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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CDU fez manifestação contra encerramentos da Urgência de Castro Verde

Zé LG, 17.11.24

466344040_865630742401068_5800742041467432865_n.jpg«A CDU Castro Verde promoveu uma concentração para manifestar a sua preocupação face aos anunciados encerramentos programados para Serviço Básico de Urgência, que serve para além do concelho de Castro Verde, os de Aljustrel, Almodôvar, Mértola e Ourique, e que contou com a participação de mais de cem utentes destes concelhos. Circulou um abaixo assinado, cujo texto se publica (aqui), e que continuará a circular a fim de recolher o maior número possível de assinaturas. ...»

Casa Para Viver volta à rua

Zé LG, 27.09.24

20240925103804344.pngA plataforma Casa Para Viver vai voltar a manifestar-se, no sábado, em pelo menos 22 cidades - em Beja, no Jardim do Bacalhau, pelas 10.00 horas.
“Convocámos mais uma manifestação, uma vez que continuamos a ver que, apesar dos pacotes, programas, medidas, políticas anunciados pelos sucessivos governos, a situação da habitação continua a agravar-se no nosso país” e “As famílias em Portugal continuam sem ver uma solução, os jovens continuam sem conseguir aceder a uma habitação, os despejos continuam a ser muitos”, porque “o novo Governo veio revogar uma série de conquistas” que tinham sido obtidas “fruto das mobilizações na rua” justifica Rita Silva, uma das porta-vozes da plataforma, em representação do movimento Vida Justa, acusando o governo de estar “bastante comprometido com aquilo que é o negócio imobiliário”, pelo que “Não nos podemos cansar de vir para a rua, de protestar, porque é através dessa mobilização que conseguiremos obter algum tipo de avanço nas políticas de habitação”, apela.

CGTP exige a valorização real das reformas e critica medidas pontuais

Zé LG, 25.08.24

net-reformados.jpgA Inter-reformados da CGTP-IN considera que a atribuição de um suplemento extraordinário em outubro, “não resolve o grave problema da desvalorização e da consecutiva perda de poder de compra das reformas e pensões” e pede a valorização real das reformas e pensões. Afirma que “o direito a envelhecer com dignidade, passa, essencialmente, pela situação económica e social dos reformados e pensionistas, pela capacidade que têm ou não têm de adquirir ou pagar bens e serviços essenciais, como a alimentação, a habitação, a saúde ou os medicamentos, entre outros.”, pelo que, “para cumprir esse direito constitucional, não basta atribuir o suplemento extraordinário num mês, é necessária a valorização real das reformas e pensões.”, porque o que os reformados e pensionistas necessitam e merecem não pode ser “pontual, mas permanente, para poderem fazer face às necessidades, também elas permanentes.”

Empresa Poças testa semana de trabalho mais curta sem cortar salário

Zé LG, 05.06.24

1716890428160.jpgHá mais uma empresa portuguesa a praticar uma semana de trabalho mais curta do que as tradicionais 40 horas. No setor dos vinhos, e com mais de 100 anos de história, a Poças decidiu passar a “oferecer” aos seus 45 trabalhadores as tardes de sexta-feira, sem qualquer corte no salário. O modelo vai ser testado durante 12 meses e, segundo explicou o diretor administrativo, serve, nomeadamente, para estimular a retenção de mão-de-obra.
A propósito, os resultados preliminares do projeto-piloto nacional já davam sinais positivos quanto ao impacto da semana de trabalho mais curta na fidelização de profissionais: 85% dos trabalhadores que participaram no projeto-piloto já diziam que apenas aceitariam mudar para uma empresa com um funcionamento a cinco dias, mediante um aumento salarial superior a 20%.

Enfermeiros exigem à ULSBA correção das “injustiças”

Zé LG, 19.05.24

202403121551423788.jpgO Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) entregou, ontem, um abaixo-assinado ao Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA). A homologação da Avaliação do Desempenho dos biénios 2019/2020 e 2021/2022 e a correção das “injustiças” que isso está a provocar são as principais reivindicações dos enfermeiros, porque “os anos passam e os problemas não se resolvem, apesar do compromisso assumido pelo Conselho de Administração e após uma denúncia que se realizou no passado dia 12 de março de 2024.”

