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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Levante o dedo quem não tem a seu lado alguém vítima de ‘mobbing’”

Zé LG, 29.03.24

trabalho.png«Com todo o respeito pelos diagnósticos de “burnout” e “sisifemia” que, infelizmente, conheço e reconheço na primeira pessoa, considero que se devem estudar e tentar colmatar estas doenças na origem. Não sou médico nem tenho a veleidade de dar palpites científicos sobre estás questões, mas há uma certeza que tenho enquanto paciente: grande parte destes diagnósticos têm origem nos dirigentes das organizações que promovem graves situações de assédio gratuito e público, sem que haja a devida proteção das vítimas.
Levante o dedo, nesta cidade, quem não tem a seu lado alguém vítima de mobbing, amigo, colega, vizinho…» BURN, 26.03.2024, aqui.

Greve geral nas minas de Neves-Corvo

Zé LG, 25.03.24

202307220043572092.jpgOs trabalhadores da Somincor, concessionária da mina de Neves-Corvo, no concelho de Castro Verde (Beja), vão realizar uma greve geral, nos dias 26 e 27 de março, para exigir aumentos salariais, entre outras reivindicações. “O que leva a esta paralisação, decidida em plenário pelos trabalhadores, é que a empresa não responde ao caderno reivindicativo aprovado pelos trabalhadores” e apresentado à administração da Somincor no passado mês de dezembro, disse o coordenador do STIM, Albino Pereira .

Depois do ‘burnout’, a sisifemia invade empresas e atormenta trabalhadores

Zé LG, 24.03.24

trabalho.pngAtender às exigências e expectativas do trabalho pode levar à exaustão física e mental daqueles que dedicam muita energia e tempo ao emprego para “estar à altura”. Depois do ‘burnout’, é agora a sisifemia ou “fadiga do trabalhador incansável” o distúrbio cada vez mais comum entre pessoas com elevados níveis de autoexigência e perfeccionismo em ambiente laboral, colocando metas inalcançáveis a si próprio, que pode afetar o seu desempenho e motivação, mas também a sua saúde.
Veja aqui quais são os principais sintomas da doença e as cinco estratégias que as empresa devem seguir para a evitar, segundo especialistas.

“Pior do que ser jovem parvo e inconsequente é ser velho cínico e insensível.”

Zé LG, 17.03.24

sara-belo-luis-2-150x150.png«… também não me revejo na forma desproporcionada como as ações dos ativistas do clima têm sido socialmente condenadas. Um arruaceiro é um arruaceiro, um terrorista é um terrorista. Às democracias saudáveis e maduras compete tratar com calma e tranquilidade aqueles que – num momento de insensatez, mas de compreensível insensatez – infringem a lei.
A avaliar por esta campanha eleitoral, estamos condenados a ser um país de velhos exclusivamente preocupados com os assuntos que interessam aos velhos: das pensões às carreiras das diferentes corporações (médicos, professores, polícias). Reproduzimos lamúrias sobre a falta de participação dos jovens, mas depois, de forma altiva e arrogante, não os escutamos e, no final, ainda lhes damos lições de moral. Os jovens são jovens e, por isso, fazem parvoíces e atiram tinta verde. Mas somos nós que nos estamos nas tintas para eles. Pior do que ser jovem parvo e inconsequente é ser velho cínico e insensível.» Sara Belo Luís, aqui.

Jornalistas em greve, 40 anos depois da primeira

Zé LG, 14.03.24

greve.pngO dia da greve será marcado por uma concentração de jornalistas em Coimbra, pelas 09:00, depois outra no Porto, na praça Humberto Delgado, pelas 12:00, o mesmo acontecendo à mesma hora em Ponta Delgada. Em Lisboa, a concentração terá lugar no Largo do Camões pelas 18:00, em que também se faz um apelo à sociedade civil para estar presente. O presidente do Sindicato dos Jornalistas (SJ) espera uma "adesão muito forte" à greve convocada para hoje, em protesto contra a precariedade, mas também "um grito de alerta" para apoiar o jornalismo antes que seja "tarde demais", a segunda paralisação do setor em 40 anos (a última foi em 1982).

“criem um jornalismo sério e credível”

Zé LG, 22.01.24

Sem nome.png«...Apesar disso, compreendo-os quando dizem que «"a gravidade das condições de exercício do jornalismo em Portugal", com os jornalistas sujeitos a baixos salários, precariedade, forçados a longos turnos, pressionados e por vezes até agredidos, pelo que, considera a moção aprovada, "num momento muito grave para o jornalismo" são precisos "gestos consentâneos".»

Creio, contudo que não reclamam o essencial para que um jornalista seja Jornalista - Liberdade de Pensamento, Liberdade de Investigação, Liberdade de exporem a Realidade que Observam e de Exprimirem, em consciência, as notícias e não sujeitarem-se a serem Porta Voz do Dono. Talvez tenha começado aí, no aceitar que os condicionassem, o problema dos media...

