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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A política não se deve centrar em excesso nas questões da economia”

Há momentos em que questionamos se os apetrechos que adquirimos com nossos pais como preparação para a vida ainda têm utilidade. Nos últimos cinquenta anos, a rapidez das transformações sócio-económicas cavou um fosso entre gerações, quer no que respeita aos significantes comunicacionais, quer no que respeita a valores de vida. Tal dissonância sociológica também é matéria política. Não está garantido que uma economia mais próspera aumente os indicadores de felicidade das pessoas. É necessária sim, para o bem-estar social, mas não é suficiente para boas dinâmicas familiares. Por isso a política não se deve centrar em excesso nas questões da economia. Tem de incluir de forma pró-ativa a vertente cultural, civilizacional. Continuamos a necessitar de nos nortearmos pelas consignas da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade. Sem esses objetivos, o mundo não melhorará.

Munhoz Frade 16.03.2019 15:27, aqui.

5 comentários

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    Munhoz Frade 17.03.2019 14:00

    De facto, outros valores nasceram e estão em desenvolvimento, alguns deles positivos. O fosso existe, não só inter-geracional, mas também entre os "info-excluidos" e os "millenials"...
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    Ana Matos Pires 17.03.2019 14:40

    Não em termos de valores, eu acho.
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    Munhoz Frade 17.03.2019 15:00

    Depende. Se é verdade que os valores culturais permeiam toda a comunicação, também se verifica que a superficialidade e efemeridade das formas em voga nem sempre traduzem conteúdos inequívocos... Os valores civilizacionais, humanísticos, definham se não estiverem expressamente presentes nas narrativas contemporâneas.
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    Ana Matos Pires 17.03.2019 15:35

    Não gosto, e não concordo nada, com generalizações do tipo "a superficialidade e efemeridade das formas em voga" ou "Os valores civilizacionais, humanísticos, definham se não estiverem expressamente presentes nas narrativas contemporâneas".

    Há, como houve sempre, "superficialidade e efemeridade" e há, como houve sempre, gente sem "valores civilizacionais, humanísticos", não é um problema contemporâneo.
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