«… O nosso foco é simples: projetar Beja a 10 anos. … Falemos das acessibilidades. Todos sabemos a sua importância para o desenvolvimento do concelho. … Há sinais positivos, acreditamos na execução. Mas não se iludam: há muito para fazer — da linha férrea à dinamização do aeroporto. O mesmo trabalho que fazemos com o governo, temos de o fazer com as empresas. Explicar-lhes o nosso projeto e mostrar-lhes que em Beja, têm espaço para crescer. Porque é assim que se cria emprego, se atrai mais gente e se gera rendimento. Só assim Beja também pode crescer. ... o acesso à saúde conta muito para os jovens que decidem se ficam ou vêm viver para cá. Mas não chega. Precisamos também de habitação acessível e de oportunidades de emprego. Incentivos fiscais, terrenos disponíveis para construção, apoio às famílias — tudo isto é essencial. ... Temos de reforçar a sua (das freguesias rurais) ligação à cidade, garantir mais cuidados de saúde e oferta cultural. As freguesias têm recursos únicos que podem aumentar a atratividade do concelho.
... precisamos de obras fundamentais, como a Circular Sul, e de um espaço multiusos capaz de acolher congressos, espetáculos e eventos desportivos. Precisamos de valorizar a marca Beja, reforçar o orgulho em ser daqui, atrair mais pessoas, e mostrar-lhes que vale a pena viver em Beja …» Nuno Palma Ferro, aqui.