Espero que as reivindicações do jornalistas tenham o sucesso que os move, mas, por favor que criem um jornalismo sério e credível.» Zé Onofre, 22.01.2024, aqui.

Congresso de Jornalistas aprova greve geral

Zé LG, 22.01.24

Sem nome.pngOs jornalistas reunidos no Congresso de Jornalistas aprovaram ontem, por unanimidade e aclamação, uma greve geral e mandataram o Sindicato dos Jornalistas para definir a data da paralisação. "O momento é aqui e agora. Temos de parar. Simplesmente parar. Exigir que finalmente nos ouçam. Deixar de dar notícias, de fazer diretos, abandonar as redações, as conferências de imprensa e as ações de campanha. Não metemos jornais nas bancas, não damos notícias nas rádios, não transmitimos o telejornal, não publicamos nas redes sociais. Mostremos o quão necessário é o nosso trabalho. Caminhemos juntos sem deixar ninguém para trás", porque é cada vez maior "a gravidade das condições de exercício do jornalismo em Portugal", com os jornalistas sujeitos a baixos salários, precariedade, forçados a longos turnos, pressionados e por vezes até agredidos, pelo que, considera a moção aprovada, "num momento muito grave para o jornalismo" são precisos "gestos consentâneos".
A última greve geral de jornalistas foi em 1982, disse o presidente do Congresso dos Jornalistas, Pedro Coelho.

Eduardo Barroso propôs à OM “um grande debate ...para a qualidade dos cuidados médicos”

Zé LG, 07.01.24

cimu8vbae5zg.png“A OM tem responsabilidades óbvias, quer aceitando numerus clausus em largos períodos da sua existência, não apostou como devia no prestígio e manutenção das carreiras médicas, ... Propôs e aceitou grelhas burocráticas de avaliação que não só não premiavam os melhores, como eram facilmente impugnados os resultados. Nunca teve uma palavra na defesa dos Centros de Referência, nem nunca denunciou a competição desleal dos privados, ao poderem ir buscar os especialistas aos hospitais públicos, sem ter de indemnizar o Estado pelo esforço financeiro do custo dessa formação. Competia também à nossa Ordem, apoiar a permanência dos jovens especialistas formados nos hospitais públicos, um tempo de permanência obrigatória no SNS, antes de poderem aceitar trabalhar no privado ou no estrangeiro. Nunca vi a OM defender modelos organizacionais multidisciplinares, essenciais para a formação correta dos jovens especialistas. ... Proponha-se um grande debate dentro da classe, aberto a todos os que quiserem participar, até com o patrocínio do PR, ..., e era a altura certa. Repor as carreiras com dignidade e dando-lhes prestigio, ajudando a reter os profissionais no SNS, combatendo a competição completamente desleal dos privados, obrigando-os a ter regras e não saquearem o público, modernizar a formação, prestigiar exames e concursos acabando com grelhas que envergonham e não premeiam os melhores. ” Eduardo Barroso, aqui.

Carolina Ribeiro é a nova coordenadora do SEP no Alentejo

Zé LG, 03.01.24

SEP.pngCarolina Ribeiro é a nova coordenadora da Delegação Regional do Alentejo do Sindicado dos Enfermeiros Portugueses (SEP), eleita para o mandato de 2023-2027 e sucedendo a Edgar Santos à frente dos destinos daquela delegação.
Carolina Ribeiro explicou, em declarações à Rádio Pax, as prioridades definidas para este mandato e promete dar voz às reivindicações dos enfermeiros.

Médicos estão a praticar “medicina de catástrofe”, segundo a FNAM

Zé LG, 28.12.23

medico-em-stress_Depositphotos_201148668_L-848x566.jpgOs médicos estão a praticar “medicina de catástrofe” em várias unidades onde o volume de doentes é excessivo na última semana do ano, defendeu hoje a Federação Nacional dos Médicos (FNAM), acrescentamdo que os médicos estão sobrecarregados e “sem condições adequadas ao exercício das suas funções” e médicos internos “têm sido forçados” a colmatar a falta de especialistas. “As insuficiências multiplicaram-se durante o Natal, e teme-se o pior para os últimos dias do ano, onde os períodos após as celebrações são tradicionalmente mais exigentes para os SU”, destacando “situações que costumam funcionar abaixo dos mínimos” e que colocam médicos e doentes em risco. “Além disso, os médicos têm sido vítimas de desregulação ilegal dos seus horários, com seis dias de trabalho semanal, sem que lhes seja concedido o descanso compensatório após a realização de trabalho aos domingos e feriados”, assegurou a mesma fonte, sublinhando que ainda está por regularizar o pagamento da majoração do trabalho suplementar aos internos.