Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
19
Mar 18

Parece-me importante perceber que a discussão da saúde na região tem duas velocidades, uma mais imediata dirigida à tentativa de resolução de problemas que existem e que ameaçam a continuidade dos cuidados de saúde à população da área de abrangência da ULSBA, em particular os hospitalares, e outra mais estrutural, mais profunda e destinada a obter ganhos em saúde a médio e longo prazo - é nesta última que se inclui uma maior atenção à prevenção...
A ação dos políticos locais, autarcas e deputados, deve fazer-se nos dois momentos e de uma maneira bem mais séria e mais esclarecida do que a atual. Foi verdadeiramente impressionante, e triste, a sua prestação, a falta de conhecimento, de preparação e, consequentemente, de alternativas e de ações reais sugeridas no debate de quinta feira. Todos sabemos que estão limitados na ação mas podem e devem fazer muito mais, podem e devem informar-se, caramba... É preciso mais, muito mais.
Do mesmo modo é preciso que a ARSAlentejo, na pessoa do seu presidente, não esteja tão "encolhido". Bem esteve a Conceição Margalha, a desempenhar com qualidade o papel que é o seu - o de Presidente de um Conselho de Administração de uma instituição com gravíssimos problemas, a não tapar o sol com a peneira. Obrigada, Conceição.

Ana Matos Pires a 18 de Março de 2018 às 11:06, AQUI.

 

Ainda vou ser mais pragmática. Como não esteve lá vou fazer-lhe um "boneco".
Pedro do Carmo mostrou saber zero de saúde e tão pouco se preocupou em se preparar para o debate, João Dias engoliu uma cartilha e deitou fora, lamentavelmente, todo o seu know-how enquanto enfermeiro da ULSBA até ao inicio deste mês - fez-me lembrar o trabalhador agrícola que emigrou, saiu da terra há um mês, e quando volta já não reconhece uma enxada. Quanto a Fernando Romba, que lá estava a representar a CIMBAL, foi de ir às lágrimas a justificação que me deu para que ainda não tenha sido indicado ninguém pela CIMBAL para vogal executivo do CA da ULSBA, como a lei determina: preocupações com o acréscimo de gastos em honorários por parte da ULSBA. Já me chamaram estúpida de uma maneira bem mais inteligente. Paulo Arsénio e Tomé Pires estavam aos papéis.

Ana Matos Pires a 18 de Março de 2018 às 11:53, AQUI.

Ainda em relação à deputada eleita pelo PSD a coisa é particularmente grave quando o seu partido é representado na região por João Guerreiro, um enfermeiro que ainda por cima foi membro do anterior CA da ULSBA e tem obrigação de conhecer o estado da saúde na região como poucos. A não substituição de Nilza de Sena é uma desconsideração pela população local e, em particular, por quem lhe deu o seu voto.
Ana Matos Pires a 18 de Março de 2018 às 12:22, AQUI.

 

publicado por Zé LG às 00:11
Muito bem.
Munhoz Frade a 19 de Março de 2018 às 08:15
Posso pedir-lhe que coloque também no corpo do post o meu comentário sobre Nilza de Sena, ZéLG? Parece-me importante, sobretudo pela desconsideração que demonstrou pela população do distrito e em particular pela que nela votou. Parece-me injusto que passe pelos pingos da chuva, é quem mais críticas me merece. Obrigada.
Ana Matos Pires a 19 de Março de 2018 às 10:10
Já está.
Zé LG a 19 de Março de 2018 às 23:58
Obrigada.
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