Admimistradora Hospitalar Sénior do Hospital?
Anónimo a 8 de Dezembro de 2017 às 19:47
Quem se importa com seniores?
Anónimo a 8 de Dezembro de 2017 às 20:27
Pelos vistos importou-se o Director de Serviços de Pessoal com a Sénior!
Anónimo a 9 de Dezembro de 2017 às 21:00
Os recalques puxam para a fulanização e matam os debates.
Anónimo a 10 de Dezembro de 2017 às 09:51
Então debatam! Matéria há por aqui com fartura.
Anónimo a 10 de Dezembro de 2017 às 11:49
Há pouca vontade de debater seriamente. Os funcionários continuam muito medrosos. Não há liberdade na ULSBA, empresa pública! Quem criticar leva ripada.
Anónimo a 10 de Dezembro de 2017 às 12:08
Então onde está a Democracia! ou voltamos ao tempo da outra Senhora.
Anónimo a 10 de Dezembro de 2017 às 16:01
Fico doente com estas alarvidades, muita gente foi presa e morreu pela liberdade de expressão, não pode ser banalizada. Bolas.
Ana Matos Pires a 10 de Dezembro de 2017 às 17:40
Nao percebo essa das “alarvidades”.
Anónimo a 11 de Dezembro de 2017 às 18:29
Eu explico. Considero que escrever "Não há liberdade na ULSBA, empresa pública! Quem criticar leva ripada." ou "Então onde está a Democracia! ou voltamos ao tempo da outra Senhora" é uma alarvidade. A liberdade de expressão foi conquistada a pulso e com muito sofrimento, não pode ser banalizada.
Ana Matos Pires a 11 de Dezembro de 2017 às 20:30
A primeira frase que a Dra. cita não se trata de nenhuma alarvidade. Não é preciso recuar muito na história do Hospital para encontrar os factos que ocorreram e que provam que se tentou inibir a liberdade de exprimir críticas, internas ou externas. A não ser que a Dra. AMP considere que isso foi “antes do 25 de abril”, isto é, antes da sua vinda para Beja...
Anónimo a 11 de Dezembro de 2017 às 22:54
Desconheço a que factos se refere.
Ana Matos Pires a 12 de Dezembro de 2017 às 02:49
https://issuu.com/diariodoalentejo/docs/da_1636
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 04:58
Eis a prova de que existe liberdade de expressão, o caso foi noticiado por um órgão de comunicação. Insisto, a liberdade de expressão - e a liberdade em geral - custou muitas vidas e muito sofrimento, tem de ser usada parcimoniosamente.

PS: Houve algum processo judicial? Qual foi o veredito?
Ana Matos Pires a 12 de Dezembro de 2017 às 10:25
PS: está enganadote(a) na data da minha vinda para Beja.
Ana Matos Pires a 12 de Dezembro de 2017 às 02:50
Não percebeu a ironia...
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 04:38
(pronto, já comi o gelado com a testa)
Ana Matos Pires a 12 de Dezembro de 2017 às 10:26
Agora adivinhe lá porque passa desde hoje a haver um fator de melhoria de colaboração da ULSBA com os desígnios pró-Évora.
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 17:35
Gostava de ter a mesma certeza que vexa.
Ana Matos Pires a 12 de Dezembro de 2017 às 19:10
Eu não disse que tenho a certeza, mas sim que é um fator. As proximidades pessoais que os percursos feitos em conjunto geram sempre são um fator de colaboração. Veremos em que sentido essa probabilidade se processará e que instituições beneficiará.
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 19:21
Mas tem dúvidas que a nova secretária de estado não puxe para Évora? E que a Margalha não lhe faça a vontade?
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 19:53
Olha olha a senhora deixou de ser Rosa Matos e passou a ser outra vez Rosa Zorrinho. Será que lhe dá mais estatuto?
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 19:56
Mais estatuto, é óbvio! Será que vai dar uma mãozinha à sua velha amiga administradora sénior?
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 19:59
Foi ao beija-mão?
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 20:31
Ao beija - mão foram alguns viu-se na televisão.
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 20:56
Ela estava esfuziante de alegria... O escândalo na TVI calhou que nem ginjas...
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 22:37
Fazendo festa pelo proveito de um caso lamentável? Não há decoro!
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 23:22
Estranha maneira de ver a gestão de instituições públicas, caramba. É por estas e por outras que as patetas Paulas Brito e Costa existem e destroem projetos fantásticos. Temos mesmo de crescer em cidadania e deixar para trás as cabeças servis e clientelistas. Faz-me tanta impressão este tipo de postura de pequena política.
Ana Matos Pires a 12 de Dezembro de 2017 às 20:35
Nunca estive tão desacordo com a Dra.Pires.Estranha forma de ver o governo de instituições públicas.
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 20:52
Opiniães
Ana Matos Pires a 12 de Dezembro de 2017 às 21:04
Quis dizer de acordo.Foi lapso de escrita.
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 21:23
De facto, quando há um vazio no domínio da estratégia da ULSBA, tudo vagueia ao sabor das relações pessoais. É confrangedora a nossa mediocridade. Os cidadãos, que sustentam o SNS com os impostos que pagam, não vislumbram o futuro das unidades públicas prestadoras de cuidados de saúde. Em Portugal, só há brio quando se discutem clubes de futebol! Queixamo-nos e queixamo-nos mas não exigimos transparência em alta voz! Quando dermos por isso só resta de pé a carcaça, com um belo logotipo em cima e cacos no interior...
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 22:35
A Secretaria de Estado conhece bem a matéria prima que gere a ULSBA.A Margalha lambe as botas a qualquer um mas as relações entre as duas não vão acrescentar nada à queda da saúde em Beja.
Anónimo a 12 de Dezembro de 2017 às 20:50
Então a sênior levou ripada,não?
Anónimo a 11 de Dezembro de 2017 às 18:30
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