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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

«A ÁGUA DO NOSSO DESCONTENTAMENTO.»

Zé LG Zé LG, 22.08.15

Com este título publicou José Fiipe Murteira no seu blogue NOTAS À ESQUERDA, um interessante, bem documentado e oportuno texto de que publicamos um excerto seguinte:

 

roxo4.jpgChegamos, então a agosto de 2015 e eis o paradoxo que, contado, mais parece uma daquelas histórias de Kafka: a Barragem do Roxo está a 39% da sua capacidade máxima (em 2012 estava a 75%), a água cheira a terra e a mofo como há muito não acontecia, o que tem levado a justas reclamações das populações e às pouco esclarecedoras explicações iniciais das entidades responsáveis (no caso de Beja, a EMAS e a Câmara Municipal). No passado dia 5, finalmente, a principal autoridade no assunto (dado que capta, trata e transporta a água), a empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA), emitiu um comunicado em que, além de garantir que a água “pode ser utilizada em segurança”, esclarece que “devido à época estival e ao abaixamento dos níveis de reserva de água, das quais resultam a produção de compostos orgânicos - a geosmina e o 2—metilisoborneol – que são responsáveis pelo cheiro a terra e a mofo na água para consumo humano.”

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