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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A importância dos recursos humanos nas organizações

É fácil compreender que as pessoas constituem o principal recurso de qualquer organização. Para além de todas as outras razões existe uma que é determinante para que assim seja. As pessoas têm inteligência e vontade próprias. As matérias-primas, os factores de produção, os equipamentos, em especial os computadores, que são os que mais se aproximam das pessoas, são igualmente importantes para o produto final. Mas nenhum deles tem vontade própria com a qual seja capaz de influenciar o funcionamento da organização.

Mas se é fácil compreender isso já o mesmo não acontece na mesma medida em ter isso sempre presente na condução das organizações.

Veja-se o que acontece tantas vezes em tantas organizações com os seus líderes a enfatizarem a importância de contar com as pessoas, “com todos”, para alcançarem os objectivos definidos para as suas organizações e depois, na prática, a não serem capazes de contar “com todos”, de valorizar suficientemente os recursos humanos disponíveis e até a colocar alguns “na prateleira”, como se de bens descartáveis se tratassem.

Para que tal aconteça muito tem contribuído a política dominante nos dias que correm de desvalorização do trabalho e dos trabalhadores. É frequente líderes governamentais, de empresas e de outras organizações apontarem como primeira medida para equilibrarem as contas ou relançarem a capacidade económica o despedimento de trabalhadores, logo seguido da redução de salários e de outros direitos. Trata-se, sem dúvida, de subverter a importância dos recursos humanos e de contribuir para a sua desmotivação e consequente quebra de produtividade.

Ter a capacidade de mobilizar e envolver as pessoas, os trabalhadores nos objectivos e nos projectos das organizações é meio caminho para o seu sucesso. Os líderes que não são capazes de compreender isso acabam, mais cedo ou mais tarde, por sofrer as consequências de cometerem esse erro de palmatória.

4 comentários

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    Munhoz Frade 28.02.2014 01:25

    Mais líder é o que cria um facto, marcando a agenda, do que o que espreita a oportunidade para reagir aos factos criados por outros. Já que falo de oportunidade, e não oportunismo, líderes são os que transformam os problemas em oportunidades.
  • Sem imagem de perfil

    conversafiada 28.02.2014 22:33

    Visão, paixão, pensamento estratégico, habilidade de comunicação, automotivação, habilidade de unir pessoas, poder pessoal, congruência, capacidade de adaptação, disciplina, resolução, a busca constante da excelência, capacidade de se relacionar são algumas características e habilidades comuns necessárias para o desenvolvimento da boa liderança.

    Líder é aquele que tem a capacidade de "administrar" pessoas e equipas, de personalidades diferentes, e gerilas, mobilizando-as para objetivos comuns. liderar é comunicar às pessoas o seu valor e potencial de forma tão clara, tão forte em que elas acabem por vê-los em si mesmas e que seja capaz de se colocar em movimento sentido parte do processo de ver, fazer e tornarem-se capazes.

    Ninguém deseja ser liderado por alguém a quem falte coragem e autoconfiança. É gerado um estilo superior de liderança positiva para aqueles que ousam nas tarefas e se valem de oportunidades não tentadas anteriormente.

    Uma grande qualidade de um líder é saber conquistar o respeito da equipas através da influência, não pela sua posição, mas sim pela sensibilidade do que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento no ambiente de trabalho.
    Tudo isto e mais alguma foi alguma vez visto, nem ao longe... na ULSBA
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    Outro 01.03.2014 14:48

    Comecei por ler,entre os vários posts do Dr. Munhoz Frade sobre liderança e pessoas,aliás resposta a um primeiro comentário,sempre muito bem escritos como é sua caracteristica,um outro que de conversa fiada nada tem; só o parecer de quem quer ler "a correr",não sabe ler de outro modo ou sob o anonimato de "conversafiada" muito sabe por observação,análise e reflexão, quer transmiti-lo,alertando o tal colectivo institucional ou até as mentes dominantes e dominadas,quiçá desafiando-os...
    Grandes exigências estas do ou da "conversafiada" para a liderança da ULSBA! Será porque o nível exigido pelo colectivo também é assim tão elevado ,em contraposição ao do poder dominante,quem não fomos ainda abençoados com esta dádiva?Nem de longe...?
    Poderá ser mesmo só conversa fiada,talvez utopia ou seriamente algo perceptível que queremos ter para dar volta a esta "casa" porque está ao nosso alcance e nos é tangível?
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