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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

«A ÁGUA DO NOSSO DESCONTENTAMENTO.»

Com este título publicou José Fiipe Murteira no seu blogue NOTAS À ESQUERDA, um interessante, bem documentado e oportuno texto de que publicamos um excerto seguinte:

 

roxo4.jpgChegamos, então a agosto de 2015 e eis o paradoxo que, contado, mais parece uma daquelas histórias de Kafka: a Barragem do Roxo está a 39% da sua capacidade máxima (em 2012 estava a 75%), a água cheira a terra e a mofo como há muito não acontecia, o que tem levado a justas reclamações das populações e às pouco esclarecedoras explicações iniciais das entidades responsáveis (no caso de Beja, a EMAS e a Câmara Municipal). No passado dia 5, finalmente, a principal autoridade no assunto (dado que capta, trata e transporta a água), a empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA), emitiu um comunicado em que, além de garantir que a água “pode ser utilizada em segurança”, esclarece que “devido à época estival e ao abaixamento dos níveis de reserva de água, das quais resultam a produção de compostos orgânicos - a geosmina e o 2—metilisoborneol – que são responsáveis pelo cheiro a terra e a mofo na água para consumo humano.”

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