“nada me move contra as pessoas que defendem um determinado modelo de organização familiar”

Zé LG, 18.04.24

Sem nome (55).png«O que me parece estar em causa é uma tentativa de regresso a um conjunto de valores que garantiam a hegemonia de uns poucos que, nostálgicos desse poder, sentem agora o chão seguro para reverter o que entretanto se alcançou. Porque tudo na vida, caríssimos ouvintes, é política e, se é política, é ideologia e, sendo-o, pode e deve ser confrontada e combatida.» Assim termina a sua crónica Rui Óscar Teixeira, aqui.

Do campo para a estrada

Zé LG, 02.02.24

naom_65bb75ca89caa.jpgCom cartazes a alertar para que "o nosso fim é a vossa fome" os agricultores de Portugal, à semelhança do que tem acontecido noutros países europeus, deixaram as suas terras e, montados em tractores e outros veículos, ocuparam estradas, incluindo auto-estradas, condicionaram as fronteiras e invadiram cidades.

Esta acção de protesto, convocada por um auto-denominado Movimento Civil de Agricultores, para além das reivindicações comuns a todos e específicas de cada região, entre outras leituras que podemos fazer, tem uma que o governo (e a CE) e os partidos não podem ignorar: só um grande sentimento de injustiça e um enorme descontentamento transversais a todos os homens da terra (independentemente de muitas diferenças, algumas quase antagónicas) poderiam provocar tamanha revolta.

Plataforma Casa Para Viver em Beja alertou sobre o "direito à habitação"

Zé LG, 27.01.24

202401271019197542.jpgA defesa do direito à habitação regressou hoje às ruas do País. Em Beja, a concentração da Plataforma Casa Para Viver começou às 09h00, junto ao mercado de Santo Amaro, com a distribuição de informação sobre o que falta cumprir nesta matéria e com as exigências desta organização. Os protestos voltam às ruas do País porque "os problemas relacionados com a habitação continuam e nalguns casos até agravaram". A Plataforma Casa Para Viver recorda que há reivindicações que continuam por cumprir como e que se pretende marcar a agenda política, num ano em que "é preciso pedir aos partidos compromissos relativos à habitação", tendo em atenção as legislativas de 10 de março.

EMAS de Beja assina novo acordo de empresa com o STAL

Zé LG, 22.12.23

202312212140099531.jpegO novo Acordo de Empresa formalizado entre a EMAS, de Beja, e o STAL, que entra em vigor em Janeiro de 2024, “resulta de um processo negocial concordante, que visa regular as relações laborais entre a empresa e os colaboradores, de forma a assegurar os direitos, os deveres e as obrigações entre as partes, tendo como base a Lei Geral do Trabalho”, refere a EMAS, concluindo que “O ano em que a EMAS assinala os seus 20 anos de atividade enquanto empresa municipal, termina assim com mais um importante marco alcançado, que será benéfico para o presente e futuro de toda a organização”. Daqui, daqui e daqui.

Árvore dos direitos colocada pela USDB junto da Casa da Cultura de Beja

Zé LG, 21.12.23

USDB.pngA União de Sindicatos do Distrito de Beja (USDB) promoveu hoje de manhã, junto à Casa da Cultura em Beja, uma ação de uma denúncia pública das desigualdades e injustiças sociais que, nesta altura do ano, assumem ainda maior destaque, exigindo resposta às justas reivindicações dos trabalhadores, reformados, pensionistas e outras camadas da população, tais como o aumento significativo dos salários e pensões, contra o aumento do custo de vida, o investimento nos serviços públicos e funções sociais do Estado, a garantia do direito à saúde, à educação e à habitação.

Diz a USDB que “na atual situação os trabalhadores, reformados, pensionistas, idosos e outras camadas da população vivem grandes dificuldades no seu dia a dia”. E mais: “Os baixos salários e pensões levam a uma luta diária para pagar as contas, a renda ou a prestação ao banco, a comida para pôr na mesa, enquanto se assiste a lucros escandalosos por parte de alguns grupos económicos, com o aumento da exploração, do custo de vida, impondo ainda mais dificuldades a quem trabalha ou trabalhou”. Ver aqui também.