Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A importância dos recursos humanos nas organizações

É fácil compreender que as pessoas constituem o principal recurso de qualquer organização. Para além de todas as outras razões existe uma que é determinante para que assim seja. As pessoas têm inteligência e vontade próprias. As matérias-primas, os factores de produção, os equipamentos, em especial os computadores, que são os que mais se aproximam das pessoas, são igualmente importantes para o produto final. Mas nenhum deles tem vontade própria com a qual seja capaz de influenciar o funcionamento da organização.

Mas se é fácil compreender isso já o mesmo não acontece na mesma medida em ter isso sempre presente na condução das organizações.

Veja-se o que acontece tantas vezes em tantas organizações com os seus líderes a enfatizarem a importância de contar com as pessoas, “com todos”, para alcançarem os objectivos definidos para as suas organizações e depois, na prática, a não serem capazes de contar “com todos”, de valorizar suficientemente os recursos humanos disponíveis e até a colocar alguns “na prateleira”, como se de bens descartáveis se tratassem.

Para que tal aconteça muito tem contribuído a política dominante nos dias que correm de desvalorização do trabalho e dos trabalhadores. É frequente líderes governamentais, de empresas e de outras organizações apontarem como primeira medida para equilibrarem as contas ou relançarem a capacidade económica o despedimento de trabalhadores, logo seguido da redução de salários e de outros direitos. Trata-se, sem dúvida, de subverter a importância dos recursos humanos e de contribuir para a sua desmotivação e consequente quebra de produtividade.

Ter a capacidade de mobilizar e envolver as pessoas, os trabalhadores nos objectivos e nos projectos das organizações é meio caminho para o seu sucesso. Os líderes que não são capazes de compreender isso acabam, mais cedo ou mais tarde, por sofrer as consequências de cometerem esse erro de palmatória.

2 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Munhoz Frade 28.02.2014 08:23

    Quanto ao modo, a solidez da liderança não se conquista pela sedução. Apenas a dinâmica das ideias cativa de forma continuada.
  • Comentar:

    CorretorEmoji

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

    Comentários recentes

    • Anónimo

      Dra, tendo em conta que temos 21 deputados europeu...

    • Ana Matos Pires

      Tranquilizar os demais é o meu nome do meio. Mande...

    • Anónimo

      A iniciativa do movimento é meritória mas inócua e...

    • Anónimo

      Obrigado pela sua douta opinião! Ainda bem que há ...

    • Anónimo

      Mas quem é que verdadeiramente pode dizer que conh...

    Mais sobre mim

    foto do autor

    Sigam-me

    Subscrever por e-mail

    A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

    subscrever feeds